... sim e é por ser tudo tão próximo, que me aproximei, sentei, chorei, sorri e sonhei.
Vamos fazer tudo de novo?
Sábado, Abril 18, 2009
Inventivo
Em algum lugar do mundo, podes me encontrar, em algum lugar do mundo estou a procurar, algo que já achei, mas insisto em perder.
Num vai e vem, aeroportos, pessoas que amo por não mais que um segundo, continuo o mesmo, pois tenho a ti, mesmo que distante, mesmo que em pensamento, ainda tenho aquela vontade de gritar só pra você não esquecer, que por mais cruel que seja tudo isso, é você que eu invento, é você quem eu faço.
Num vai e vem, aeroportos, pessoas que amo por não mais que um segundo, continuo o mesmo, pois tenho a ti, mesmo que distante, mesmo que em pensamento, ainda tenho aquela vontade de gritar só pra você não esquecer, que por mais cruel que seja tudo isso, é você que eu invento, é você quem eu faço.
Quarta-feira, Janeiro 07, 2009
1:30, 2:30, 3:30
Promovendo a discórdia
Semeando a desordem
Provocando os intintos
E escondendo o real sentido de cada frase
Atrás de um sorriso tolo
Sem rosto
Sem luz
Sem gosto
Sob vitrais azuis
Que a ti ( e somente a ti )
Aguardam sob forma de cacos
Na queda surda e fugaz
Da qual diria a là Poe:
- Nunca Mais
Semeando a desordem
Provocando os intintos
E escondendo o real sentido de cada frase
Atrás de um sorriso tolo
Sem rosto
Sem luz
Sem gosto
Sob vitrais azuis
Que a ti ( e somente a ti )
Aguardam sob forma de cacos
Na queda surda e fugaz
Da qual diria a là Poe:
- Nunca Mais
Segunda-feira, Dezembro 01, 2008
De novo 6+1
Que me falta lugar
isso eu já sabia
que já não consigo olhar
isso eu já sabia
Mas o que eu não sabia
era que por mais estes sentimentos existissem
eles ainda seriam tão intensos
a ponto de me fazer
te querer de novo
E te querendo assim
com essa falta de encanto
teu sorriso meu pranto
te querendo tanto
pondo fim a tudo isso
deitar e descansar
como dois amantes inseparaveis
um sono eterno
isso eu já sabia
que já não consigo olhar
isso eu já sabia
Mas o que eu não sabia
era que por mais estes sentimentos existissem
eles ainda seriam tão intensos
a ponto de me fazer
te querer de novo
E te querendo assim
com essa falta de encanto
teu sorriso meu pranto
te querendo tanto
pondo fim a tudo isso
deitar e descansar
como dois amantes inseparaveis
um sono eterno
Quinta-feira, Novembro 27, 2008
Shame
All the things seems to be nice for a while
Then they fail down like a trial
- And now we both look different
Maybe the colors
Maybe the eyes
Maybe went...
And now it's not in the rail.
(Kléderson Bueno 27/11/2008 )
Then they fail down like a trial
- And now we both look different
Maybe the colors
Maybe the eyes
Maybe went...
And now it's not in the rail.
(Kléderson Bueno 27/11/2008 )
Quarta-feira, Novembro 26, 2008
Frio
É nessa ânsia
Nessa roda viva
Todo o entusiasmo e a pressa
De dois adolescentes
E no céu a mesma noite
Em lugares diferentes
Nesse frio cortante
Da noite congelante
E aqui...
...eu sem você
Nessa roda viva
Todo o entusiasmo e a pressa
De dois adolescentes
E no céu a mesma noite
Em lugares diferentes
Nesse frio cortante
Da noite congelante
E aqui...
...eu sem você
Sábado, Setembro 06, 2008
Sad lady
Everyday,
Everyday i saw this sad lady
Sitted on her chair
With this sad look
With this sad soul
With this sad me
Crossing looks
Everyday
At the same time
Everyday
With the same feel
Everyday
I saw her... in me
Everyday i saw this sad lady
Sitted on her chair
With this sad look
With this sad soul
With this sad me
Crossing looks
Everyday
At the same time
Everyday
With the same feel
Everyday
I saw her... in me
Quarta-feira, Agosto 06, 2008
simples
Píluas de felicidade instantânea agora em frascos personalizados.
Minhã mão
Escorrendo pelo rosto
Correndo pelo esgoto
Afundando mais um pouco
E só...
No corrimão
A vida pelo avesso
não mais que um muleque travesso
Me vendo sem apreço
E só...
Minha mão
Viaja ao encontro da tua
Já não é jornada crua
Te espero aqui na rua
Não mais só
Te amo
Minhã mão
Escorrendo pelo rosto
Correndo pelo esgoto
Afundando mais um pouco
E só...
No corrimão
A vida pelo avesso
não mais que um muleque travesso
Me vendo sem apreço
E só...
Minha mão
Viaja ao encontro da tua
Já não é jornada crua
Te espero aqui na rua
Não mais só
Te amo
Quinta-feira, Julho 24, 2008
Young and Restless
So fuck tired, bored, fucked up, ugly and sad
Please make me a sandwich and a bit of meds.
Please make me a sandwich and a bit of meds.
Terça-feira, Julho 15, 2008
Calmaria
Depois de toda tempestade sempre existe uma calmaria, que acalma os olhos, acalma a alma e os animos.
Depois de certo ponto eu sentei, respirei fundo, foi gostoso, calmo, um peso que me livrava, sorri para um estranho levantei e me pus a caminhar novamente. O passado ali, tão presente me fez lembrar que tenho outras prioridades, caminhos e rotinas, que tudo hoje nada mais é do que uma lembrança turbulenta que acalma-se pouco à pouco, embaçada, mas vívida em certos momentos...
Enfim, mas talvez isso seja apenas mais divagações num copo de café e um cigarro, hoje o escritório está estranho e acabo perdendo a concentração com mais facilidade, são as mudanças, estou mais leve e o vento leva mais longe.
Enquanto isso a conversa eletrônica com uma amiga de longe me faz lembrar de que tenho muito pela frente e que mereço bem mais.
Depois de certo ponto eu sentei, respirei fundo, foi gostoso, calmo, um peso que me livrava, sorri para um estranho levantei e me pus a caminhar novamente. O passado ali, tão presente me fez lembrar que tenho outras prioridades, caminhos e rotinas, que tudo hoje nada mais é do que uma lembrança turbulenta que acalma-se pouco à pouco, embaçada, mas vívida em certos momentos...
Enfim, mas talvez isso seja apenas mais divagações num copo de café e um cigarro, hoje o escritório está estranho e acabo perdendo a concentração com mais facilidade, são as mudanças, estou mais leve e o vento leva mais longe.
Enquanto isso a conversa eletrônica com uma amiga de longe me faz lembrar de que tenho muito pela frente e que mereço bem mais.
Sexta-feira, Julho 11, 2008
Em camera lenta
Pois bem, o trajeto é mais tortuoso e penoso possível, os carros, a fumaça, o cigarro e "tudo mais"...
Na minha cabeça, esse universo que conspirava so me dizia que eu não devia continuar, nunca mais fugir e na ânsia de palavras apenas meu porto seguro, ali, como sempre.
É estranha a sensação mas acho que deveria arriscar um "oi" mas talvez fosse inconveniente demais e a sala ficava vazia e escura como minha mente obscurecida e já não sabia se estava certo ou errado, apenas sabia.
Na minha cabeça, esse universo que conspirava so me dizia que eu não devia continuar, nunca mais fugir e na ânsia de palavras apenas meu porto seguro, ali, como sempre.
É estranha a sensação mas acho que deveria arriscar um "oi" mas talvez fosse inconveniente demais e a sala ficava vazia e escura como minha mente obscurecida e já não sabia se estava certo ou errado, apenas sabia.
Sábado, Junho 21, 2008
Again
Eu nunca precisei sorri pra estar feliz da mesma forma como nunca precisei chorar pra estar triste, e foi assim que ao inicio de uma noite chuvosa que eu percebi que precisava de um pouco mais, precisava denovo...
Sexta-feira, Abril 11, 2008
Para não esquecer de Caio - Repostagem
A pedidos e depois de ser zoado no #nob taí de novo:
... e então ao abrir a geladeira, só pude notar aquele pote enorme cheio de morangos vistosos, grandes e bem bonitos de se observar, daqueles para se degustar lentamente, primeiro com os olhos e em seguida deliciar-se com o visual, depois saborear com a mente o gosto de cada um deles, um a um, lentamente.
O desejo de consumi-los inteira e intensamente, parte por parte, era grotesto, quase algo animalesco. Eu os imaginava eternamente dentro de mim, e a idéia soava pitoresca e assemelhava-se à um sonho. Em seguida veio aquele frio na barriga, o medo e ao mesmo tempo a intensa vontade de tê-los a todo custo. Só a idéia me trazia um êxtrase intenso, e consumi-los seria uma passagem só de ida à um nirvana superior, ou algo proximo à ele.
Cada segundo era uma badalada no meu coração que já não aguentava mais a espera, aqueles poucos segundos estavam parecendo se transformar em uma eternidade, que mais tarde viria por se provar verdadeira. Enfim fui chegando mais perto e mais perto, abaixei-me para ver e sentir melhor aquilo que tanto me afligia e me despertava tanto desejo.
A princípio era prazeroso, mas fui olhando mais de perto e com mais atenção, havia algo estranho. Primeiro era no visual, estavam estranhamente esverdeados, cobertos de uma crosta estranha e suja, e um parecia contagiar o outro de tal forma brutal que todos haviam sido maculados - dificil pensar qual deles teria começado tudo aquilo, ou se haviam começado ou se apenas sempre foram assim - com aquela podridão, e assim o que parecia maravilhoso tornou-se pouco a pouco intragável e foi virando lixo, e no lixo me observavam calma e friamente, como se ignorassem o que realmente eram e onde haviam ido parar. Então percebi que não me observavam e sim convidavam e éramos todos perdidos dentro de uma lata, meros morangos mofados.
(Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas)
... e então ao abrir a geladeira, só pude notar aquele pote enorme cheio de morangos vistosos, grandes e bem bonitos de se observar, daqueles para se degustar lentamente, primeiro com os olhos e em seguida deliciar-se com o visual, depois saborear com a mente o gosto de cada um deles, um a um, lentamente.
O desejo de consumi-los inteira e intensamente, parte por parte, era grotesto, quase algo animalesco. Eu os imaginava eternamente dentro de mim, e a idéia soava pitoresca e assemelhava-se à um sonho. Em seguida veio aquele frio na barriga, o medo e ao mesmo tempo a intensa vontade de tê-los a todo custo. Só a idéia me trazia um êxtrase intenso, e consumi-los seria uma passagem só de ida à um nirvana superior, ou algo proximo à ele.
Cada segundo era uma badalada no meu coração que já não aguentava mais a espera, aqueles poucos segundos estavam parecendo se transformar em uma eternidade, que mais tarde viria por se provar verdadeira. Enfim fui chegando mais perto e mais perto, abaixei-me para ver e sentir melhor aquilo que tanto me afligia e me despertava tanto desejo.
A princípio era prazeroso, mas fui olhando mais de perto e com mais atenção, havia algo estranho. Primeiro era no visual, estavam estranhamente esverdeados, cobertos de uma crosta estranha e suja, e um parecia contagiar o outro de tal forma brutal que todos haviam sido maculados - dificil pensar qual deles teria começado tudo aquilo, ou se haviam começado ou se apenas sempre foram assim - com aquela podridão, e assim o que parecia maravilhoso tornou-se pouco a pouco intragável e foi virando lixo, e no lixo me observavam calma e friamente, como se ignorassem o que realmente eram e onde haviam ido parar. Então percebi que não me observavam e sim convidavam e éramos todos perdidos dentro de uma lata, meros morangos mofados.
(Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas)
Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008
The Deep Shallow #1
walking on the street
i saw that cat i meet
i try ask it to eat
and it says: fuck you
i saw that cat i meet
i try ask it to eat
and it says: fuck you
Sexta-feira, Janeiro 11, 2008
Brumas e Gaivotas
...paramos de nos amar, naquele momento breve, quando a leve bruma que soprava sobre teus cabelos trazia também uma estranha sensação, um medo junto de um gosto amargo - saber que a nossa relação havia cessado por fim - e ali nós dois, estranhos um ao outro, sem saber o que pensar apenas observavamos as gaivotas enquanto sentiamos aquele vazio dentro de nós e as ondas lambiam a areia de forma sagaz, quase sexual.
Quinta-feira, Dezembro 27, 2007
Fuck them all?!!
First they ignore you.
Then they laugh at you.
Then they fight you.
Then you win.
MK Gandhi
Then they laugh at you.
Then they fight you.
Then you win.
MK Gandhi
Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
Leituras inóspitas de um livro rabiscado
... mesmo que tivesse entendido alguma coisa daquilo que quis dizer, ainda assim estaria completamente errado quando eu, em minha epifania desvairada buscava algum sentido naquilo tudo.
Daí, vendo tudo de uma perspectiva diferente eu entendo que mais dia menos dia isso vai ser inevitável.
Why don't u wanna talk?
Daí, vendo tudo de uma perspectiva diferente eu entendo que mais dia menos dia isso vai ser inevitável.
Why don't u wanna talk?
Why love is not enough?
Why love is not enough?
I ask that for a while...
Just before i start to live
Why love is not enough?
I simple don't care
I just have to be more selfish
and mad... and lost
I ask that for a while...
Just before i start to live
Why love is not enough?
I simple don't care
I just have to be more selfish
and mad... and lost
Sexta-feira, Novembro 16, 2007
Mea culpa
Mea culpa, mea maxima culpa...
E perdoa pelo que não é sentimental
Mesmo aquilo que for incondicional
Perdoa
Perdoa pois já não sou mais o mesmo
Sequer sou carne
Sequer sou tua
Nem osso, nem crua
Nao sinto mais meu cheiro
E meu gosto azedou
Entao perdoa
Mea culpa, mea maxima culpa
E perdoa pelo que não é sentimental
Mesmo aquilo que for incondicional
Perdoa
Perdoa pois já não sou mais o mesmo
Sequer sou carne
Sequer sou tua
Nem osso, nem crua
Nao sinto mais meu cheiro
E meu gosto azedou
Entao perdoa
Mea culpa, mea maxima culpa
Quarta-feira, Novembro 14, 2007
...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
E me deixa viver mais e melhor!
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
destrói essa parte de mim que é fraca e infantil...
E me deixa viver mais e melhor!
Terça-feira, Novembro 13, 2007
Sweetest part
Sim,correndo sem rumo nesse poço tão fundo...
- Deep deep so fucking deep
E observando pela janela do carro o corpo que se vai, levando junto um pedacinho de mim, recuperável mas ainda assim parte de mim, deixando para trás um sorriso e uma dúvida.
Desco do carro, paro, reflito, penso, corrijo e sigo em frente apenas querendo ter te falado que se eu realmente fosse só metade, ainda assim para você eu seria a metade mais doce...
- Deep deep so fucking deep
E observando pela janela do carro o corpo que se vai, levando junto um pedacinho de mim, recuperável mas ainda assim parte de mim, deixando para trás um sorriso e uma dúvida.
Desco do carro, paro, reflito, penso, corrijo e sigo em frente apenas querendo ter te falado que se eu realmente fosse só metade, ainda assim para você eu seria a metade mais doce...
Terça-feira, Novembro 06, 2007
Espelhos de papel
O que fazer com espelhos?
Que refletem o que não queremos ver?
Nossos defeitos...
A falta de brilho
A angustia de um pobre ser...
Falido de idéias
Seco de ambições
Numa hipocrisia que cega
Desejos e ilusões
O poeta já morto
Cisma em querer dizer
Que a vida da mais
Do que podemos ter...
E nesse momento que nos enxergamos
Frente a um espelho
E analisamos
Que somos pele
Somos osso
E mais nada...
Kléderson Bueno (10/11/2004)
Que refletem o que não queremos ver?
Nossos defeitos...
A falta de brilho
A angustia de um pobre ser...
Falido de idéias
Seco de ambições
Numa hipocrisia que cega
Desejos e ilusões
O poeta já morto
Cisma em querer dizer
Que a vida da mais
Do que podemos ter...
E nesse momento que nos enxergamos
Frente a um espelho
E analisamos
Que somos pele
Somos osso
E mais nada...
Kléderson Bueno (10/11/2004)
Segunda-feira, Novembro 05, 2007
#123
Nem tão perto
Mas também não longe
Correr em passos finos
Enlouquecer com doces vinhos
E sozinho se esquecer
Fuck me!
Mas também não longe
Correr em passos finos
Enlouquecer com doces vinhos
E sozinho se esquecer
Fuck me!
Sexta-feira, Agosto 10, 2007
Geladeira
Não vou abrir a geladeira
Me aflige o que posso encontrar lá
Não vou abrir a geladeira
Muita loucura... e quanto isso pode me afetar?
Não ... não vou
Vou ficando, calado e inquieto
Vendo as cores dessa parede morta
Corriqueira vida que se esvai de mim
Qual o teu real propósito por aqui?
Mas enfim...
Não vou abrir a geladeira
Com afinco tranco os dedos ao fechar a porta
Nessa existência fria... gélida
Não vou abrir a geladeira
Coisa insana... afinal de contas
Para que servem essas geladeiras?
Me aflige o que posso encontrar lá
Não vou abrir a geladeira
Muita loucura... e quanto isso pode me afetar?
Não ... não vou
Vou ficando, calado e inquieto
Vendo as cores dessa parede morta
Corriqueira vida que se esvai de mim
Qual o teu real propósito por aqui?
Mas enfim...
Não vou abrir a geladeira
Com afinco tranco os dedos ao fechar a porta
Nessa existência fria... gélida
Não vou abrir a geladeira
Coisa insana... afinal de contas
Para que servem essas geladeiras?
Segunda-feira, Julho 30, 2007
esse mundo
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Me enlouquece esse mundo que não é meu
Quinta-feira, Julho 26, 2007
Quarta-feira, Julho 18, 2007
Nada mais
Foi interessante ver passando, mas como disse, foi passando... passando... passou!
Agora a gente fica assim... ou nem fica pois nada mais, nada mais entre a gente... nem gente, nem mais.
Agora a gente fica assim... ou nem fica pois nada mais, nada mais entre a gente... nem gente, nem mais.
Terça-feira, Julho 17, 2007
Pois é
- Foi por aquela rua sim! Tenho certeza..
Passou correndo, fez que nem me viu, atravessou a rua e sumiu... desencantou...
- Acendo um cigarro e volto para meus botões.
Passou correndo, fez que nem me viu, atravessou a rua e sumiu... desencantou...
- Acendo um cigarro e volto para meus botões.
...
Quinta-feira, Julho 05, 2007
Suja
E eu
Que já meio assim
Sei lá... meio cansado
Confesso que por vezes
Ao assistir o entardecer aqui no cais
Pensava:
- Onde estarás Ismália, viciada e estranha.
Naquela correria
Bem mais que podia
Ver de longe a chegada
Estranha, louca estrupiada
Farrapos e trapos
Boca suja
Alma suja
Era ela...
- Pútrida... essa vida de merda -
Que já meio assim
Sei lá... meio cansado
Confesso que por vezes
Ao assistir o entardecer aqui no cais
Pensava:
- Onde estarás Ismália, viciada e estranha.
Naquela correria
Bem mais que podia
Ver de longe a chegada
Estranha, louca estrupiada
Farrapos e trapos
Boca suja
Alma suja
Era ela...
- Pútrida... essa vida de merda -
vazio, cansado e morno.
Domingo, Julho 01, 2007
?
Como sempre, sentado junto à lareira, tv ligada passando alguma coisa inútil, o notebook cintila um trabalho que deveria ter sido finalizado e eu aqui sentado junto a lareira, meu copo de vodcka quase vazio e eu pensando no que deveria ter dito ao invés daquele pouco...
Londres está fria hoje, já não me recordo daquele cenário tropical e da vida que tive lá... apenas penso em tudo que tenho pra contar mas infelizmente...
- Droga, eu consigo dizer tão pouco.
Acordo. Cenário parecido exceto pela lareira que não mais existe aqui e a tremenda ressaca na qual eu navego esta tarde... sim é tarde preciso voltar.
Londres está fria hoje, já não me recordo daquele cenário tropical e da vida que tive lá... apenas penso em tudo que tenho pra contar mas infelizmente...
- Droga, eu consigo dizer tão pouco.
Acordo. Cenário parecido exceto pela lareira que não mais existe aqui e a tremenda ressaca na qual eu navego esta tarde... sim é tarde preciso voltar.
Quarta-feira, Junho 27, 2007
Muito rapido
... não quero conversar agora ...
Esse pulso firme sob minha cabeça
e essa cara pálida sob as minhas mãos
...
Eu sabia que nao era assim
Eu sabia!
Esse pulso firme sob minha cabeça
e essa cara pálida sob as minhas mãos
...
Eu sabia que nao era assim
Eu sabia!
Segunda-feira, Junho 18, 2007
Mais um ( kick my head! )
Mais um
Mais um
Mais um
Problemas problemas
Menos um
Com quatro, paredes... ahhh se voces falassem
Menos seis, sim esses meses... for bad behavior
Mais três, quanta inutilidade
Menos um
Por fim dois...
Mas isso já faz tempo não?
- Sim sim, nem consigo contar, passa
Tudo passa tão rápido
Mais um
Mais um
Problemas problemas
Menos um
Com quatro, paredes... ahhh se voces falassem
Menos seis, sim esses meses... for bad behavior
Mais três, quanta inutilidade
Menos um
Por fim dois...
Mas isso já faz tempo não?
- Sim sim, nem consigo contar, passa
Tudo passa tão rápido
Segunda-feira, Junho 11, 2007
Quarta-feira, Junho 06, 2007
É...
Meio intenso, tornou-se confuso demais
Meio sem jeito, tornou-se confuso demais...
Ah, falando nisso: chegou a tocar? acho que sim!
Meio intenso, tornou-se confuso demais
Meio sem jeito, tornou-se confuso demais...
Ah, falando nisso: chegou a tocar? acho que sim!
Terça-feira, Junho 05, 2007
E mais
sim, eu sentia o mesmo, mas era muito estranho tudo isso, não sei como explicar mas o céu estava um pouco mais cinza e todo aquele silêncio...
Bom isso você já disse, isso eu já sei...
Bom isso você já disse, isso eu já sei...
Eu eu eu!
Eu, eu, eu!
Meu, meu, meu!
...
Lembra?
Não sou tão assim
Não falo com todos por que gosto
Alias falo sim, por que gosto de falar de mim
Assim um dia foi escrito pra mim
Mim, mim, mim!!
Meu, meu, meu!
...
Lembra?
Não sou tão assim
Não falo com todos por que gosto
Alias falo sim, por que gosto de falar de mim
Assim um dia foi escrito pra mim
Mim, mim, mim!!
E eu
E eu?
Que já não me cansa mais a vida
Torpedeada insanamente
Por tantas vezes, e ferida.
Que transforma em doce esse tom azedo
E com medo
Aos poucos mostra sua cara
Para mais um tapa
RAPA!!
Cai fora e me deixa dormir
Não me assombra com a idéia
Por que é estupida
Mas apetece...
Que já não me cansa mais a vida
Torpedeada insanamente
Por tantas vezes, e ferida.
Que transforma em doce esse tom azedo
E com medo
Aos poucos mostra sua cara
Para mais um tapa
RAPA!!
Cai fora e me deixa dormir
Não me assombra com a idéia
Por que é estupida
Mas apetece...
Segunda-feira, Abril 23, 2007
Quarta-feira, Abril 18, 2007
Nem dá nada!
Do lado de cá a gente tenta mandar notícia.
Mas não dá não
Tem o carro ( ali, encostado ao lado ), sem gasolina.
Não dá não...
Tem também a saia, que de tão lavada ficou curta e a mãe esconde.
Não dá não
Daí então a gente vai seguindo
Subindo, sumindo...
Perdendo o rumo e o caminho
Andando...
Me dá a mão?
Mas não dá não
Tem o carro ( ali, encostado ao lado ), sem gasolina.
Não dá não...
Tem também a saia, que de tão lavada ficou curta e a mãe esconde.
Não dá não
Daí então a gente vai seguindo
Subindo, sumindo...
Perdendo o rumo e o caminho
Andando...
Me dá a mão?
Domingo, Abril 15, 2007
I feel so forced to
I feel so forced to
Compulsive, not instinctive
Lacive, lost...
So i ignore him... and ignore her
And watch Roma burns!
Compulsive, not instinctive
Lacive, lost...
So i ignore him... and ignore her
And watch Roma burns!
Quinta-feira, Abril 12, 2007
... and again
E por que a contradição faz parte de mim, não poderia deixar de falar da beleza ao acordar pela manhã, a cortina ainda fechada, guardando o sol, que ao lado de fora espera calmamente para entrar, e você, deitada, cabelos amarrotados e sorriso feliz, BOM DIA, sem importar muito a hora ou o dia, simplesmente por estar ali. Pois como disse, sou contraditório e quero varias vezes matar e morrer com a mesma pessoa afim de tornar isso um vício, e de fora sagaz tornar-te única.
Again
Oi!
Se veste, passa batom nessa boca suja e sai! Não me olhe com tristeza, um pouco talvez de desprezo e não joga na minha cara, não isso não. As ondas de ontem a noite nessa cama acabaram, vai que a fila anda, não quero este gosto de cigarro nem a vodcka vazia. Hoje vai ser tudo novo, diferente vou comprar novos cigarros e uma vodcka melhor e a pessoa no quarto ao lado... convido?
Baby, did u forget to take your mesds?
Se veste, passa batom nessa boca suja e sai! Não me olhe com tristeza, um pouco talvez de desprezo e não joga na minha cara, não isso não. As ondas de ontem a noite nessa cama acabaram, vai que a fila anda, não quero este gosto de cigarro nem a vodcka vazia. Hoje vai ser tudo novo, diferente vou comprar novos cigarros e uma vodcka melhor e a pessoa no quarto ao lado... convido?
Baby, did u forget to take your mesds?
Terça-feira, Abril 03, 2007
Quinta-feira, Março 29, 2007
Kléderson Bueno Bezerra da Silva
http://klederson.blogspot.com
http://www.youtube.com/watch?v=O2VvbdPZSIk ( eu de vez em qndo... sob efeitos )
Nessa vida engarrafada, tomada pela insônia, vagava pela noite observando o vendo e as luzes trêmulas ( talvez pelo alcool talvez pelo vento ) e adentrava naquela avenida sem fim, eterna, estranha, cheia das tuas entranhas que já não mais pedia, se perdia pela noite escura da qual viera para a qual retornara uma simples melodia como uma letra de uma banda qualquer, cantarolava, enrolava... para não ver que a vida corria, a vida corria muito rápido, mais do que ele pudesse para alcançar.
_________________
... e então ao abrir a geladeira, só pude notar aquele pote enorme cheio de morangos vistosos, grandes e bem bonitos de se observar, daqueles para se degustar lentamente, primeiro com os olhos e em seguida deliciar-se com o visual, depois saborear com a mente o gosto de cada um deles, um a um, lentamente.
O desejo de consumi-los inteira e intensamente, parte por parte, era grotesto, quase algo animalesco. Eu os imaginava eternamente dentro de mim, e a idéia soava pitoresca e assemelhava-se à um sonho. Em seguida veio aquele frio na barriga, o medo e ao mesmo tempo a intensa vontade de tê-los a todo custo. Só a idéia me trazia um êxtrase intenso, e consumi-los seria uma passagem só de ida à um nirvana superior, ou algo proximo à ele.
Cada segundo era uma badalada no meu coração que já não aguentava mais a espera, aqueles poucos segundos estavam parecendo se transformar em uma eternidade, que mas tarde viria por se provar verdadeira. Enfim fui chegando mais perto e mais perto, abaixei-me para ver e sentir melhor aquilo que tanto me afligia e me despertava tanto desejo.
A princípio era prazeroso, mas fui olhando mais de perto e com mais atenção, havia algo estranho. Primeiro era no visual, estavam estranhamente esverdeados, cobertos de uma crosta estranha e suja, e um parecia contagiar o outro de tal forma brutal que todos haviam sido maculados - dificil pensar qual deles teria começado tudo aquilo, ou se haviam começado ou se apenas sempre foram assim - com aquela podridão, e assim o que parecia maravilhoso tornou-se pouco a pouco intragável e foi virando lixo, e no lixo me observavam calma e friamente, como se ignorassem o que realmente eram e onde haviam ido parar. Então percebi que não me observavam e sim convidavam e éramos todos perdidos dentro de uma lata, meros morangos mofados.
(Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas)
..............
Trying to be a normal person, with normal life... but I CAN'T i'm not a normal person, i will never be one... i hate that rules, i hate the same, i hate and hate a lot...
...........................
I realise the sad truth. Coke bores me, it bores us all. We're jaded cunts, in a scene we hate, a city we hate, pretending that we're at the centre of the universe, trashing ourselves with crap drugs to stave off the feeling that real life is happening somewhere else, aware that all we're doing is feeding that paranoia and disenchantment, yet somehow we're too apathetic to stop. Cause, sadly, there's nothing else of interest to stop for.
http://klederson.blogspot.com
http://www.youtube.com/watch?v=O2VvbdPZSIk ( eu de vez em qndo... sob efeitos )
Nessa vida engarrafada, tomada pela insônia, vagava pela noite observando o vendo e as luzes trêmulas ( talvez pelo alcool talvez pelo vento ) e adentrava naquela avenida sem fim, eterna, estranha, cheia das tuas entranhas que já não mais pedia, se perdia pela noite escura da qual viera para a qual retornara uma simples melodia como uma letra de uma banda qualquer, cantarolava, enrolava... para não ver que a vida corria, a vida corria muito rápido, mais do que ele pudesse para alcançar.
_________________
... e então ao abrir a geladeira, só pude notar aquele pote enorme cheio de morangos vistosos, grandes e bem bonitos de se observar, daqueles para se degustar lentamente, primeiro com os olhos e em seguida deliciar-se com o visual, depois saborear com a mente o gosto de cada um deles, um a um, lentamente.
O desejo de consumi-los inteira e intensamente, parte por parte, era grotesto, quase algo animalesco. Eu os imaginava eternamente dentro de mim, e a idéia soava pitoresca e assemelhava-se à um sonho. Em seguida veio aquele frio na barriga, o medo e ao mesmo tempo a intensa vontade de tê-los a todo custo. Só a idéia me trazia um êxtrase intenso, e consumi-los seria uma passagem só de ida à um nirvana superior, ou algo proximo à ele.
Cada segundo era uma badalada no meu coração que já não aguentava mais a espera, aqueles poucos segundos estavam parecendo se transformar em uma eternidade, que mas tarde viria por se provar verdadeira. Enfim fui chegando mais perto e mais perto, abaixei-me para ver e sentir melhor aquilo que tanto me afligia e me despertava tanto desejo.
A princípio era prazeroso, mas fui olhando mais de perto e com mais atenção, havia algo estranho. Primeiro era no visual, estavam estranhamente esverdeados, cobertos de uma crosta estranha e suja, e um parecia contagiar o outro de tal forma brutal que todos haviam sido maculados - dificil pensar qual deles teria começado tudo aquilo, ou se haviam começado ou se apenas sempre foram assim - com aquela podridão, e assim o que parecia maravilhoso tornou-se pouco a pouco intragável e foi virando lixo, e no lixo me observavam calma e friamente, como se ignorassem o que realmente eram e onde haviam ido parar. Então percebi que não me observavam e sim convidavam e éramos todos perdidos dentro de uma lata, meros morangos mofados.
(Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas)
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Trying to be a normal person, with normal life... but I CAN'T i'm not a normal person, i will never be one... i hate that rules, i hate the same, i hate and hate a lot...
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I realise the sad truth. Coke bores me, it bores us all. We're jaded cunts, in a scene we hate, a city we hate, pretending that we're at the centre of the universe, trashing ourselves with crap drugs to stave off the feeling that real life is happening somewhere else, aware that all we're doing is feeding that paranoia and disenchantment, yet somehow we're too apathetic to stop. Cause, sadly, there's nothing else of interest to stop for.
Sábado, Março 24, 2007
porcarias, lixo e cia #1
Levantei sem me preocupar se era dia ou noite, apenas olhava os espelhos ao redor, refletindo o rosto pálido, magro e sujo. Pensei por um momento em voltar a dormir, mas já não consigo lembrar há quanto tempo estou dormindo, nem se realmente estou acordado.
Pego algumas roupas espalhadas pelo chão, mais alguém dormiu aqui hoje, definitivamente sim... Penso um pouco, corro, vou ver no resto da casa, mas não encontro o que estava procurando, fico feliz e ao mesmo tempo tenso, meus olhos correm ao redor de tudo, cozinha, quarto, sala, banheiro, escadas e afins. Por fim me retiro à um banho quente para curar essa ressaca, o gosto do whisk ruim ainda está na minha garganta, e o peso que sinto, esse eu sei muito bem por que.
Acendo um cigarro, preparo uma dose de vodcka, leio uns emails, trabalho um pouco.
- Rotina maldita, que horas são?
O relógio do laptop está errado, minhas mão estão erradas, sinto-me exausto mas com um vigor novo e absurdo.
- ABSURDO!
Solto esse comentário ao vento ao lembrar que preciso resolver algumas coisas... minha vida é uma zona certo? Pego a moto e saio em direção ao estádio, preciso estar lá em 2h, tenho ( ou gostaria de ter ) um compromisso ali perto.
Acordo novamente, percebi que havia sonhado, repito toda a rotina novamente, tudo está exatamente como no sonho, mas falta algo, indubitávelmente falta algo, preciso encontrar... preciso encontrar...
Pego algumas roupas espalhadas pelo chão, mais alguém dormiu aqui hoje, definitivamente sim... Penso um pouco, corro, vou ver no resto da casa, mas não encontro o que estava procurando, fico feliz e ao mesmo tempo tenso, meus olhos correm ao redor de tudo, cozinha, quarto, sala, banheiro, escadas e afins. Por fim me retiro à um banho quente para curar essa ressaca, o gosto do whisk ruim ainda está na minha garganta, e o peso que sinto, esse eu sei muito bem por que.
Acendo um cigarro, preparo uma dose de vodcka, leio uns emails, trabalho um pouco.
- Rotina maldita, que horas são?
O relógio do laptop está errado, minhas mão estão erradas, sinto-me exausto mas com um vigor novo e absurdo.
- ABSURDO!
Solto esse comentário ao vento ao lembrar que preciso resolver algumas coisas... minha vida é uma zona certo? Pego a moto e saio em direção ao estádio, preciso estar lá em 2h, tenho ( ou gostaria de ter ) um compromisso ali perto.
Acordo novamente, percebi que havia sonhado, repito toda a rotina novamente, tudo está exatamente como no sonho, mas falta algo, indubitávelmente falta algo, preciso encontrar... preciso encontrar...
Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007
Morri
Esgotado, cansado, nada afável e cruel.
E como se não fosse certo, vai caminhando, pensando do que nao devia ser, e no que realmente é, pensando decerto nas gotas da chuva que molham sua cabeça insana, caem devagar, como uma breve alucinação - Mas pode ser o álcool - pensa em voz alta e começa a rir. Trôpego pelo caminho encontra a si mesmo, numa poça d'agua.
Morri.
E como se não fosse certo, vai caminhando, pensando do que nao devia ser, e no que realmente é, pensando decerto nas gotas da chuva que molham sua cabeça insana, caem devagar, como uma breve alucinação - Mas pode ser o álcool - pensa em voz alta e começa a rir. Trôpego pelo caminho encontra a si mesmo, numa poça d'agua.
Morri.
Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007
Estranho
Mais uma estranha na minha cama, mais uma estranha na minha vida, mais uma lacuna vazia que nunca iria ser preenchida, vida de estranhos, vida estranha.
Corria, pegava o cigarro, alcool, voltava, fodia, corria, pegava mais algumas coisas voltava, fodia, e nesse rítmo levavam todo o dia, sem saber se realmente era dia ou noite, fim das horas, fim do mundo e no fim... acordavam secos, pálidos, ressaca moral mas ainda assim não o suficiente para não repetir no dia seguinte o mesmo erro em outro lugar com outras pessoas...
Fracos e fortes, ou algo além...
Estranhos.
Corria, pegava o cigarro, alcool, voltava, fodia, corria, pegava mais algumas coisas voltava, fodia, e nesse rítmo levavam todo o dia, sem saber se realmente era dia ou noite, fim das horas, fim do mundo e no fim... acordavam secos, pálidos, ressaca moral mas ainda assim não o suficiente para não repetir no dia seguinte o mesmo erro em outro lugar com outras pessoas...
Fracos e fortes, ou algo além...
Estranhos.
To move, tomove, tomov, molotov!
To move?
I'm always moving
( dont't you? )
I'm always changing
( don't you? )
Scars and fake lifes
I't all past
But if you insist
I can ask you on more cigarrete
Let's drink all this stuff
Scream and fight with all this
When we both be so tired
Maybe we can TALK
Unless still pretending be someone else
Don't you agree?
E com um pouco de agua, ele lavava o corpo, sujo e nú, daquele momento que ainda não havia conseguido digerir, quem era aquela pessoa que acordava ao seu lado? Tantas formas e ausensia de constância, tantas cores e ausência de vida...
Ele pensava em ir embora novamente, correr para um lugar novo, ele se cansa fácil não? Mas pensava também em estrangular a si mesmo por aquele pensamento e com uma vodcka ( dessa vez não uma barata, não senhor, agora bebia com estilo, ou o mais próximo possivel, os pensamentos e o comportamento ainda eram o mesmo ) na mão e os cigarros no bolso, ele sentava na sacada apos o banho, aguardava as pessoas que iam chegar e pensava no fatídico encontro do momento anterior.
Continuava a análise fútil e vazia daquela pessoa ali, e pensava oq mais poderia ser e o que mais poderia ter... mas ainda assim admirava a beleza fria que tudo isso podia ter.
SÁDICO! ;)
I'm always moving
( dont't you? )
I'm always changing
( don't you? )
Scars and fake lifes
I't all past
But if you insist
I can ask you on more cigarrete
Let's drink all this stuff
Scream and fight with all this
When we both be so tired
Maybe we can TALK
Unless still pretending be someone else
Don't you agree?
E com um pouco de agua, ele lavava o corpo, sujo e nú, daquele momento que ainda não havia conseguido digerir, quem era aquela pessoa que acordava ao seu lado? Tantas formas e ausensia de constância, tantas cores e ausência de vida...
Ele pensava em ir embora novamente, correr para um lugar novo, ele se cansa fácil não? Mas pensava também em estrangular a si mesmo por aquele pensamento e com uma vodcka ( dessa vez não uma barata, não senhor, agora bebia com estilo, ou o mais próximo possivel, os pensamentos e o comportamento ainda eram o mesmo ) na mão e os cigarros no bolso, ele sentava na sacada apos o banho, aguardava as pessoas que iam chegar e pensava no fatídico encontro do momento anterior.
Continuava a análise fútil e vazia daquela pessoa ali, e pensava oq mais poderia ser e o que mais poderia ter... mas ainda assim admirava a beleza fria que tudo isso podia ter.
SÁDICO! ;)
Terça-feira, Fevereiro 13, 2007
Colorful... wonderful... fake lifes

Some fake colors for some fake peoples and fake peoples for fake feelings...
And we all can drink once more, fall once more, up once more...
Mas essas cores falsas que te rodeiam, seriam então somente mais um subterfúgio fraco e frio... DESASTRE DESASTRE ... essas cores que por mim passam, cores sem forma, sem gosto sem som, cores core cores... DESASTRE sim sim sim DESASTRE... e por tudo isso que passa...
Eu passo!
Sábado, Fevereiro 10, 2007
Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007
mais um comentario ao vento

Como dizer mais se a única possibilidade de fazê-lo é arrancando-te do teu pedestal, arrancar-lhe todo o carisma que resta, junto com tua roupa, roubar-te um beijo para depois (voltar a) sofrer um pouco mais essa ausência que quero e não digo, que vejo e não sinto e que porventura vejo nos cantos trôpegos da vida.
E como uma pílula isso vai tomando-me pouco a pouco, até que por fim desisto para poder me libertar e começar de novo todo esse drama.
*** DRAMAQUEEN ***
Terça-feira, Janeiro 30, 2007
Palavas que teria te dito #1
Não se atire do terraço, não arranque minha cabeça
Da sua cortiça
Não beba muita cachaça, não se esqueça depressa de mim, sim?
Pense que eu cheguei de leve
Machuquei você de leve
E me retirei com pés de lã
Sei que o seu caminho amanhã
Será um caminho bom
Mas não me leve
Não me leve a mal
Me leve apenas para andar por aí
Na lagoa, no cemitério
Na areia, no mormaço
O meu coração, meu coração
Meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo
- CHICO BUARQUE
E assim... a gente vai passando e deixando passar e virando passado e passando e esquecendo e apagando e vivendo, e chorando... morrendo.
Da sua cortiça
Não beba muita cachaça, não se esqueça depressa de mim, sim?
Pense que eu cheguei de leve
Machuquei você de leve
E me retirei com pés de lã
Sei que o seu caminho amanhã
Será um caminho bom
Mas não me leve
Não me leve a mal
Me leve apenas para andar por aí
Na lagoa, no cemitério
Na areia, no mormaço
O meu coração, meu coração
Meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo
- CHICO BUARQUE
E assim... a gente vai passando e deixando passar e virando passado e passando e esquecendo e apagando e vivendo, e chorando... morrendo.
Segunda-feira, Janeiro 29, 2007
Bipolaridade - Pilula Rosa #3234
Ele não mais tentava punir o sentimento tão presente, apenas vagava por ele como alguem perdido e inócuo, buscava nisso entender um pouco mais de si, e esquecer mais um pouco do que tanto doía.
Assim, pegou seu casaco, atravessou a avenida, reto, rumo ao metrô, parou na entrada e observava ansiosamente por um rosto conhecido. Mas os passantes, cada vez mais desconhecidos o tornavam ainda mais estranho a si mesmo, que aos poucos foi perdendo forma, espaço, e tornando-se mais e mais ofuscado até sua nova personalidade olhar ao redor e pensar.
- Quanta perda de tempo hein?
Assim, pegou seu casaco, atravessou a avenida, reto, rumo ao metrô, parou na entrada e observava ansiosamente por um rosto conhecido. Mas os passantes, cada vez mais desconhecidos o tornavam ainda mais estranho a si mesmo, que aos poucos foi perdendo forma, espaço, e tornando-se mais e mais ofuscado até sua nova personalidade olhar ao redor e pensar.
- Quanta perda de tempo hein?
Quinta-feira, Janeiro 25, 2007
Narcolepsia - NO SENSE
Morre e Vive todo dia, passando desapercebido por essa vida vazia, que dia a dia desilude ainda mais, como Poe e o corvo a bater em teus umbrais, gralhando incansávelmente "NUNCA MAIS".
Meu rosto começa a clarear ainda mais, sinto-me mais morto ao raiar o dia, e nesse vai e vem sem noção, direção ou senso, ficou eu - narcoléptico - ainda vivo, mas cada vez mais morto.
A palidez que me envolve, comove teu interior, que pulsa ao ver brilhar os traços cadavéricos, com uma mente inérte, aquém de pensamentos periféricos e na tua sala de jantar se consuma o fato: Morre mais um pouco a cada segundo do teu balançar, essa figura úmida, fria e suja para amanhã novamente acordar.
Meu rosto começa a clarear ainda mais, sinto-me mais morto ao raiar o dia, e nesse vai e vem sem noção, direção ou senso, ficou eu - narcoléptico - ainda vivo, mas cada vez mais morto.
A palidez que me envolve, comove teu interior, que pulsa ao ver brilhar os traços cadavéricos, com uma mente inérte, aquém de pensamentos periféricos e na tua sala de jantar se consuma o fato: Morre mais um pouco a cada segundo do teu balançar, essa figura úmida, fria e suja para amanhã novamente acordar.
Terça-feira, Janeiro 23, 2007
Entretien entre moi et moi (avec moi)
Nunca consegui compreender essa coisa toda, quando penso que acabou, sempre tem mais um pouco. Nossos diálogos curtos são tão longos, que sinto vontade de gritar, esquecer essa coisa toda - seres humanos patéticos.
Sentado no metrô vejo passar correndo pessoas e mais pessoas, e eu simplesmente sentado ali, imóvel, estático e apático. Não me movo por não ter razões para fazê-lo, estou estagnado ali, trancafiado junto à minha mente.
O telefone toca, mais trabalho... Engraçado, antes pensei ser pessoa, tive pessoa e não satifez, hoje penso ser dinheiro, tenho bastante e não satisfaz. Penso em como isso soa clichè mas você um dia me disse que a vida era clichè, todos éramos, era inevitável.
Não fuja antes de eu terminar, não mais...
Sentado no metrô vejo passar correndo pessoas e mais pessoas, e eu simplesmente sentado ali, imóvel, estático e apático. Não me movo por não ter razões para fazê-lo, estou estagnado ali, trancafiado junto à minha mente.
O telefone toca, mais trabalho... Engraçado, antes pensei ser pessoa, tive pessoa e não satifez, hoje penso ser dinheiro, tenho bastante e não satisfaz. Penso em como isso soa clichè mas você um dia me disse que a vida era clichè, todos éramos, era inevitável.
Não fuja antes de eu terminar, não mais...
Fases..!
Se caio morto
Sei que estou mais seguro assim
Se saio torto
Sei que são os pesos sobre mim
Entre agulhas e rosas
Traço um caminho tosco
Entre poucas e rôtas rotas
Desses pés restam apenas as botas
A maquiagem começa a cair
E o palhaço a se desmanchar
O circo está fechando
Está fechando,
Para balanço...
O circo está fechando
Quanto mais perto de fechar
Mais o palhaço fica confuso
Mais trocamos o fuso
Mais escrotas vão ficando as palavras
E mais escrachadas
(e rachadas)
Vão ficando nossas faces
Fases...
Sei que estou mais seguro assim
Se saio torto
Sei que são os pesos sobre mim
Entre agulhas e rosas
Traço um caminho tosco
Entre poucas e rôtas rotas
Desses pés restam apenas as botas
A maquiagem começa a cair
E o palhaço a se desmanchar
O circo está fechando
Está fechando,
Para balanço...
O circo está fechando
Quanto mais perto de fechar
Mais o palhaço fica confuso
Mais trocamos o fuso
Mais escrotas vão ficando as palavras
E mais escrachadas
(e rachadas)
Vão ficando nossas faces
Fases...
Domingo, Dezembro 10, 2006
Other´s poetry - Orkut #123423
Don´t!
You can´t understand...
Don´t!
I just say it!
You already play´d it.
And smash your face
And broke your dreams
Don´t!
You can´t understand...
Don´t!
I just say it!
You already play´d it.
And smash your face
And broke your dreams
Don´t!
Sexta-feira, Dezembro 01, 2006
Escape
Sentado na calçada ele pensava naquela vida plástica, descartável, um cigarro na mão, um copo de vodkca na outra e assim ia levando aqueles pensamentos tão superficiais e tão inquietantes. Olhava aquela foto estranha, tentando reconhecer a pessoa que nunca foi, olhava, olhava, se sentia estranho para si mesmo.
Com isso, pegou o cigarro e a vodcka, levantou-se e pensou:
- Quem sabe se eu sentar do outro lado, todos esses pensamentos mudem, caso eu me mude, e seja uma nova pessoa, em um novo lugar.
E assim aquele escape gritava, gritava, e ele observava que ele não era ele, era ela, e ela coitada... fugia incessantemente, uma vez floripa, outra campinas, agora nova york, aquilo nunca ia parar, e sim, ELE sentia pena, mas ainda tinha um sabor sádico em tudo aquilo, um tom de "eu te avisei" junto com "tentei te ajudar" e pensava nisso e ao pensar nisso logo esquecia e tudo caia na escuridão, de onde jamais deveria ter saído.
Com isso, pegou o cigarro e a vodcka, levantou-se e pensou:
- Quem sabe se eu sentar do outro lado, todos esses pensamentos mudem, caso eu me mude, e seja uma nova pessoa, em um novo lugar.
E assim aquele escape gritava, gritava, e ele observava que ele não era ele, era ela, e ela coitada... fugia incessantemente, uma vez floripa, outra campinas, agora nova york, aquilo nunca ia parar, e sim, ELE sentia pena, mas ainda tinha um sabor sádico em tudo aquilo, um tom de "eu te avisei" junto com "tentei te ajudar" e pensava nisso e ao pensar nisso logo esquecia e tudo caia na escuridão, de onde jamais deveria ter saído.
Domingo, Novembro 26, 2006
I don't care
I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care I don't care!
Quinta-feira, Novembro 23, 2006
Chemical Life #1
Se te encontro
É por acaso que te conto
Que por mais ou menos
Uma noite inteira
Sou capaz de me apaixonar
E após passar o efeito
( sim esse é meu defeito )
Vou sair o mais breve possivel
E te abandonar
Mas não te preocupe
Acontece com todas
E não te ocupe
Meu lado da cama já está frio
E ao acordar nem o cheiro, nem a cor
Restarão nesse teu quarto sujo
Teu relato será de ódio
Tanto que:
Ou me mato ou fumo ópio
...
Mas não, passo ao teu lado
Te peço um cigarro, fósforos
E sigo novamente
Hoje é uma nova noite não?
Por que não me apaixonar novamente?
Você tem mais dessas pílulas na bolsa?
É por acaso que te conto
Que por mais ou menos
Uma noite inteira
Sou capaz de me apaixonar
E após passar o efeito
( sim esse é meu defeito )
Vou sair o mais breve possivel
E te abandonar
Mas não te preocupe
Acontece com todas
E não te ocupe
Meu lado da cama já está frio
E ao acordar nem o cheiro, nem a cor
Restarão nesse teu quarto sujo
Teu relato será de ódio
Tanto que:
Ou me mato ou fumo ópio
...
Mas não, passo ao teu lado
Te peço um cigarro, fósforos
E sigo novamente
Hoje é uma nova noite não?
Por que não me apaixonar novamente?
Você tem mais dessas pílulas na bolsa?
Rá rá rá!
Comédia essa vida não? Tão trôpega que nem percebe o que se passa, e quando passa finge não ver. Toda essa verborragia desvairada, cheia de sentimentos próprios e alheios que suportam essa tua mente fraca, franca?
Corre, disfarça a falta de coragem para bater de frente, em frente, em frente...
Vomitando palavras, plagiando versos, idéias e sentimentos, encurtando momentos, prolongando a dor, esquivando-se, em torpor, para que tuas idéias ganhem mais clareza.
Ahhh se elas ganhassem mais cores e mais vida, ainda assim seria apática, problemática, vai, cresce, e vem falar comigo.
Corre, disfarça a falta de coragem para bater de frente, em frente, em frente...
Vomitando palavras, plagiando versos, idéias e sentimentos, encurtando momentos, prolongando a dor, esquivando-se, em torpor, para que tuas idéias ganhem mais clareza.
Ahhh se elas ganhassem mais cores e mais vida, ainda assim seria apática, problemática, vai, cresce, e vem falar comigo.
Quarta-feira, Novembro 22, 2006
?
... é, é justo! não compreendo as vezes, mas sim, é justo.
Submissivamente ela dizia:
- Se é bom pra você é bom pra mim.
E a outra ela sentava e observava com nojo aquela situação enquanto discutia Proust com uma terceira que sentava ao lado...
E assim passavam noites em discussões infundadas e pseudo-intelectuais...
E eu? Apenas observava e tentanta entender... tão crianças, tão distântes, tão mutantes, tão tão...
Submissivamente ela dizia:
- Se é bom pra você é bom pra mim.
E a outra ela sentava e observava com nojo aquela situação enquanto discutia Proust com uma terceira que sentava ao lado...
E assim passavam noites em discussões infundadas e pseudo-intelectuais...
E eu? Apenas observava e tentanta entender... tão crianças, tão distântes, tão mutantes, tão tão...
To my Selfish Stranger,
We can't run away from pain forever
We can't buy pets and drinks together
We can't be happy and have plaesure
We can't be ...
We can't be we...
You told me so
I let you go
We cry over this scars
We die with our lies
You told me so
You told me so
Now, you're a cute little stranger
And selfish...
Maybe we have a drink together again
Or maybe we should dance together...
I don't know
I just know i have no sorrows
And still wanting to know you...
Maybe some other day, other life, in other lies...
We can't buy pets and drinks together
We can't be happy and have plaesure
We can't be ...
We can't be we...
You told me so
I let you go
We cry over this scars
We die with our lies
You told me so
You told me so
Now, you're a cute little stranger
And selfish...
Maybe we have a drink together again
Or maybe we should dance together...
I don't know
I just know i have no sorrows
And still wanting to know you...
Maybe some other day, other life, in other lies...
Sexta-feira, Novembro 17, 2006
Mudar, Matar, Mudar, Morrer
Mudar, mudar, mudar, mudar
pra fugir, pra fingir
pra esconder, pra escurecer
a mente já vazia
sente falta de tanta coisa
que mal sabe quem é
não sabe se é ele ou se é ela
não sabe se é dele ou se é dela
E assim vai vagando
Vagabundeando versos já parafraseados
Por outra pessoa...
Insana tanto quanto
Esperando cessar o pranto
Para continuar a errar
A errar, errar, errar, errar
pra mudar, mudar mudar, mudar
E continuar...
pra fugir, pra fingir
pra esconder, pra escurecer
a mente já vazia
sente falta de tanta coisa
que mal sabe quem é
não sabe se é ele ou se é ela
não sabe se é dele ou se é dela
E assim vai vagando
Vagabundeando versos já parafraseados
Por outra pessoa...
Insana tanto quanto
Esperando cessar o pranto
Para continuar a errar
A errar, errar, errar, errar
pra mudar, mudar mudar, mudar
E continuar...
Segunda-feira, Novembro 13, 2006
Alchool and Cigarretes
... e na falta de palavras o silêncio denúnciava tudo, eram estranhos numa noite fria e embriagada. A falta de olhares e de palavras dizia o que não podia ser dito:
- Adeus!
...
...
...
- Sim, nos perdemos em algum lugar. ... One more cigarrete?
- Adeus!
...
...
...
- Sim, nos perdemos em algum lugar. ... One more cigarrete?
Sábado, Novembro 11, 2006
Ismália
#320
depois de longo dia, em que alegria e tédio se revesaram,fazendo-nos mais ou menos confiantes no próprio dia e nos futuros. depois de termo-nos angustiado u ao outro, sem saber e querer; depois de nos termos confortado, ao menos tentado, sabendo e querendo o abrigo e o perdão. então, depois, naquela mesa exposta a intempéries (quais seriam? tantas...), naquele locus vazio e pouco ameno e...
(por Tággidi)
(por Tággidi)
Talvez ao acordar
Nada há para ser dito
Não agora, não assim
Penso que talvez deveria nunca ter partido
Ou ter partido sem mim
Minha mente confusa e obtusa
Paralisada por não querer pensar
Acha que perder é inevitável
e que esse joguinho de vaidades
o que faltam são verdades
Mas penso em ir dormir
Talvez ao acordar
(menos indisposto)
Até queira ver teu rosto
Ou por vez dele me livrar
Só sei que estou farto, e isso definitivamente é o fim.
Não agora, não assim
Penso que talvez deveria nunca ter partido
Ou ter partido sem mim
Minha mente confusa e obtusa
Paralisada por não querer pensar
Acha que perder é inevitável
e que esse joguinho de vaidades
o que faltam são verdades
Mas penso em ir dormir
Talvez ao acordar
(menos indisposto)
Até queira ver teu rosto
Ou por vez dele me livrar
Só sei que estou farto, e isso definitivamente é o fim.
Confusoes
Hey sweetie
- Sabes que preciso ir.
....
- Não, está intragável esta bebida e o ar torna-se sufocante, talvez o cigarro, talvez o assunto. Mas começa a me interessar o mecanismo desse jogo.
.....
- Sim, sim, entendo! Ninguém nunca ganha?! Qual o objetivo?
.....
- Mas isso não faz sentido! Por que você faria isso se não pensasse assim?
.....
- Hmmm entendo, é apenas um jogo. Ok, me divirto com ele, não é de todo ruim, pelo menos produz-se algo dentro dele.
...
- Ok, mas então, fale mais você, diga-me: onde estavas quando fizestes isso? E qual entrelinhas tentas ler?
E na mesa sentado ele olhava e pensava em como realmente chegara até ali, mas não tinha um resposta exata ( ou talvez tivesse esquecido há muito qual seria ), e concordava quem anos antes aquilo seria diferente, quem sabe melhor, quem sabe pior. Mas entende que ela havia começado aquele jogo, mas agora já não conseguia ( nem poderia ) para-lo, ele havia criado vida, e resistir era inútil, o jogo os consumia. Pensou então em aceitar mais aquele cigarro, afinal, o bar ainda estava aberto e sua mente inerte e ainda ébria cismava em tentar ver mais de perto.
Contudo tinha medo do que pudesse ver, e sentir nojo de si mesmo... mas tudo estava ali, logo à sua frente, precisava tomar cuidado, ou acabaria passando por cima.
"é nessas horas que sair de cena é inevitável, mas ele(a) continuava ali, estático(a) esperando por algo acontecer."
- Sabes que preciso ir.
....
- Não, está intragável esta bebida e o ar torna-se sufocante, talvez o cigarro, talvez o assunto. Mas começa a me interessar o mecanismo desse jogo.
.....
- Sim, sim, entendo! Ninguém nunca ganha?! Qual o objetivo?
.....
- Mas isso não faz sentido! Por que você faria isso se não pensasse assim?
.....
- Hmmm entendo, é apenas um jogo. Ok, me divirto com ele, não é de todo ruim, pelo menos produz-se algo dentro dele.
...
- Ok, mas então, fale mais você, diga-me: onde estavas quando fizestes isso? E qual entrelinhas tentas ler?
E na mesa sentado ele olhava e pensava em como realmente chegara até ali, mas não tinha um resposta exata ( ou talvez tivesse esquecido há muito qual seria ), e concordava quem anos antes aquilo seria diferente, quem sabe melhor, quem sabe pior. Mas entende que ela havia começado aquele jogo, mas agora já não conseguia ( nem poderia ) para-lo, ele havia criado vida, e resistir era inútil, o jogo os consumia. Pensou então em aceitar mais aquele cigarro, afinal, o bar ainda estava aberto e sua mente inerte e ainda ébria cismava em tentar ver mais de perto.
Contudo tinha medo do que pudesse ver, e sentir nojo de si mesmo... mas tudo estava ali, logo à sua frente, precisava tomar cuidado, ou acabaria passando por cima.
"é nessas horas que sair de cena é inevitável, mas ele(a) continuava ali, estático(a) esperando por algo acontecer."
Sexta-feira, Novembro 10, 2006
#321
... e naquele copo de absinto te vi falar verdades, e ouvir verdades, tudo ainda não dito, e mesmo assim sair abraçados na noite fria e solitária, sob uma luz pálida e dormir felizes...
Quinta-feira, Novembro 09, 2006
a là Roy

Diverte-me as ironias... diverte-me a falta de fatos, diverte-me os fatos, diverte-me todo o sadismo, a tristeza, as dores, os sabores e as risadas... sim.
Mas ao acordar assustado no meio da noite entendo coisas que não consigo dizer... explicar, sentir ou viver... apenas sonhos, pesadelos, coisas perdidas nessa mente doentia.
mesma coisa
Pouco me importa o silêncio, pouco me importam as palavras e entrelinhas, pouco me importa. Mas como disse... divirto-me bastante.
Tudo continua a mesma coisa, só que diferente?!
( incoerências linguísticas? por que não? a vida é tão mais... )
Tudo continua a mesma coisa, só que diferente?!
( incoerências linguísticas? por que não? a vida é tão mais... )
Porcos!
Poucos porcos, estes que rodeiam a mesa, que te fazem as festas e que ... enfim ... fazem parte da tua vida... morango, porco ou gente... no fim tudo acaba da mesma forma...
Continuo observando, eu... e meus cigarros e minha vodcka e minha vida que gira... gira e gira... ocilando entre meu humor e minha vaidade, entre os rumores e as verdades entre a tua vida e a minha, jogando e me divertindo.
Não tenho muito a dizer em entrelinhas ( bom... talvez tenha mas seja capaz de compreende-las ). Não estou sendo muito claro han? Bom tentarei, quem sabe numa próxima agora preciso sair...
Nos vemos mais tarde, talvez seja tarde mas mesmo assim não me importo.
Continuo observando, eu... e meus cigarros e minha vodcka e minha vida que gira... gira e gira... ocilando entre meu humor e minha vaidade, entre os rumores e as verdades entre a tua vida e a minha, jogando e me divertindo.
Não tenho muito a dizer em entrelinhas ( bom... talvez tenha mas seja capaz de compreende-las ). Não estou sendo muito claro han? Bom tentarei, quem sabe numa próxima agora preciso sair...
Nos vemos mais tarde, talvez seja tarde mas mesmo assim não me importo.
Quarta-feira, Novembro 08, 2006
Quinta!
Correndo correndo roendo
Corroendo
Escondendo, pretendo...
Não pretendo nada
Enquanto eu me enganar
Eu quanto eu me desagradar
( e quanto isso me desagrada )
Mas me divirto agora
Esse sorriso tosco no meu rosto
É essa lágrima seca ( tudo tão exposto )
Não consigo mais ser menos cético
Mas ainda assim interessa-me o alheio
O alheio ao mundo, alheio aos interesses mútos
Como diria Quintana:
"Estou farto desse lirismo comedido!"
E sim sinto-me farto
Um parto
Farto farto farto...
E só!
Corroendo
Escondendo, pretendo...
Não pretendo nada
Enquanto eu me enganar
Eu quanto eu me desagradar
( e quanto isso me desagrada )
Mas me divirto agora
Esse sorriso tosco no meu rosto
É essa lágrima seca ( tudo tão exposto )
Não consigo mais ser menos cético
Mas ainda assim interessa-me o alheio
O alheio ao mundo, alheio aos interesses mútos
Como diria Quintana:
"Estou farto desse lirismo comedido!"
E sim sinto-me farto
Um parto
Farto farto farto...
E só!
rsrsrs
Como o humor é inconstante não?? Pensando em tudo isso ainda assim não consigo conter o riso, é algo dúbio, algo cruel.... Começo a gostar desse joguinho sádico ( você não? ), me divirto mas o mais interessante é a sensação... algo deveras satisfatório, cruel, doloroso, e divertido.
Mas não estamos aqui para falar de mim... fale-me mais de você... ou não, pensando bem vamos falar dessa roda viva louca, não quero saber de você ( não no momento ). Nossa, essa correria, essa gritaria insana, louca... Consegue ver isso? És capaz de ver?
Não te prendas tanto.
Arranco o sapato, vou entrando, não precisa avisar, já estou à vontade e muito sem vontade ( perdi-a há pouco ), mas enfim... ocilações do humor não?
Te falei como me satisfaço com esse jogo sádico? Muito muito divertido...
Não achas?
Quanto às dificuldades, tudo é tão simples, o ponto de vista é que é subjetivo e por isso tão vivo que distorce, molda e desmolda, à vontade própria, uma inteligência burra... mas não te acanhes... divirta-se, afinal você criou as regras... eu apenas as dobrei um pouco.
Mas não estamos aqui para falar de mim... fale-me mais de você... ou não, pensando bem vamos falar dessa roda viva louca, não quero saber de você ( não no momento ). Nossa, essa correria, essa gritaria insana, louca... Consegue ver isso? És capaz de ver?
Não te prendas tanto.
Arranco o sapato, vou entrando, não precisa avisar, já estou à vontade e muito sem vontade ( perdi-a há pouco ), mas enfim... ocilações do humor não?
Te falei como me satisfaço com esse jogo sádico? Muito muito divertido...
Não achas?
Quanto às dificuldades, tudo é tão simples, o ponto de vista é que é subjetivo e por isso tão vivo que distorce, molda e desmolda, à vontade própria, uma inteligência burra... mas não te acanhes... divirta-se, afinal você criou as regras... eu apenas as dobrei um pouco.
Terça-feira, Novembro 07, 2006
Resolucoes #31468
Hoje eu vi sua cria, e ria... mas também ria pelo fato de entender como meu humor muda de um dia pro outro e as vontades e desvontades passam, e passado vai se tornando novamente, algo remoto, escasso e raso.
Mas falemos de sua cria, tão bonita, tão moldada, nas palavras dela quase via teu rosto, exposto como um outdoor e pensei - como pode querer este narciso mais que espelho? tao mimado este narciso que para ele é preciso seu reflexo no outro - e assim pensei que por isso fomos (somos) estranhos um ao outro, mais tu do que eu... hoje mais eu do que tu.
Engraçado né? Bom mais vodkca e cigarros? Hoje o bar fechará bem mais tarde e estamos estonteantemente sóbrios. Posso lhe apresentar esse amigo?
- Prazer, Acid.
......
- Como assim?
......
- Ah! Entendo, não não... outro Acid.
......
- Sim, somos parecidos mas não como ele.
......
- Não mas enfim mudemos de assunto, não quero entender e creio que seja passado, aceita um cigarro?
......
......
......
- Bom realmente preciso ir, essa conversa me cansou um pouco, mas a gente se esbarra ok? Até mais.
......
- Ok, pra vc também.
Mas falemos de sua cria, tão bonita, tão moldada, nas palavras dela quase via teu rosto, exposto como um outdoor e pensei - como pode querer este narciso mais que espelho? tao mimado este narciso que para ele é preciso seu reflexo no outro - e assim pensei que por isso fomos (somos) estranhos um ao outro, mais tu do que eu... hoje mais eu do que tu.
Engraçado né? Bom mais vodkca e cigarros? Hoje o bar fechará bem mais tarde e estamos estonteantemente sóbrios. Posso lhe apresentar esse amigo?
- Prazer, Acid.
......
- Como assim?
......
- Ah! Entendo, não não... outro Acid.
......
- Sim, somos parecidos mas não como ele.
......
- Não mas enfim mudemos de assunto, não quero entender e creio que seja passado, aceita um cigarro?
......
......
......
- Bom realmente preciso ir, essa conversa me cansou um pouco, mas a gente se esbarra ok? Até mais.
......
- Ok, pra vc também.
Segunda-feira, Novembro 06, 2006
...
... e enquanto o coração endureçe e seca sob essa vontade doentia de não mais sentir, eu assisto, de cima do muro, o desabar de todas as vontades, vantagens e desvantagens, apenas assistindo, vendo tudo ruir...
e minhas risadas são para abafar um pouco essa vontade louca de gritar... e nada mais
e minhas risadas são para abafar um pouco essa vontade louca de gritar... e nada mais
Tempo
O tempo, Ah! O tempo!
Talvez ele ajude e nada mais
Ou talvez ele mude
Ou não mude jamais
Ou talvez eu me mude
Mas nada demais
Talvez até tenha saúde
Ou nada mais...
Que me encontre fora dessas rimas
Pobres, secas e mesquinhas
As flores d'outrora que partem para teu ( meu ) velório
Tão infeliz e tão simplório
Que a propria vida faz zombaria
E das tardes em que na sacada perdia
( e o tempo não volta atrás )
Faz, faz, faz...
Ou nada mais...
Notaste as gotas de orvalho sob as arvores essa manhã, e como a lua parecia mais vazia?
Talvez ele ajude e nada mais
Ou talvez ele mude
Ou não mude jamais
Ou talvez eu me mude
Mas nada demais
Talvez até tenha saúde
Ou nada mais...
Que me encontre fora dessas rimas
Pobres, secas e mesquinhas
As flores d'outrora que partem para teu ( meu ) velório
Tão infeliz e tão simplório
Que a propria vida faz zombaria
E das tardes em que na sacada perdia
( e o tempo não volta atrás )
Faz, faz, faz...
Ou nada mais...
Notaste as gotas de orvalho sob as arvores essa manhã, e como a lua parecia mais vazia?
2:00
Não tão triste quanto você esperava, sento eu sozinho novamente, dessa vez por opção, aguardando o trem que não passa, o trem que me leve daqui. Essas insônias que controlam nossas mentes e mentem mais e mais... ao menos mais do que deveriam e menos do que poderiam. Controlo-me, vem o sono, sinto que esse sono tão ébrio há de curar um pouco esse cansaço, as dores e os laços ( que talvez nunca tenham existido ).
É mais forte que isso, todo o embaraço dessa vida trôpega e irritante, cegos, lúcidos e viajantes, o mundo torna-se ínfimo para suportar a presença, mas leva-se... como sempre, leva-se... ignora-se tudo, presente, passado, futuro... tudo e encenamos essa peça da vida reduzindo-se ao meio bêbado de sempre, onde o torpor mostra-se melhor saída e na falta de drogas utilizamos como alternativas as mãos e os lábios, para satisfazer uma vontade estranha, buscando em outros lábios sensações remotas... mortas.
Mas ainda assim continua-se a vida, finjindo, brincando, infrinjindo, buscando, aflijindo a própria alma, utilizando-se de versos alheios e palavras mal escritas, frases desconexas e sensações ridículas e ainda pensando - como podemos mudar, se sequer sabemos por onde começar ou melhor se não sabemos começar, nem conversar, nem mesmo odiar e muito menos amar? - e cambaleante sento novamente, acho que o cigarro mata-me um pouco mais nesses dias, mas não me importo, levanto, passo firme, olhar no horizonte e um tropeção na escada de saída.
São 2:00am o bar está fechando.
É mais forte que isso, todo o embaraço dessa vida trôpega e irritante, cegos, lúcidos e viajantes, o mundo torna-se ínfimo para suportar a presença, mas leva-se... como sempre, leva-se... ignora-se tudo, presente, passado, futuro... tudo e encenamos essa peça da vida reduzindo-se ao meio bêbado de sempre, onde o torpor mostra-se melhor saída e na falta de drogas utilizamos como alternativas as mãos e os lábios, para satisfazer uma vontade estranha, buscando em outros lábios sensações remotas... mortas.
Mas ainda assim continua-se a vida, finjindo, brincando, infrinjindo, buscando, aflijindo a própria alma, utilizando-se de versos alheios e palavras mal escritas, frases desconexas e sensações ridículas e ainda pensando - como podemos mudar, se sequer sabemos por onde começar ou melhor se não sabemos começar, nem conversar, nem mesmo odiar e muito menos amar? - e cambaleante sento novamente, acho que o cigarro mata-me um pouco mais nesses dias, mas não me importo, levanto, passo firme, olhar no horizonte e um tropeção na escada de saída.
São 2:00am o bar está fechando.
Domingo, Novembro 05, 2006
Agulhas, martelos, flores e concreto
penso: "linda ou mais, as vezes acho-a feia, mas constantemente me pego a divagar sobre os poréns, buscando entender algo além das entrelinhas, algo inexistente e insípido, algo tão desgostoso e ao mesmo tempo tão profundo que somente marcas consegue deixar, muito além da dor ou de qualquer resquício imaginável ou descritível, somente marcas, que sempre alguem insiste em observar e cutucar, para que ora ou outra venha a emergir essa essência sacal e cruel e aos cigarros e à vodcka retorne esse ser sem imagem nem ilusões, apenas perdido..."
Sexta-feira, Novembro 03, 2006
dobra-te
... e como uma caixa aberta ele vai esvaziando, lenta e continuamente, parte-se, quebra-se, torna-se mil de um só, busca entender e esquecer também, nessa vida dividida ele vai levando ( nada traquilo ) mas vai levando. Ao virar no fim da rua ele ve somente as mesas vazias de uma noite agitada e embriagada, uma noite como todas as outras de sua vida, uma noite para não esquecer... e ser lembrada eternamente.
Terça-feira, Outubro 24, 2006
Como poderia eu, explicar tanta coisa vivida e algumas delas nunca entendidas, algo tão inóspito quanto a própria vida, tantas vezes vivida e tão disperdiçada, momento por momento, como uma aminésia tresloucada, tantas vezes sofrida e como uma criança deslocada, vou montado meu mundo, cada vez mais egoísta e mais individual, criando coisas de sentido tão banal ( como a própria vida ).
Ao olhar ao fim do horizonte, via apenas as amarguras já presentes na alma tão decadente que perdia-se à vista, e pouco a pouco focava-se em tão poucos amores, eternos e inigualaveis os quais queria mortos... na sua mente falida, ao mesmo tempo em que revivia cada um em poucas palavras, talvez uma música, talvez um momento...
Acordo, olho para os lados, apenas minha garrafa de vodcka novamente e os cigarros já amassados de uma noite louca, de uma vida rota, sem sentido... acendo-os, existe mais alguém no quarto, me assusto, ascendo a luz... uma criança... será minha? Não, impossível essa semente jamais se espalharia novamente, olho bem, não é criança é demônio e não é minha e sim de alguem mais perdido, ouço passos nessa insípida hora, sao os donos de tal ser, que vem checar a hora de desgarrado ser que dorme nessa rede. O calor me sufoca, preciso de algo para dormir, o copo fica cheio o máximo que pode, o cigarro suprime o oxigenio do cérebro e me entorpeço até desacordar de forma tão inadequada quanto à que vim ao mundo, um erro, uma passagem, enfim algo nada programado.
Sonho com coisas impossíveis, onde está? onde está? procuro incessantemente aquele plástico preto, não encontro, volto a dormir e logo acordo novamente com o som do meu próprio coração, impossível dormir assim, entorpeço-me novamente até a luz tornar-se turva e meu coração diminuir lentamente as batidas, sinto o sopro de vida que insiste em continuar em mim, é hora de dormir, sustento-me, aguento-me, é preciso responsábilidades, por mais que eu as ignore, elas que mantém meus vicios e virtudes, elas que me mantém lúcido, elas que insistem em permanecer nessa vida patética e apática, tornando-se vergonhoso existir, quem sabe, quem sabe um dia isso acabe, tudo de certo, ou mais errado ainda, contudo vamos vivendo, buscando algo para valer a pena... e leio novamente o livro, abro exatamente no trecho leio e sinto-me só novamente:
"I realise the sad truth. Coke bores me, it bores us all. We're jaded cunts, in a scene we hate, a city we hate, pretending that we're at the centre of the universe, trashing ourselves with crap drugs to stave off the feeling that real life is happening somewhere else, aware that all we're doing is feeding that paranoia and disenchantment, yet somehow we're too apathetic to stop. Cause, sadly, there's nothing else of interest to stop for."
Definitivamente existe algo de mim nisso, e nenhum entregador atente ou está dormindo, acho que o melhor é eu dormir, mas essa insanidade não me deixa, vou sair, buscar, passear, esfriar a kbça quem sabe assim consigo algo ou esqueça tudo de uma vez, mas definitivamente existe algo de mim nesse trecho, e em todo o resto do livro.
Ao olhar ao fim do horizonte, via apenas as amarguras já presentes na alma tão decadente que perdia-se à vista, e pouco a pouco focava-se em tão poucos amores, eternos e inigualaveis os quais queria mortos... na sua mente falida, ao mesmo tempo em que revivia cada um em poucas palavras, talvez uma música, talvez um momento...
Acordo, olho para os lados, apenas minha garrafa de vodcka novamente e os cigarros já amassados de uma noite louca, de uma vida rota, sem sentido... acendo-os, existe mais alguém no quarto, me assusto, ascendo a luz... uma criança... será minha? Não, impossível essa semente jamais se espalharia novamente, olho bem, não é criança é demônio e não é minha e sim de alguem mais perdido, ouço passos nessa insípida hora, sao os donos de tal ser, que vem checar a hora de desgarrado ser que dorme nessa rede. O calor me sufoca, preciso de algo para dormir, o copo fica cheio o máximo que pode, o cigarro suprime o oxigenio do cérebro e me entorpeço até desacordar de forma tão inadequada quanto à que vim ao mundo, um erro, uma passagem, enfim algo nada programado.
Sonho com coisas impossíveis, onde está? onde está? procuro incessantemente aquele plástico preto, não encontro, volto a dormir e logo acordo novamente com o som do meu próprio coração, impossível dormir assim, entorpeço-me novamente até a luz tornar-se turva e meu coração diminuir lentamente as batidas, sinto o sopro de vida que insiste em continuar em mim, é hora de dormir, sustento-me, aguento-me, é preciso responsábilidades, por mais que eu as ignore, elas que mantém meus vicios e virtudes, elas que me mantém lúcido, elas que insistem em permanecer nessa vida patética e apática, tornando-se vergonhoso existir, quem sabe, quem sabe um dia isso acabe, tudo de certo, ou mais errado ainda, contudo vamos vivendo, buscando algo para valer a pena... e leio novamente o livro, abro exatamente no trecho leio e sinto-me só novamente:
"I realise the sad truth. Coke bores me, it bores us all. We're jaded cunts, in a scene we hate, a city we hate, pretending that we're at the centre of the universe, trashing ourselves with crap drugs to stave off the feeling that real life is happening somewhere else, aware that all we're doing is feeding that paranoia and disenchantment, yet somehow we're too apathetic to stop. Cause, sadly, there's nothing else of interest to stop for."
Definitivamente existe algo de mim nisso, e nenhum entregador atente ou está dormindo, acho que o melhor é eu dormir, mas essa insanidade não me deixa, vou sair, buscar, passear, esfriar a kbça quem sabe assim consigo algo ou esqueça tudo de uma vez, mas definitivamente existe algo de mim nesse trecho, e em todo o resto do livro.
Terça-feira, Outubro 17, 2006
Eu queria saber em qual esquina, que eu esqueci de olhar para trás e perdi o senso, a razão, a emoção e tudo o que fazia de mim mais humano. Queria saber também como, COMO ainda assim consegui existir!!
Segunda-feira, Outubro 16, 2006
Escuro
Não mais criar
Sim, sim!!
Destruir
Não mais se irritar
Sim, sim!!
Iludir
Para que as névoas de além-mar
Tragam boas novas
E que as tréguas de não amar
Não tornem-se retrógradas
E nesse vai e vem desconexo
Nada espiritual apenas sexo
O corpo já exaurido
Guia-se no escuro, quase fugido
Esqueirando-se pelo quarto
Fingindo não ser, nem estar apto
Ele só quer sumir
E nada mais...
Sim, sim!!
Destruir
Não mais se irritar
Sim, sim!!
Iludir
Para que as névoas de além-mar
Tragam boas novas
E que as tréguas de não amar
Não tornem-se retrógradas
E nesse vai e vem desconexo
Nada espiritual apenas sexo
O corpo já exaurido
Guia-se no escuro, quase fugido
Esqueirando-se pelo quarto
Fingindo não ser, nem estar apto
Ele só quer sumir
E nada mais...
Já cansado, chegou em casa, tomou um banho para tirar toda aquela sujeira do seu corpo, o cheiro, a dor, o cansaço, tudo isso o destruia pouco a pouco e pensava "não sei o que me mata mais, essa vida ou a falta dela", e construia dentro de si algo novo, e já não mais se sentia útil... seu cérebro funciona, suas mãos executam o trabalho, ele é elogiado, mas nada mais importa.
Queria saber o que aconteceria, se realmente tivesse sido verdade, se aquela sensação não fosse apenas uma ilusão química, ainda lembrava do prazer da sensação de dever cumprido e tarefa finalizada, mas ainda assim... queria respostas que nunca irá ter.
Era fácil perceber como tudo se invertera, ele agora tão cruel e frio ... e a outra parte como mudara e tudo ficara tão distânte, que não mais podiam ver como isso acontecera, e que eram novamente tão próximos, e por isso ele evitava tanto isso, já não desejava tanto, mas esse pensamento era claro como jamais fora em toda sua vida, mas ainda assim doía o fato de não poder fazer nada, nem mesmo usar um pouco mais pois já havia acabado e agora só lhe restava o sono, o cansaço, e um último cigarro... que resolveu guardar para a insônia que viria após 4mg de rivotril...
Queria saber o que aconteceria, se realmente tivesse sido verdade, se aquela sensação não fosse apenas uma ilusão química, ainda lembrava do prazer da sensação de dever cumprido e tarefa finalizada, mas ainda assim... queria respostas que nunca irá ter.
Era fácil perceber como tudo se invertera, ele agora tão cruel e frio ... e a outra parte como mudara e tudo ficara tão distânte, que não mais podiam ver como isso acontecera, e que eram novamente tão próximos, e por isso ele evitava tanto isso, já não desejava tanto, mas esse pensamento era claro como jamais fora em toda sua vida, mas ainda assim doía o fato de não poder fazer nada, nem mesmo usar um pouco mais pois já havia acabado e agora só lhe restava o sono, o cansaço, e um último cigarro... que resolveu guardar para a insônia que viria após 4mg de rivotril...
Vidinha...
É engraçado notar como vai esvaindo-se a vida e a chama que se conserva sob as pessoas, observar a decadencia do brilho e já não mais admirar a mente, e tudo que se sente é culpa.
É estranho sentir essa lucidez ( um pouco entorpecida, talvez pela luz talvez pela vida ) surgir, e emergir novamente num caos pouco provável mas real, mostrando-se pouca, mas suficiente para entender o erro, mas ainda assim pensar em errar... provar novos sabores, mesmo tento experimentado diversos.
Quem sou eu pra julgar o gosto sujo do beijo amargo e mal dado ou um suave sussurro dentro da tua boca como um pedaço de nuvem... apenas sei, e sinto que não mais estou aqui e ja não me ridicularizo, apenas pesquiso e esquivo a cada tentativa... fica facil, com o tempo vc aprende, e ve q nada se repete, nem ninguém, nem o tempo, nem a vida.
É estranho sentir essa lucidez ( um pouco entorpecida, talvez pela luz talvez pela vida ) surgir, e emergir novamente num caos pouco provável mas real, mostrando-se pouca, mas suficiente para entender o erro, mas ainda assim pensar em errar... provar novos sabores, mesmo tento experimentado diversos.
Quem sou eu pra julgar o gosto sujo do beijo amargo e mal dado ou um suave sussurro dentro da tua boca como um pedaço de nuvem... apenas sei, e sinto que não mais estou aqui e ja não me ridicularizo, apenas pesquiso e esquivo a cada tentativa... fica facil, com o tempo vc aprende, e ve q nada se repete, nem ninguém, nem o tempo, nem a vida.
Quinta-feira, Outubro 12, 2006
rápido!

Todo esse sangue que corre entre nós, misturado com tantas coisas, e com tanta dor... a insanidade pode ser temporária e a dor por não ser eterna... mas dói... e agora doi ainda mais, não consigo entender essa loucura dentro de mim, esses sentimentos essa coisa que consome.
Enquanto tu me comes
Minha carne se consome
Meu suor te mata
Minha mão te cata
Vejo a cor que corre do teu braço
E sinto o liguido escorrer
Primeiramente quente
Gelando rapidamente como se fosse natural
E ao som de outra musica
Volto ao meu momento banal
Ouvindo minhas palavras
Dentro da minha propria imaginação
Se eu conseguir sair daqui, se eu conseguir sair de mim, essa casca que me enoja, esse ser que me corrói, existe uma luz que brilha para mim, mas está se apagando, por não se manter ou por eu não conseguir mante-la... e sozinho novamente, europa, paris, londres, dinheiro, minha mente confunde tudo... amanhã tomo um café ao lado do Tejo ou quem sabe um bom vinho em Toscana.
Até mais
Acordar
Intragavel, insuportável, boca seca, mente cheia, corpo cansado olhos sonolentos e vida louca. Assim acordo mais um dia, esse calor insuportável me faz surtar, tento abstrair a idéia mas acabo retornando, o som ainda bate na minha cabeça como um martelo, meu coração está mais acelerado doque quando cheguei. Não sei até que ponto estive sonhando e onde entramos na realidade. Sim, incrível, nunca imaginei tão forte assim, a sensação me destrói e me anima, o peito aperta, sufoca, quero gritar mas não posso, não sai nada.
Tento tocar a fechadura, mas a vontade de chegar até ela não é tão grande quanto a de continuar deitado, olhando ao redor, tentando entender a noite passada, quem são essas pessoas estranhas? onde eu estou? Olho pela janela e reconheço o lugar, estou longe de casa... casa, não tenho bem uma casa, estou longe de onde deveria estar. Aos poucos as pessoas acordam uma a uma, famintas, algumas com a mesma cara que eu, outras felizes, outras mais tristes mas todas se perguntando - continuamos? - e aquilo dura por dias a fio.
Não sei se deveria ter ficado, o fato é que fiquei e que não tem volta, esse mundo me envolve, me engole, sinto falta de algo que não conheço, talvez eu sinta falta da monótona normalidade de outrora, de tudo que me castigava o coração, a alma. Meu desejo sadista consome os segundos, faz com que me sinta vazio, vadio, um mendigo, um louco, simplesmente um sádico.
Acho que deveria partir agora, o ar está sufocando, já não suporto o cheiro da fumaça, o espelho ainda está branco, e esses papeis pelo chão... chega, não quero mais... não... eu quero sim... quero o fim e quero mais, quero tudo e nada, quero que acabe e que começe novamente... meus braços, amaços quero normalidade, dentro de tanta insanidade.
Tento tocar a fechadura, mas a vontade de chegar até ela não é tão grande quanto a de continuar deitado, olhando ao redor, tentando entender a noite passada, quem são essas pessoas estranhas? onde eu estou? Olho pela janela e reconheço o lugar, estou longe de casa... casa, não tenho bem uma casa, estou longe de onde deveria estar. Aos poucos as pessoas acordam uma a uma, famintas, algumas com a mesma cara que eu, outras felizes, outras mais tristes mas todas se perguntando - continuamos? - e aquilo dura por dias a fio.
Não sei se deveria ter ficado, o fato é que fiquei e que não tem volta, esse mundo me envolve, me engole, sinto falta de algo que não conheço, talvez eu sinta falta da monótona normalidade de outrora, de tudo que me castigava o coração, a alma. Meu desejo sadista consome os segundos, faz com que me sinta vazio, vadio, um mendigo, um louco, simplesmente um sádico.
Acho que deveria partir agora, o ar está sufocando, já não suporto o cheiro da fumaça, o espelho ainda está branco, e esses papeis pelo chão... chega, não quero mais... não... eu quero sim... quero o fim e quero mais, quero tudo e nada, quero que acabe e que começe novamente... meus braços, amaços quero normalidade, dentro de tanta insanidade.
Segunda-feira, Setembro 25, 2006
Desconexo
Enquanto eles se odiavam, a cama fria esquentava com tanta angústia, a dor e a palpitação do encontro era fugaz e eles se evitavam, se corroiam enfrentavam seus próprios pesadelos e criavam eles também, era impossível conviver com tanta incoerência e dor. O cheiro, as lembranças, tudo, tudo oq os cercava ainda estava lá, com exceção dos móveis e dos amores perdidos, tudo era igual, e lembrava a mesma dor.
Talvez a perda fosse menor se estivessem mais próximos ou mais distântes do que estavam, tudo era incoerente, o centro havia se perdido, ambos voltaram a ser crianças assustadas e perdidas meio à uma multidão invisível e não se tocavam, não se falavam, nem buscavam entender apenas queriam que passasse, e que o passado fosse embora, sumisse, quem sabe esqueçer. Nada era tão fácil, eles se evitavam tanto ao ponto de não esquecerem um ao outro, ao menos ele não esquecia. O terceiro ser há muito estava perturbando a mente de ambos, e ambos o querem (queriam) de volta.
Como sempre, ele ali, sentado ao canto, tentando pensar. Um cigarro numa mão um copo na outra, entorpecer-se era a saída mais facil, mais viável e mais possível no momento. Sempre foi assim, ainda mais agora, isso havia aumentado, e tomado uma forma gigantesca. Ele perdia-se em si mesmo e ela... simplesmente não se sabia. Sofria calada, por ele ou por outros ou outras, por sua vida vazia, sua nova vida vazia, e isso fazia dela um ser menor, cada vez mais, mas ainda palpitava a sensação de encontrá-la e aos poucos ele também entorpecia isso em sua mente.
Parada para o cigarro, e essa coisa branca que não sai da sua mente, que mente, engana entorpece e agora sente-se melhor, é temporário, mas a felicidade é assim. Talvez amanhã seja um último dia, talvez nunca mais talvez seja para sempre o nada ou talvez nada seja para sempre.
Talvez a perda fosse menor se estivessem mais próximos ou mais distântes do que estavam, tudo era incoerente, o centro havia se perdido, ambos voltaram a ser crianças assustadas e perdidas meio à uma multidão invisível e não se tocavam, não se falavam, nem buscavam entender apenas queriam que passasse, e que o passado fosse embora, sumisse, quem sabe esqueçer. Nada era tão fácil, eles se evitavam tanto ao ponto de não esquecerem um ao outro, ao menos ele não esquecia. O terceiro ser há muito estava perturbando a mente de ambos, e ambos o querem (queriam) de volta.
Como sempre, ele ali, sentado ao canto, tentando pensar. Um cigarro numa mão um copo na outra, entorpecer-se era a saída mais facil, mais viável e mais possível no momento. Sempre foi assim, ainda mais agora, isso havia aumentado, e tomado uma forma gigantesca. Ele perdia-se em si mesmo e ela... simplesmente não se sabia. Sofria calada, por ele ou por outros ou outras, por sua vida vazia, sua nova vida vazia, e isso fazia dela um ser menor, cada vez mais, mas ainda palpitava a sensação de encontrá-la e aos poucos ele também entorpecia isso em sua mente.
Parada para o cigarro, e essa coisa branca que não sai da sua mente, que mente, engana entorpece e agora sente-se melhor, é temporário, mas a felicidade é assim. Talvez amanhã seja um último dia, talvez nunca mais talvez seja para sempre o nada ou talvez nada seja para sempre.
Jantar a três
Por mais que a gente quisesse esquecer o que havia passado, eram inúteis as tentativas de fuga, estávamos atados uns aos outros, de forma doentia e cruel. Éramos carne um para o outro, apoio e dependêcia. Já não se faziam drogas como antigamente, e ali sentado no chão, observava calma e atentamente aqueles braços branco-avermelhados, esticados, os elásticos. Sentia falta do calor, ao mesmo tempo desejando o frio intenso que toda aquela situação me trazia.
A mesa de vidro posta, era hora de refeição, ao lado uma caixa de empadas frias, uma garrafa de vodcka um suco ruim e uma coca-cola se faziam esquecer num canto da mesa, mas sim mesa estava posta. O vidro transparecia, via-se os pés através dele, e nele, todo aquele pó branco incandecente, indecentemente atraente, nos convidava para o jantar. Obviamente o prato principal éramos nós, pouco a pouco consumidos, sumindo em nós mesmos e nos nossos próprios desesperos, nos gritos sussurrados aos ouvidos mudos, esperando do mundo algo que nos arrancasse daquela fossa, e enquanto esperávamos, ardiamo-nos e espetavamo-nos.
- Onde está o rivotril?
- Não sei, você pode me dar o sinto e o isqueiro?
- Tá aí do seu lado, pega você.
E passos e portas se ouviam, mas não era ninguém, apenas nós mesmos, ou talvez sequer o barulho existisse, quem saberia? Estavamos muito além de qualquer vida, ou sentido de viver existente, o sexo ainda era bom, e nossa relação parasitária mútua era definitivamente suficiente para ambos e acomodamo-nos assim mesmo. Ao fim da noite, os tres deitavam na cama fritando, odiando tudo e todos inclusive nós mesmos, a depressão batia, a noite chegava ao fim às 11h da manhã, os choros silenciosos ao meu lado rasgavam-me em dois, e não sobrava espaço para o meu próprio sofrimento.
Mas uma coisa era nítida, estavamos em uma canoa furada, e a água batia no peito, era hora de alguma consequência, cedo ou tarde.
( Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas )
A mesa de vidro posta, era hora de refeição, ao lado uma caixa de empadas frias, uma garrafa de vodcka um suco ruim e uma coca-cola se faziam esquecer num canto da mesa, mas sim mesa estava posta. O vidro transparecia, via-se os pés através dele, e nele, todo aquele pó branco incandecente, indecentemente atraente, nos convidava para o jantar. Obviamente o prato principal éramos nós, pouco a pouco consumidos, sumindo em nós mesmos e nos nossos próprios desesperos, nos gritos sussurrados aos ouvidos mudos, esperando do mundo algo que nos arrancasse daquela fossa, e enquanto esperávamos, ardiamo-nos e espetavamo-nos.
- Onde está o rivotril?
- Não sei, você pode me dar o sinto e o isqueiro?
- Tá aí do seu lado, pega você.
E passos e portas se ouviam, mas não era ninguém, apenas nós mesmos, ou talvez sequer o barulho existisse, quem saberia? Estavamos muito além de qualquer vida, ou sentido de viver existente, o sexo ainda era bom, e nossa relação parasitária mútua era definitivamente suficiente para ambos e acomodamo-nos assim mesmo. Ao fim da noite, os tres deitavam na cama fritando, odiando tudo e todos inclusive nós mesmos, a depressão batia, a noite chegava ao fim às 11h da manhã, os choros silenciosos ao meu lado rasgavam-me em dois, e não sobrava espaço para o meu próprio sofrimento.
Mas uma coisa era nítida, estavamos em uma canoa furada, e a água batia no peito, era hora de alguma consequência, cedo ou tarde.
( Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas )
Sexta-feira, Setembro 22, 2006
Para não esquecer de Caio
... e então ao abrir a geladeira, só pude notar aquele pote enorme cheio de morangos vistosos, grandes e bem bonitos de se observar, daqueles para se degustar lentamente, primeiro com os olhos e em seguida deliciar-se com o visual, depois saborear com a mente o gosto de cada um deles, um a um, lentamente.
O desejo de consumi-los inteira e intensamente, parte por parte, era grotesto, quase algo animalesco. Eu os imaginava eternamente dentro de mim, e a idéia soava pitoresca e assemelhava-se à um sonho. Em seguida veio aquele frio na barriga, o medo e ao mesmo tempo a intensa vontade de tê-los a todo custo. Só a idéia me trazia um êxtrase intenso, e consumi-los seria uma passagem só de ida à um nirvana superior, ou algo proximo à ele.
Cada segundo era uma badalada no meu coração que já não aguentava mais a espera, aqueles poucos segundos estavam parecendo se transformar em uma eternidade, que mas tarde viria por se provar verdadeira. Enfim fui chegando mais perto e mais perto, abaixei-me para ver e sentir melhor aquilo que tanto me afligia e me despertava tanto desejo.
A princípio era prazeroso, mas fui olhando mais de perto e com mais atenção, havia algo estranho. Primeiro era no visual, estavam estranhamente esverdeados, cobertos de uma crosta estranha e suja, e um parecia contagiar o outro de tal forma brutal que todos haviam sido maculados - dificil pensar qual deles teria começado tudo aquilo, ou se haviam começado ou se apenas sempre foram assim - com aquela podridão, e assim o que parecia maravilhoso tornou-se pouco a pouco intragável e foi virando lixo, e no lixo me observavam calma e friamente, como se ignorassem o que realmente eram e onde haviam ido parar. Então percebi que não me observavam e sim convidavam e éramos todos perdidos dentro de uma lata, meros morangos mofados.
(Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas)
O desejo de consumi-los inteira e intensamente, parte por parte, era grotesto, quase algo animalesco. Eu os imaginava eternamente dentro de mim, e a idéia soava pitoresca e assemelhava-se à um sonho. Em seguida veio aquele frio na barriga, o medo e ao mesmo tempo a intensa vontade de tê-los a todo custo. Só a idéia me trazia um êxtrase intenso, e consumi-los seria uma passagem só de ida à um nirvana superior, ou algo proximo à ele.
Cada segundo era uma badalada no meu coração que já não aguentava mais a espera, aqueles poucos segundos estavam parecendo se transformar em uma eternidade, que mas tarde viria por se provar verdadeira. Enfim fui chegando mais perto e mais perto, abaixei-me para ver e sentir melhor aquilo que tanto me afligia e me despertava tanto desejo.
A princípio era prazeroso, mas fui olhando mais de perto e com mais atenção, havia algo estranho. Primeiro era no visual, estavam estranhamente esverdeados, cobertos de uma crosta estranha e suja, e um parecia contagiar o outro de tal forma brutal que todos haviam sido maculados - dificil pensar qual deles teria começado tudo aquilo, ou se haviam começado ou se apenas sempre foram assim - com aquela podridão, e assim o que parecia maravilhoso tornou-se pouco a pouco intragável e foi virando lixo, e no lixo me observavam calma e friamente, como se ignorassem o que realmente eram e onde haviam ido parar. Então percebi que não me observavam e sim convidavam e éramos todos perdidos dentro de uma lata, meros morangos mofados.
(Kléderson Bueno - e algumas lembranças encaixotadas)
Segunda-feira, Setembro 11, 2006
Não tenho certeza, mas acho que ainda sou eu, e um pouco menos, um pouco mais, quem sabe, lutando com as incertezas do mundo, procurando meu mundo. Quem sou eu?
Segunda-feira, Setembro 04, 2006
poesias de orkut II
de forma extasiada
cada peça de mim
quanto mais assustada
foge rancorosa assim
mais a mais e cada dia
um pedaço, seco desvia
ao sentido verdadeiro de seguir
tão insano e inconsequente
veio por tornar-se dormente
por dores que já não mais sente
e pelas flores...
sim, demente!
cada peça de mim
quanto mais assustada
foge rancorosa assim
mais a mais e cada dia
um pedaço, seco desvia
ao sentido verdadeiro de seguir
tão insano e inconsequente
veio por tornar-se dormente
por dores que já não mais sente
e pelas flores...
sim, demente!
Segunda-feira, Agosto 28, 2006
Flores, Vermes e retardados
Se possível explicar
As cores desta mazela
Do sangue e das velas
Que estão a salpicar
Nas janelas dos sobrados
Porcos e vermes nada encantados
Conseguiriam te mostrar
O baixo breve tom de pele
Do frio insano de tal neve
Cria-se torno a torturar
A mão que dava e retirava
O prazer a dor e o pesar
Ao momento em que atirava
A si própria àquele mar
Fez então entender
A vontade que só ela tinha
Que nessa vida que definha
Só pensou um pouco amar
E aos estragos já causados
Espinhos e rasgos cauterizados
Este veio à abrir
Cada um à teus bocados
Vermes, flores e retardados
Aos poucos hão de vir
Vermes, flores e retardados
Pouco a pouco a despedir
Vai, vai vai...
As cores desta mazela
Do sangue e das velas
Que estão a salpicar
Nas janelas dos sobrados
Porcos e vermes nada encantados
Conseguiriam te mostrar
O baixo breve tom de pele
Do frio insano de tal neve
Cria-se torno a torturar
A mão que dava e retirava
O prazer a dor e o pesar
Ao momento em que atirava
A si própria àquele mar
Fez então entender
A vontade que só ela tinha
Que nessa vida que definha
Só pensou um pouco amar
E aos estragos já causados
Espinhos e rasgos cauterizados
Este veio à abrir
Cada um à teus bocados
Vermes, flores e retardados
Aos poucos hão de vir
Vermes, flores e retardados
Pouco a pouco a despedir
Vai, vai vai...
Quarto quarto
Num estado que só ela
Fez assim pestanejar
Que há sobrado só mazela
Para a noite te contar
Tão vazio o quarto dela
Tão vazio o quarto dela
Sente-se e acomode-se
Vem assistir o terremoto
De momentos sem remorso
Da vida que só ela
Consegue explicar
Tão vazio o quarto dela
Tão vazio o quarto dela
E pouco a pouco extende-se
Numa bruma de além mar
Para o mar que nunca remo
Para o mar de enganar
E lá, nessa areia insana
Cidade profana
Não há ela de pisar
Tão vazio o quarto dela
Tão vazio o quarto dela
Fez assim pestanejar
Que há sobrado só mazela
Para a noite te contar
Tão vazio o quarto dela
Tão vazio o quarto dela
Sente-se e acomode-se
Vem assistir o terremoto
De momentos sem remorso
Da vida que só ela
Consegue explicar
Tão vazio o quarto dela
Tão vazio o quarto dela
E pouco a pouco extende-se
Numa bruma de além mar
Para o mar que nunca remo
Para o mar de enganar
E lá, nessa areia insana
Cidade profana
Não há ela de pisar
Tão vazio o quarto dela
Tão vazio o quarto dela
mate-se
À rima torta e inerente
Tão distinda e inconsequente
Atar-se-á a tais correntes
Para não mais se suicidar
De forma bela e tão singela
Tão fogosa e tão sincera
De tentar se extinguir
Mas é forte tal donzela
Tão maluca que só ela
Acabar-se-á por fim
Arrebentando as paredes
e fugindo da propria fuga
Há novamente de existir
E por mais vezes há de tentar
À sua fraqueze (e beleza) extinguir
Tão distinda e inconsequente
Atar-se-á a tais correntes
Para não mais se suicidar
De forma bela e tão singela
Tão fogosa e tão sincera
De tentar se extinguir
Mas é forte tal donzela
Tão maluca que só ela
Acabar-se-á por fim
Arrebentando as paredes
e fugindo da propria fuga
Há novamente de existir
E por mais vezes há de tentar
À sua fraqueze (e beleza) extinguir
Sexta-feira, Agosto 25, 2006
We have a winner
I don't give a fuck
Pretending be someone else
I'll cach the taxi
I would like to hurt
To hurt you
And to hurt myselft
If you come back
I'll say: No thanks, please the next
And if you stay home
I can give you one more money
Just keep watching
You lose yourself
Just keep losing
Maybe i can win else
Just keep losing
You lose me
And i lose myself
Pretending be someone else
I'll cach the taxi
I would like to hurt
To hurt you
And to hurt myselft
If you come back
I'll say: No thanks, please the next
And if you stay home
I can give you one more money
Just keep watching
You lose yourself
Just keep losing
Maybe i can win else
Just keep losing
You lose me
And i lose myself
Rápido, Rápido!
Agulhas e pecados
Tormentas e tornados
Cada um para o seu lado
E vamos embora daqui
Rápido, Rápido!!!
Tormentas e tornados
Cada um para o seu lado
E vamos embora daqui
Rápido, Rápido!!!
Pretty tiny lady
You play this song
I make it wrong
I scape from you
And you let me behind
Just keep singing
In my sick mind
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
It's not right
I cant see the bright
I saw a thing
What i left behind
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
I don't have to feel
Your heart is steel
I try to find
You make me blind
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
I give you kiss
You let me this
Sparking my soul
And you told me so
But i don't have to blow
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
Did you like to hurt?
Then hurt me!
Did you like to left?
Then leftme!
Did you like to love?
Then love me...
I make it wrong
I scape from you
And you let me behind
Just keep singing
In my sick mind
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
It's not right
I cant see the bright
I saw a thing
What i left behind
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
I don't have to feel
Your heart is steel
I try to find
You make me blind
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
I give you kiss
You let me this
Sparking my soul
And you told me so
But i don't have to blow
Pretty tiny lady
Strange shine lazy
Did you like to hurt?
Then hurt me!
Did you like to left?
Then leftme!
Did you like to love?
Then love me...
nothing else
A kiss and a hold
Rock and folk
Peace, i told
So blow me!
A steak of meat
A strange i meet
This fuck day latter
So blow me!
Rock and folk
Peace, i told
So blow me!
A steak of meat
A strange i meet
This fuck day latter
So blow me!
Recomponha-se
Se contar-te-ei histórias tolas
Revelar-te-á rainha de coroas
Pobre e despejada
Sob uma tristeza velada
E os olhos de um Faquir
Atenta e violenta
Como a calmaria que há por vir
E insanamente bela
Caricatura e mazela
A dor que só ela
Conseguiu gerir (e gerar)
Aparte as partes
Tão descontentes
Que se submente às correntes
Para parar de gritar
E tão inconsequentes
Que põe-se a chorar
Mágoas minguadas
Estranhas, estilhaçadas
Sem nó o pó
Que por tempo consumia
Em vez de ser consumido
E sem avisar foi substituido
Por essa vontade de brincar
Fingir não ter cinza nas horas
E fugir...
Pra nunca mais voltar...
Revelar-te-á rainha de coroas
Pobre e despejada
Sob uma tristeza velada
E os olhos de um Faquir
Atenta e violenta
Como a calmaria que há por vir
E insanamente bela
Caricatura e mazela
A dor que só ela
Conseguiu gerir (e gerar)
Aparte as partes
Tão descontentes
Que se submente às correntes
Para parar de gritar
E tão inconsequentes
Que põe-se a chorar
Mágoas minguadas
Estranhas, estilhaçadas
Sem nó o pó
Que por tempo consumia
Em vez de ser consumido
E sem avisar foi substituido
Por essa vontade de brincar
Fingir não ter cinza nas horas
E fugir...
Pra nunca mais voltar...
Next Spring
Each word
And no sense
Each part
And no sense
Feel a hart
And no sense
Bring and stay
A fake rose
A strange way
A ancient love
And a fucking day
Spring, look at the flowers
Sing, and make yours own towers
In your way
In your way
Keep close
Do not stay away
And no sense
Each part
And no sense
Feel a hart
And no sense
Bring and stay
A fake rose
A strange way
A ancient love
And a fucking day
Spring, look at the flowers
Sing, and make yours own towers
In your way
In your way
Keep close
Do not stay away
Minha cama
Insana!! Insana!!
As palavras que saem de ti
Profana!! Profana!!
Os desejos que te fazem rir
O despejo dos desesperados
Enganados!! Enganados!
Tentam me iludir
Pobres coitados
Passar-se-ão a noite a fugir
No puir de teus sobrados
Armados!! Armados!!
Como a noite a rugir
Sentados e cansados
Cada segundo por vir
Intragável e triturados
Pedaço por pedaço
A carne viva de ti
Insana!! Insana!!
Cortinas e roldanas
Cada cenário do povir
Sob as camas
O incesto e ao sucumbir
A tal disvirtuosa fama
Insana!! Insana!!
Foge e sai daqui!
As palavras que saem de ti
Profana!! Profana!!
Os desejos que te fazem rir
O despejo dos desesperados
Enganados!! Enganados!
Tentam me iludir
Pobres coitados
Passar-se-ão a noite a fugir
No puir de teus sobrados
Armados!! Armados!!
Como a noite a rugir
Sentados e cansados
Cada segundo por vir
Intragável e triturados
Pedaço por pedaço
A carne viva de ti
Insana!! Insana!!
Cortinas e roldanas
Cada cenário do povir
Sob as camas
O incesto e ao sucumbir
A tal disvirtuosa fama
Insana!! Insana!!
Foge e sai daqui!
Quarta-feira, Agosto 23, 2006
In Sônia
Se a vida fosse só palavras
E se o mundo girasse em torno de ti
Ainda assim, ainda assim seriam só palavras
Versos soltos, ao léo
Ao vento
E o vento?
Que sobre teus cabelos sopra
Que me traz teu cheiro todos os dias
E que me assusta a noite
(sim o barulho que faz)
Me faz pensar que estás voltando
Mas nunca volta
E se o mundo girasse em torno de ti
Ainda assim, ainda assim seriam só palavras
Versos soltos, ao léo
Ao vento
E o vento?
Que sobre teus cabelos sopra
Que me traz teu cheiro todos os dias
E que me assusta a noite
(sim o barulho que faz)
Me faz pensar que estás voltando
Mas nunca volta
Sim
E eu
Com essas garrafas
A cabeça ainda gira
Todo o corpo dói
As agulhadas de ontem a noite
Dadas por ti e por mais ninguém
Negam-me a paz, tratam-me com desdém
Dadas por ti e por mais ninguém
O gosto esmaltado sobe à boca
O cheiro a náusea e de repente
Meu coração se enche profundamente
De uma demasiada alegria
De tão inesperada euforia
E eu sinto-me próximo à morrer
Eu preferia morrer ao voltar desse momento
Eu preferia morrer à voltar para realidade
Tão cruel como as horas seguintes
Mais cruel que os dias que hão por vir
Cruel, cruel, cruel...
Você desaparece lentamente
Deixando a porta aberta ao sair
Promete voltar como sempre
Me deixando o sangue que cuspi
As mãos trêmulas
Estou aqui, olho ao redor
E só o frio, comigo noites a fio
Me despeço e você entra novamente
Dizendo palavras mudas e sutis
Repetidamente até o fim
Da noite, da vida, ou de ti
Por que eu?
Por que eu?
Com essas garrafas
A cabeça ainda gira
Todo o corpo dói
As agulhadas de ontem a noite
Dadas por ti e por mais ninguém
Negam-me a paz, tratam-me com desdém
Dadas por ti e por mais ninguém
O gosto esmaltado sobe à boca
O cheiro a náusea e de repente
Meu coração se enche profundamente
De uma demasiada alegria
De tão inesperada euforia
E eu sinto-me próximo à morrer
Eu preferia morrer ao voltar desse momento
Eu preferia morrer à voltar para realidade
Tão cruel como as horas seguintes
Mais cruel que os dias que hão por vir
Cruel, cruel, cruel...
Você desaparece lentamente
Deixando a porta aberta ao sair
Promete voltar como sempre
Me deixando o sangue que cuspi
As mãos trêmulas
Estou aqui, olho ao redor
E só o frio, comigo noites a fio
Me despeço e você entra novamente
Dizendo palavras mudas e sutis
Repetidamente até o fim
Da noite, da vida, ou de ti
Por que eu?
Por que eu?
I told you so!
She warning me
And all of us
She hurted me
And all of us
She run of me
And all of us
She droped me
And all of us
She fight with me
And....
With all of us
She get alone
And the same
To all of us
And all of us
She hurted me
And all of us
She run of me
And all of us
She droped me
And all of us
She fight with me
And....
With all of us
She get alone
And the same
To all of us
Sexta-feira, Agosto 18, 2006
poesias de orkut
mesmo assim sabendo que errar é inevitável
eu faço a minha parte
torno-me mais vil e menos amável
menos sutil e mais detestável
a cada verso
a cada verso
encontro uma razão para crer nisso mais e mais
e o nilismo?
bom há por vir de descobrir
cedo ou tarde vai perceber
é só procurar... enfim...
como as estrelas estão distântes
vais me achar em algum lugar
entre o chão e o mar...
eu faço a minha parte
torno-me mais vil e menos amável
menos sutil e mais detestável
a cada verso
a cada verso
encontro uma razão para crer nisso mais e mais
e o nilismo?
bom há por vir de descobrir
cedo ou tarde vai perceber
é só procurar... enfim...
como as estrelas estão distântes
vais me achar em algum lugar
entre o chão e o mar...
Lá vem a calma, passa, vai, volta, turbilhao de sentimentos, idéias... Brian Molko lamenta ao fundo seus vinte anos, todas as coisas q perdeu. Já esse ser fica ali, parado, ouvindo, lembrando... Milhares de coisas passam à sua frente, numa manada de imagens e sensações, tenta limitar a dor, mas seu coração aperta, acelera, a garganta seca quase que instantâneamente, lembra de cada lugar, cada coisa, sente o cheiro, o frio, toda aquela umidade, aquela casa enorme, vazia, o gato enlouquecendo num canto, e ele enlouquecendo no outro, perdendo à si próprio de forma lenta e dolorosa.
Olha para os lados - Não, não estou mais lá! - mas ainda assim a lembrança corrói lentamente, e a única coisa capaz de faz-lo superar isso já não é mais, ou pelo menos ele não encontrou. O telefone toca, ele se recusa a atender, insiste em tocar, tocar, tocar e aquele som o perturba, sente seu coração pesado, ainda mais pesado, promessas não cumpridas, desejos reprimidos e uma voz rouca.
Ele sabe que vai reviver isso eternamente, esteja onde estiver, tornou-se um ser estraho, incapaz de amar outra pessoa, ser amargo, ser inócuo, infértil, infeliz... ainda mais infeliz do que antes. Pensa se o errado foi tentar fazer tudo ficar bem, ou se foi a falta de amor próprio... Pobre dele... pobre dele..
Ela passa lentamente sob os olhos de sua lembrança, enquanto ele fecha os olhos para não ver, mas imagem se torna ainda mais nítida, ele sufoca, grita, anseia por um furador de gelo para for fim àqueas imagens, pede por um fim trágico mas eficaz, já está velho e cansado, não quer mais brincar de gato e rato, apenas quer dormir, muito e intensamente, quem sabe pra sempre.
Olha para os lados - Não, não estou mais lá! - mas ainda assim a lembrança corrói lentamente, e a única coisa capaz de faz-lo superar isso já não é mais, ou pelo menos ele não encontrou. O telefone toca, ele se recusa a atender, insiste em tocar, tocar, tocar e aquele som o perturba, sente seu coração pesado, ainda mais pesado, promessas não cumpridas, desejos reprimidos e uma voz rouca.
Ele sabe que vai reviver isso eternamente, esteja onde estiver, tornou-se um ser estraho, incapaz de amar outra pessoa, ser amargo, ser inócuo, infértil, infeliz... ainda mais infeliz do que antes. Pensa se o errado foi tentar fazer tudo ficar bem, ou se foi a falta de amor próprio... Pobre dele... pobre dele..
Ela passa lentamente sob os olhos de sua lembrança, enquanto ele fecha os olhos para não ver, mas imagem se torna ainda mais nítida, ele sufoca, grita, anseia por um furador de gelo para for fim àqueas imagens, pede por um fim trágico mas eficaz, já está velho e cansado, não quer mais brincar de gato e rato, apenas quer dormir, muito e intensamente, quem sabe pra sempre.
...
I can't
I can't breath
I can't stay
I can't fix
Fix all this pain away
I`m broken, was stoled
I'll survive, i know...
But i don't want to do.
Smash!
Destroy my head
Fuck my brain
Make me insane
Again, again and again...
I can't breath
I can't stay
I can't fix
Fix all this pain away
I`m broken, was stoled
I'll survive, i know...
But i don't want to do.
Smash!
Destroy my head
Fuck my brain
Make me insane
Again, again and again...
Quinta-feira, Agosto 17, 2006
Essa mente vazia
Queria eu recuperar a sanidade, breve e relativa, de um ser que nunca fui, e que provavelmente nunca serei (pobres aspirações). Essa relatividade insana, corrói, destrói e me faz pensar que jamais serei o mesmo, nem perto, mesmo se nunca fui agora é tarde, já não consigo mais voltar. A fumaça do cigarro, as cores pálidas das luzes se apagando ao fim da festa, e toda a embriaguêz da vida, esse sou em, personificado em noite... à noite... enfim.
Queria também um pedaço daquele coração, vazio, mas pulsante, ignorante e repugnante, se fazendo de bobo, para si mesmo invejar mas no fundo só desejando parar e parar e parar, nunca mais fazer isso novamente, nada disso, voltar a ser pessoa inocente, sem tantas malicias. Mas agora, já é tarde, a festa acabou, o bar fechou, as drogas estão no fim, e o que resta de nós? Acompanhados ou sós, sóbrios ou sobre pós, enfim, o que resta de nós, nem sequer sabemos, de onde viemos, pra onde iremos, só sabemos que é mais uma noite, plagiada pela nossa vida, ou plagiando a nossa vida, num rodamoinho de loucuras e sensações que iremos guardar com cuidado, para nunca mais sentir, ver, ou cheirar, bem... talvez cheirar, mas somente pra esquecer, e quando esquecer, deitar, dormir e errar tudo novamente.
Queria também um pedaço daquele coração, vazio, mas pulsante, ignorante e repugnante, se fazendo de bobo, para si mesmo invejar mas no fundo só desejando parar e parar e parar, nunca mais fazer isso novamente, nada disso, voltar a ser pessoa inocente, sem tantas malicias. Mas agora, já é tarde, a festa acabou, o bar fechou, as drogas estão no fim, e o que resta de nós? Acompanhados ou sós, sóbrios ou sobre pós, enfim, o que resta de nós, nem sequer sabemos, de onde viemos, pra onde iremos, só sabemos que é mais uma noite, plagiada pela nossa vida, ou plagiando a nossa vida, num rodamoinho de loucuras e sensações que iremos guardar com cuidado, para nunca mais sentir, ver, ou cheirar, bem... talvez cheirar, mas somente pra esquecer, e quando esquecer, deitar, dormir e errar tudo novamente.
Strange Apple
Inside each piece
Of your insane heart
I see my blood
Dressed red
Like a strange apple
Like a strange apple
And all my dream became true
But nightmares became too
So this night, i'll meet who?
Another person like you?
Like a strange apple
Like a strange apple
And we walk
Side by side
Without look
Without look behind
Just close your eyes...
And walk 'n walk
Like a strange apple
Like a strange apple
Of your insane heart
I see my blood
Dressed red
Like a strange apple
Like a strange apple
And all my dream became true
But nightmares became too
So this night, i'll meet who?
Another person like you?
Like a strange apple
Like a strange apple
And we walk
Side by side
Without look
Without look behind
Just close your eyes...
And walk 'n walk
Like a strange apple
Like a strange apple
Quarta-feira, Agosto 02, 2006
Que noite!
Ainda guardo a imagem na mente, o corpo começando a balançar cabelos dela ao vento, fumaça, alcool e gente, muita gente, mas só via ela. Me parecia muito menor aquela noite, talvez sempre tenha sido, apenas meu ponto de vista mudou. Definitivamente algo mudou, já não admiro, sinto pena, já não estamos em um Hall of Mirros, estamos na mesma cena. Ela a dançar, a fugir, a jogar... brincar? Talvez... mas simplesmente involuindo, jogada aos proprios restos, restos criados por ela, nesse buraco que não tem fim e mesmo assim, ainda a observava e desejava (como a desejava!) mas como a noite isso foi passando e o fogo se apagou tão subitamente, que só mostrava-se quente para não matar minha existencia.
Ela caminha em direção ao carro, preto, imponente, e ela tão pequena, some ao fechar a porta, para nunca mais... Sim vou sentir falta, mas o mais sensato aconteceu, somos dois, distantes, totais desconhecidos, não reconheço nela a pessoa que me apaixonei, mas guardo algo bom e algo ruim. Sentimentos estranhos, eu devia estar acabado, mas não, me sinto bem, seguro, feliz jamais, mas confiante, mesmo que tudo ainda me lembre ela e mesmo esquecendo tenho ela em tudo que vejo, como e toco... incontentemente sádica é a vida, e mesmo sem lembrar lembro dela o tempo todo...
Ela caminha em direção ao carro, preto, imponente, e ela tão pequena, some ao fechar a porta, para nunca mais... Sim vou sentir falta, mas o mais sensato aconteceu, somos dois, distantes, totais desconhecidos, não reconheço nela a pessoa que me apaixonei, mas guardo algo bom e algo ruim. Sentimentos estranhos, eu devia estar acabado, mas não, me sinto bem, seguro, feliz jamais, mas confiante, mesmo que tudo ainda me lembre ela e mesmo esquecendo tenho ela em tudo que vejo, como e toco... incontentemente sádica é a vida, e mesmo sem lembrar lembro dela o tempo todo...
Terça-feira, Agosto 01, 2006
My Hero
There's someone special
We said a lot of things
I play with fire, a equation
No direction
I clame her to bring...
I fly, i travel
I`m stone, in a wood
Why you're so sad my hero?
Why?
She drop me down
She call me a clown
We play, we cry
I told many lies
What's is worng with me sweetness?
Why you're so sad my hero?
Why?
I told you so
We start to blood
You say dont know
We stop breath
Why you're so sad my hero?
Why?
We summon our own devils
You say you're afraid
I say: look at the hills
I say everthing will be ok
I told you so
We start to blood
You say dont know
We stop breath
Why you're so sad my hero?
Why?
(Klederson Bueno)
We said a lot of things
I play with fire, a equation
No direction
I clame her to bring...
I fly, i travel
I`m stone, in a wood
Why you're so sad my hero?
Why?
She drop me down
She call me a clown
We play, we cry
I told many lies
What's is worng with me sweetness?
Why you're so sad my hero?
Why?
I told you so
We start to blood
You say dont know
We stop breath
Why you're so sad my hero?
Why?
We summon our own devils
You say you're afraid
I say: look at the hills
I say everthing will be ok
I told you so
We start to blood
You say dont know
We stop breath
Why you're so sad my hero?
Why?
(Klederson Bueno)
Sábado, Junho 17, 2006
No sense part 2/1 * PI
I describe every thing
Every little thing
I fly
I`m high
...
Do it, my hero...
I`m your lady, your man, your fiancé
Ces't la vie my dear...
Ces't la vie...
Drive with me
Die with me
Left, come back
Push, pull, push, pull
Push, pull, push, pull
Push, pull, push, pull
Push, pull, push, pull
And feels this
You're my love
You make me sad
You make me happy
I will breath you every time
Again and again...
and she?? ...
She is past, I simply love you!
I promisse, everything will be ok!
Klederson Bueno (16/06/2006 - 06:53 AM Floripa - Santa Catarina)
Every little thing
I fly
I`m high
...
Do it, my hero...
I`m your lady, your man, your fiancé
Ces't la vie my dear...
Ces't la vie...
Drive with me
Die with me
Left, come back
Push, pull, push, pull
Push, pull, push, pull
Push, pull, push, pull
Push, pull, push, pull
And feels this
You're my love
You make me sad
You make me happy
I will breath you every time
Again and again...
and she?? ...
She is past, I simply love you!
I promisse, everything will be ok!
Klederson Bueno (16/06/2006 - 06:53 AM Floripa - Santa Catarina)
Terça-feira, Junho 06, 2006
All things!
I stay in all your feelings
Love, hate, anger and happiness
I stole all your rings
And let you in this madness
I`m sure, you will survive
But you will not stay alive
I breath, and you cry
I tell and you fly
I left...
And you die...
All this sentiments
All this madness
All things arround you
All this belongs to me
You have no future
I have no sure
We get no plaesure
We get no rule
And...
We choose another thing
we choose be more selfish
But alone, we are nothing...
Kléderson Bueno
Love, hate, anger and happiness
I stole all your rings
And let you in this madness
I`m sure, you will survive
But you will not stay alive
I breath, and you cry
I tell and you fly
I left...
And you die...
All this sentiments
All this madness
All things arround you
All this belongs to me
You have no future
I have no sure
We get no plaesure
We get no rule
And...
We choose another thing
we choose be more selfish
But alone, we are nothing...
Kléderson Bueno
Terça-feira, Maio 30, 2006
Por que pensar!?
Pra que pensar tanto nisso?
O mundo gira tão rápido
Todos esses rostos
Toda essa vida...
Onde estão indo?
Para nenhum lugar
Ou para todos eles
O sofrimento já faz parte
Cotidiano maldito
Andando sempre em circulos
A mente nos mente, engana
Ela já não sabe se te quer
Ou se despede-se
Você nem sabe se liga
Ou se simplesmente ignora
Mas uma coisa é certa
De qualquer forma dói...
Ceder ou não é uma questão de sonhos...
Ela já não sabe se ri ou te ignora
Não tem mais o dicernimento da dor e do amor
Está tudo junto...
Então junte-se a nós...
Beijos e tchau!
Fim
Kléderson Bueno
O mundo gira tão rápido
Todos esses rostos
Toda essa vida...
Onde estão indo?
Para nenhum lugar
Ou para todos eles
O sofrimento já faz parte
Cotidiano maldito
Andando sempre em circulos
A mente nos mente, engana
Ela já não sabe se te quer
Ou se despede-se
Você nem sabe se liga
Ou se simplesmente ignora
Mas uma coisa é certa
De qualquer forma dói...
Ceder ou não é uma questão de sonhos...
Ela já não sabe se ri ou te ignora
Não tem mais o dicernimento da dor e do amor
Está tudo junto...
Então junte-se a nós...
Beijos e tchau!
Fim
Kléderson Bueno
Quarta-feira, Maio 17, 2006
J. Partner
Como explicar
De tal forma estabanada
A criatura, o ser
Que fora tão influenciada
E de menos a mais não se faz frustrada
Mesmo querendo
De tal forma... ardendo
Em ares tão juvenais
Palavras tão triviais
Jamais justificariam
O que nunca explicariam
A essência desse ser
Tão inconsequente
De tal forma demente
Torna-se ar e vê
De tanto imaginar
Torna a desejar
Transformar-se em vida
O que já não quer viver
Na figura de menina
De vezes tão mulher
Tal coisa pequenina
Que faz sempre mal-me-quer
As beiras dessa estrada
Um pouco estragada
Consegue de um simples riso
Tornar tão legítimo
O que nunca deveria ser...
Kléderson Bueno 17/05/2006
De tal forma estabanada
A criatura, o ser
Que fora tão influenciada
E de menos a mais não se faz frustrada
Mesmo querendo
De tal forma... ardendo
Em ares tão juvenais
Palavras tão triviais
Jamais justificariam
O que nunca explicariam
A essência desse ser
Tão inconsequente
De tal forma demente
Torna-se ar e vê
De tanto imaginar
Torna a desejar
Transformar-se em vida
O que já não quer viver
Na figura de menina
De vezes tão mulher
Tal coisa pequenina
Que faz sempre mal-me-quer
As beiras dessa estrada
Um pouco estragada
Consegue de um simples riso
Tornar tão legítimo
O que nunca deveria ser...
Kléderson Bueno 17/05/2006
Terça-feira, Maio 09, 2006
Oposite
I`m right
I`m wrong
Imagine all things i can do
imagine all thinsgs we can play...
All things we already play
The others we didny try
Oh my!!! Oh my!!
Never try me! never try this way
All way we can do
All things we can ... WHO????
whatever...
Once more
Again and again
I love you and you let me that pain!
I`m wrong
Imagine all things i can do
imagine all thinsgs we can play...
All things we already play
The others we didny try
Oh my!!! Oh my!!
Never try me! never try this way
All way we can do
All things we can ... WHO????
whatever...
Once more
Again and again
I love you and you let me that pain!
Sexta-feira, Maio 05, 2006
Apathy
Leave this place
And let die
Hear all voices in your head
Saing:
- Die, die, die...
Every day
Every fucking day
Waiting for something
What never comes
What you dont know
Run again, as fast you can
Put out this bullet
Carved in your head
Get out, get out...
And try another time
You have no chance
If you dont change your mind
Stay a little while
And whatch your own dead...
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
And let die
Hear all voices in your head
Saing:
- Die, die, die...
Every day
Every fucking day
Waiting for something
What never comes
What you dont know
Run again, as fast you can
Put out this bullet
Carved in your head
Get out, get out...
And try another time
You have no chance
If you dont change your mind
Stay a little while
And whatch your own dead...
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
No fim de tudo
Você está aí
Esperando por algo
Esperando acontecer...
Olhando por essa janela quebrada
O que os olhos nao podem ver
Ouça ao seu redor
Os sons mudos do mundo
Nesse silêncio ensurdecedor, a morte
Tão próxima que é possivel sentir seu cheiro
Sinta essa vibração que sai do seu peito
É o medo, é o medo
Seu coraçao acelera a cada segundo
À voz tremula que te instiga
- Viva! Viva!
E você se recusa a entender
No fim de tudo é só você e esse sofá
Numa dança única de apatia e solião
Enquanto seu peito sobe e desce
Nesse torpor tão seu
Nesse egoísmo único
Da vida que você nunca viveu.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Esperando por algo
Esperando acontecer...
Olhando por essa janela quebrada
O que os olhos nao podem ver
Ouça ao seu redor
Os sons mudos do mundo
Nesse silêncio ensurdecedor, a morte
Tão próxima que é possivel sentir seu cheiro
Sinta essa vibração que sai do seu peito
É o medo, é o medo
Seu coraçao acelera a cada segundo
À voz tremula que te instiga
- Viva! Viva!
E você se recusa a entender
No fim de tudo é só você e esse sofá
Numa dança única de apatia e solião
Enquanto seu peito sobe e desce
Nesse torpor tão seu
Nesse egoísmo único
Da vida que você nunca viveu.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Segunda-feira, Abril 24, 2006
Vozes
Você está aí
Esperando por algo
Esperando acontecer...
Olhando por essa janela quebrada
Oque os olhos não podem ver
Ouça ao seu redor
Os sons mudos do mundo
Nesse silêcio ensurdecedor, a morte
Tão próxima que é possível sentir seu cheiro
Sinta essa vibração que sai do seu peito
É o medo, é o medo
Seu coração acelera a cada segundo
À voz trêmula que te instiga
- Viva! Viva!
E você se recusa a entender
No fim de tudo é só você e esse sofá
Numa dança única de apatia e solidão
Equanto seu peito sobe e desce
Nesse torpor tão seu
Nesse egoísmo único
Da vida que você nunca viveu.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Esperando por algo
Esperando acontecer...
Olhando por essa janela quebrada
Oque os olhos não podem ver
Ouça ao seu redor
Os sons mudos do mundo
Nesse silêcio ensurdecedor, a morte
Tão próxima que é possível sentir seu cheiro
Sinta essa vibração que sai do seu peito
É o medo, é o medo
Seu coração acelera a cada segundo
À voz trêmula que te instiga
- Viva! Viva!
E você se recusa a entender
No fim de tudo é só você e esse sofá
Numa dança única de apatia e solidão
Equanto seu peito sobe e desce
Nesse torpor tão seu
Nesse egoísmo único
Da vida que você nunca viveu.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Acreditar
Nunca acreditei
Que um dia ia mudar
Mas mudei
Você me fez acreditar
Me enganei...
So selfish
Nunca funcionou
E não vai funcionar
Girando incessantemente
Nessa roda vida
Nesse caos e dor...
Continuando o caminho
Os espinhos não tem cor
E eu descalço em cima deles
O rastro que deixo faz lembrar
Do que eu nunca esquecí.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Que um dia ia mudar
Mas mudei
Você me fez acreditar
Me enganei...
So selfish
Nunca funcionou
E não vai funcionar
Girando incessantemente
Nessa roda vida
Nesse caos e dor...
Continuando o caminho
Os espinhos não tem cor
E eu descalço em cima deles
O rastro que deixo faz lembrar
Do que eu nunca esquecí.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Segunda-feira, Abril 17, 2006
Chaves
Rá! Ser Estranho
Que fazes tu a bater em meus umbrais
Em manhã tão fria
Eu falava e ela ria
Pessoa cética, e ainda quer mais
Saia, oh ser inerte
Tão quanto as tuas vestes
Tua boa profana meus deliciosos sais
Pegue e vá, ao teu mundo de tolos mortais...
Klederson Bueno (17/04/2006)
Que fazes tu a bater em meus umbrais
Em manhã tão fria
Eu falava e ela ria
Pessoa cética, e ainda quer mais
Saia, oh ser inerte
Tão quanto as tuas vestes
Tua boa profana meus deliciosos sais
Pegue e vá, ao teu mundo de tolos mortais...
Klederson Bueno (17/04/2006)
Sexta-feira, Abril 07, 2006
Vista-se
As 4 horas da manhã
E você ainda está aqui
Corra, e fuja sem pensar
Vá, e me deixe aqui a chorar
Saia da minha cama
Seu cheiro impregnou o ar
Seus olhos querem matar
Sua boca suja de beijos meus
Vá!
Compre um novo batom
Vista-se e vá...
Encontre-me no inferno
Pois agora vou encontrar meu céu
Me passa as coisas e sai
A porta está aberta
Não quero mais te ver aqui
Suma,
Enquanto eu sumo dentro de mim mesmo
E essa luz vai escurecendo
E os sons vao sumindo
O coração acelera
E de repente para...
Klederson Bueno (07/04/2006)
E você ainda está aqui
Corra, e fuja sem pensar
Vá, e me deixe aqui a chorar
Saia da minha cama
Seu cheiro impregnou o ar
Seus olhos querem matar
Sua boca suja de beijos meus
Vá!
Compre um novo batom
Vista-se e vá...
Encontre-me no inferno
Pois agora vou encontrar meu céu
Me passa as coisas e sai
A porta está aberta
Não quero mais te ver aqui
Suma,
Enquanto eu sumo dentro de mim mesmo
E essa luz vai escurecendo
E os sons vao sumindo
O coração acelera
E de repente para...
Klederson Bueno (07/04/2006)
Segunda-feira, Março 27, 2006
Imperativo
TREMA!!
Cada segundo é breve
Cada palavra muda...
Um mundo surdo
Alienado da realidade
Do seu proprio mundo...
CORRA!!!
É preciso correr
Alcançar, viver
É preciso morrer
Pra entender um pouco melhor
VIVA!!!
Não morra de uma vez por todas
Somente aos pouquinhos
Senão será tudo em vão
GOZE!!!
A vida é feita de prazeres e dores
Muitas dores então aproveite os prazeres
Afazeres...
De uma vida infeliz...
Felicidade são breves momentos num ciclo vicioso
Apenas corra... muito... e lute... com seu sangue...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (26/03/2006)
Cada segundo é breve
Cada palavra muda...
Um mundo surdo
Alienado da realidade
Do seu proprio mundo...
CORRA!!!
É preciso correr
Alcançar, viver
É preciso morrer
Pra entender um pouco melhor
VIVA!!!
Não morra de uma vez por todas
Somente aos pouquinhos
Senão será tudo em vão
GOZE!!!
A vida é feita de prazeres e dores
Muitas dores então aproveite os prazeres
Afazeres...
De uma vida infeliz...
Felicidade são breves momentos num ciclo vicioso
Apenas corra... muito... e lute... com seu sangue...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (26/03/2006)
Sexta-feira, Março 24, 2006
Red way...
Vem
Expresse sua ira
Mostre sua frustração com o mundo
Manifeste seu desejo de vida (e morte)
Busque no fundo de tudo
As razões desta dor
E se satisfaça
Deixe correr pulsante
Cada segundo ...
Eu sei que seu coração bate mais forte
Sinta a respiração ficar pesada
Sinda a pressão no peito
A pupila dilatada
Cada segundo é intenso...
O suor escorre em suas mãos trêmulas
Sim seu peito pesa
Está difícil se concentrar...
Deixe correr...
Deixe que aconteça
Sinta o sangue escorrer velozmente
Com uma voracidade animal
Seu instindo canibal está solto
Satisfazendo-se do prazer da carne
Sinta o gosto férrico de cada gota
Veja o colorido espalhando-se na água
Sim...
Veja escurecer calmamente tudo
As batidas desacelerarem
Tudo ficando mais calmo
Mais sereno...
Calmamente o tremor está passando
Sua serenidade é divina
Sinta o esplendor da vida
Sinta os braços acolhedores da morte
Sinta ... as dores estão passando
Eu sei, posso ver isso na sua face
Sua expressão agora é serena
Estranhamente bela...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (21/03/2006)
Expresse sua ira
Mostre sua frustração com o mundo
Manifeste seu desejo de vida (e morte)
Busque no fundo de tudo
As razões desta dor
E se satisfaça
Deixe correr pulsante
Cada segundo ...
Eu sei que seu coração bate mais forte
Sinta a respiração ficar pesada
Sinda a pressão no peito
A pupila dilatada
Cada segundo é intenso...
O suor escorre em suas mãos trêmulas
Sim seu peito pesa
Está difícil se concentrar...
Deixe correr...
Deixe que aconteça
Sinta o sangue escorrer velozmente
Com uma voracidade animal
Seu instindo canibal está solto
Satisfazendo-se do prazer da carne
Sinta o gosto férrico de cada gota
Veja o colorido espalhando-se na água
Sim...
Veja escurecer calmamente tudo
As batidas desacelerarem
Tudo ficando mais calmo
Mais sereno...
Calmamente o tremor está passando
Sua serenidade é divina
Sinta o esplendor da vida
Sinta os braços acolhedores da morte
Sinta ... as dores estão passando
Eu sei, posso ver isso na sua face
Sua expressão agora é serena
Estranhamente bela...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (21/03/2006)
Terça-feira, Março 21, 2006
Respire fundo!
Vem
Expresse sua ira
Mostre sua frustração com o mundo
Manifeste seu desejo de vida (e morte)
Busque no fundo de tudo
As razões desta dor
E se satisfaça
Deixe correr pulsante
Cada segundo ...
Eu sei que seu coração bate mais forte
Sinta a respiração ficar pesada
Sinda a pressão no peito
A pupila dilatada
Cada segundo é intenso...
O suor escorre em suas mãos trêmulas
Sim seu peito pesa
Está difícil se concentrar...
Deixe correr...
Deixe que aconteça
Sinta o sangue escorrer velozmente
Com uma voracidade animal
Seu instindo canibal está solto
Satisfazendo-se do prazer da carne
Sinta o gosto férrico de cada gota
Veja o colorido espalhando-se na água
Sim...
Veja escurecer calmamente tudo
As batidas desacelerarem
Tudo ficando mais calmo
Mais sereno...
Calmamente o tremor está passando
Sua serenidade é divina
Sinta o esplendor da vida
Sinta os braços acolhedores da morte
Sinta ... as dores estão passando
Eu sei, posso ver isso na sua face
Sua expressão agora é serena
Estranhamente bela...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (21/03/2006)
Expresse sua ira
Mostre sua frustração com o mundo
Manifeste seu desejo de vida (e morte)
Busque no fundo de tudo
As razões desta dor
E se satisfaça
Deixe correr pulsante
Cada segundo ...
Eu sei que seu coração bate mais forte
Sinta a respiração ficar pesada
Sinda a pressão no peito
A pupila dilatada
Cada segundo é intenso...
O suor escorre em suas mãos trêmulas
Sim seu peito pesa
Está difícil se concentrar...
Deixe correr...
Deixe que aconteça
Sinta o sangue escorrer velozmente
Com uma voracidade animal
Seu instindo canibal está solto
Satisfazendo-se do prazer da carne
Sinta o gosto férrico de cada gota
Veja o colorido espalhando-se na água
Sim...
Veja escurecer calmamente tudo
As batidas desacelerarem
Tudo ficando mais calmo
Mais sereno...
Calmamente o tremor está passando
Sua serenidade é divina
Sinta o esplendor da vida
Sinta os braços acolhedores da morte
Sinta ... as dores estão passando
Eu sei, posso ver isso na sua face
Sua expressão agora é serena
Estranhamente bela...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (21/03/2006)
Segunda-feira, Março 13, 2006
Ver ela! (sem nexo)
Esta noite eu quero
Quero encontrar aquela garota
Aquela mesma, que eu não sei o nome
Na real, aquela q eu nem lembro quem é
Vou estar no canto
Sentado tocando violão
Vou estar de canto
Esperando o sim dela virar não
Aquela garota é simplesmente louca
Não sabe o que quer e o que diz
Irei encontrar com ela...
... segurando uma vela...
Enfim...
No fim da noite
Vou dizer que não quero ela
Por mais que ela seja bela
Já terei esquecido novamente seu nome
(Ou será a cor do cabelo?)
Garota sem nexo, sem sexo
Garota infantil e infiel
Um tanto quanto rôta
Me deu seu telefone...
Ou foi seu véu?
Enfim...
Ainda vou encontrar aquela garota
Para logo mais esquece-la
(Kléderson Bueno 13/03/2006)
Quero encontrar aquela garota
Aquela mesma, que eu não sei o nome
Na real, aquela q eu nem lembro quem é
Vou estar no canto
Sentado tocando violão
Vou estar de canto
Esperando o sim dela virar não
Aquela garota é simplesmente louca
Não sabe o que quer e o que diz
Irei encontrar com ela...
... segurando uma vela...
Enfim...
No fim da noite
Vou dizer que não quero ela
Por mais que ela seja bela
Já terei esquecido novamente seu nome
(Ou será a cor do cabelo?)
Garota sem nexo, sem sexo
Garota infantil e infiel
Um tanto quanto rôta
Me deu seu telefone...
Ou foi seu véu?
Enfim...
Ainda vou encontrar aquela garota
Para logo mais esquece-la
(Kléderson Bueno 13/03/2006)
Just a imagination
Just a few moments
In my own darkness
Just a few hopeless
For a lot of pain
Some kind of darkenss
Just inside your mind
Just a kind of pain
Just...
In your imagination
(Klederson Bueno 13/03/2006)
In my own darkness
Just a few hopeless
For a lot of pain
Some kind of darkenss
Just inside your mind
Just a kind of pain
Just...
In your imagination
(Klederson Bueno 13/03/2006)
Sábado, Março 04, 2006
Torpor
Nunca é tão fácil
Nem tão difícil que não se possa ver
Nunca é tão ágil
A figura nua
Fria e crua
Numa pedra
(sua lápide)
Faz questão de encontrar...
Abertura
De um peito lacerado
De mais nenhum bocado
A boca que grita
Há de entender
E nem mais pecado
Nem mais trocado
Nem mais dor alguma
Há de sentir
Pois é dormente
Esse sangue que escorre
E é dormente
A mão fria que torçe
Para sempre dormente
Entorpecente...
Continuar a ser...
(Kléderson Bueno Bezerra da Silva 04/03/2006)
Nem tão difícil que não se possa ver
Nunca é tão ágil
A figura nua
Fria e crua
Numa pedra
(sua lápide)
Faz questão de encontrar...
Abertura
De um peito lacerado
De mais nenhum bocado
A boca que grita
Há de entender
E nem mais pecado
Nem mais trocado
Nem mais dor alguma
Há de sentir
Pois é dormente
Esse sangue que escorre
E é dormente
A mão fria que torçe
Para sempre dormente
Entorpecente...
Continuar a ser...
(Kléderson Bueno Bezerra da Silva 04/03/2006)
Inconstância
O que é isso?
Que faz doer tanto
Que faz prever a propria morte
Que faz se desejar morto
Para que não mais torto
À figúra fugaz, a Morte
Se deixe enganar
E por fim
Se deixe levar
Num rápido sopro
Num consumo... o sumo
Da vida inconstante
Que de tão errante
No meu peito deixou de bater...
(Klederson Bueno Bezerra da Silva 04/03/2006)
Que faz doer tanto
Que faz prever a propria morte
Que faz se desejar morto
Para que não mais torto
À figúra fugaz, a Morte
Se deixe enganar
E por fim
Se deixe levar
Num rápido sopro
Num consumo... o sumo
Da vida inconstante
Que de tão errante
No meu peito deixou de bater...
(Klederson Bueno Bezerra da Silva 04/03/2006)
Sexta-feira, Março 03, 2006
Morsus (Pain)
Hey sad boy!
What are you doing alone?
All the things in your head has gone
And all the things in your heart its done...
Hey hey sad boy!
Get out from this fucking world
Get out from your own world
Disappears, run, run, RUN!!!
Oh! Sad boy
Don't be worried
But don't have hope
They took everything...
And now here you are...
Poor sad boy...
Unhappyly boy...
Now you're dead...
And you can't read this
But i sing it for you
For your requiem...
Sleep sad boy... just sleep...
(Kléderson Bueno 03/03/2006)
What are you doing alone?
All the things in your head has gone
And all the things in your heart its done...
Hey hey sad boy!
Get out from this fucking world
Get out from your own world
Disappears, run, run, RUN!!!
Oh! Sad boy
Don't be worried
But don't have hope
They took everything...
And now here you are...
Poor sad boy...
Unhappyly boy...
Now you're dead...
And you can't read this
But i sing it for you
For your requiem...
Sleep sad boy... just sleep...
(Kléderson Bueno 03/03/2006)
Quinta-feira, Setembro 29, 2005
Can you see?
Maybe i can see inside you
All of this
Maybe i can toutch once more
A kid of happiness or sadness
In the sky with diamonds
Acid... in the sky... in the hell
IN THE CITY
The city of live, with death...
In your mind...?
Inside myself
Outside everthing
In everithing
No rules
No cash
Only a fall
Just small
Just another thing
Just one more life
One more time
Again and again
In this fucking strange life
Inside my mind...
Klederson Bueno
All of this
Maybe i can toutch once more
A kid of happiness or sadness
In the sky with diamonds
Acid... in the sky... in the hell
IN THE CITY
The city of live, with death...
In your mind...?
Inside myself
Outside everthing
In everithing
No rules
No cash
Only a fall
Just small
Just another thing
Just one more life
One more time
Again and again
In this fucking strange life
Inside my mind...
Klederson Bueno
Terça-feira, Setembro 13, 2005
Poucas Cores
Em poucas cores...
Se resume essa tosca vida
E em tão poucas cores
A vida amarga cada segundo que deve ser vivido
Em tão poucas cores
Você me fala das promessas que nunca fiz
Poucas... muito poucas
Foram as reais provas de algo tão vil
E poucas... apenas poucas cores
São o que restam
Desde cadavérico ser
Desta janela da alma
Desde fim
...
e fim...
Se resume essa tosca vida
E em tão poucas cores
A vida amarga cada segundo que deve ser vivido
Em tão poucas cores
Você me fala das promessas que nunca fiz
Poucas... muito poucas
Foram as reais provas de algo tão vil
E poucas... apenas poucas cores
São o que restam
Desde cadavérico ser
Desta janela da alma
Desde fim
...
e fim...
Segunda-feira, Setembro 12, 2005
Fucking mind!
There is no insanity
There is no reason
In my head...
In my fucking mind
Hide yourself
From that inside monster
From all monsters of you
Seek...
But you can´t find anything
You cannot belive them
Everybody wants yout blood
They wants your life
... your happiness...
In that dark place i can see
Everything what you want
And this seems my desires too
We want the same thing...
The endless of pain
The endless of life
The end...
it´s enough
(Klederson Bueno Bezerra da Silva - 12/09/2005)
There is no reason
In my head...
In my fucking mind
Hide yourself
From that inside monster
From all monsters of you
Seek...
But you can´t find anything
You cannot belive them
Everybody wants yout blood
They wants your life
... your happiness...
In that dark place i can see
Everything what you want
And this seems my desires too
We want the same thing...
The endless of pain
The endless of life
The end...
it´s enough
(Klederson Bueno Bezerra da Silva - 12/09/2005)
Quinta-feira, Novembro 25, 2004
Saber
Bem mais que sentir
Seria talvez o sentimento
De toda grandeza
Onde a sapiencia seria apenas viver
Em suma
Um lugar geral
Algo pra se descansar
Dessa vida louca
Dessa vida rota
Desse movimento de sentir
Onde qualquer ser se confunde
E tudo ao seu redor torna-se pó
Ao despertar de uma nova aurora
O correr de um novo ter
A vida segue
E a passos finos vai-se levando
Para que um dia enfim
Tornem-se quentes os sapatos
E ao seu lado
Apenas você, assim...
Você...
Kléderson Bueno (25/11/2004)
mais uma poesia inspirada by Fotolog.net hahahaha esse eh pro fotolog.net/yah_04 :D
Bem mais que sentir
Seria talvez o sentimento
De toda grandeza
Onde a sapiencia seria apenas viver
Em suma
Um lugar geral
Algo pra se descansar
Dessa vida louca
Dessa vida rota
Desse movimento de sentir
Onde qualquer ser se confunde
E tudo ao seu redor torna-se pó
Ao despertar de uma nova aurora
O correr de um novo ter
A vida segue
E a passos finos vai-se levando
Para que um dia enfim
Tornem-se quentes os sapatos
E ao seu lado
Apenas você, assim...
Você...
Kléderson Bueno (25/11/2004)
mais uma poesia inspirada by Fotolog.net hahahaha esse eh pro fotolog.net/yah_04 :D
Segunda-feira, Novembro 22, 2004
Dores demais...
Sem causar
Sem usar
Nem dor nem ser
De uma vida que nunca foi minha
E de dores que serao ...
Eternamente minhas
Sinto sede
Vontade de beber
Desse calice felicidade
Que nunca hei de tecer
Fios de vida numa hora
Onde as horas sao apenas horas
E o EU fica assim... tão só
Vem, me diz q tudo foi um pesadelo
E que acordo nos teus braços
De onde tudo começou
E dos inumeros desmazelos
Apenas a alma lhe restou
De um corpo sem sentidos
Onde o unico sentido és tu
De um ser envaidecido
Que em nenhum espelho encontrou
Nem tu...
Vinha a mim quando eras apenas eu
E que eu, de dor, hei de voltar
E se assim me tornas seu
De seu em mim hei de gritar
E sim
Se és dor e vinha
As mais doces de minha sinhá
Serão nossas
Hei eu de roubar
Para que sejas feliz
E saboreie o mais doce fruto
Para que quando adormeceres
Saiba que ao acordar seras um anjo
Sob proteção mais que divina
De um céu escuro
A noite será nossa
E um beijo acalmará as horas
E juntos estaremos nós...
Dois a dois...
Um a um...
UNO...
Klederson Bueno Bezerra da Silva (21/11/2004)
Sem causar
Sem usar
Nem dor nem ser
De uma vida que nunca foi minha
E de dores que serao ...
Eternamente minhas
Sinto sede
Vontade de beber
Desse calice felicidade
Que nunca hei de tecer
Fios de vida numa hora
Onde as horas sao apenas horas
E o EU fica assim... tão só
Vem, me diz q tudo foi um pesadelo
E que acordo nos teus braços
De onde tudo começou
E dos inumeros desmazelos
Apenas a alma lhe restou
De um corpo sem sentidos
Onde o unico sentido és tu
De um ser envaidecido
Que em nenhum espelho encontrou
Nem tu...
Vinha a mim quando eras apenas eu
E que eu, de dor, hei de voltar
E se assim me tornas seu
De seu em mim hei de gritar
E sim
Se és dor e vinha
As mais doces de minha sinhá
Serão nossas
Hei eu de roubar
Para que sejas feliz
E saboreie o mais doce fruto
Para que quando adormeceres
Saiba que ao acordar seras um anjo
Sob proteção mais que divina
De um céu escuro
A noite será nossa
E um beijo acalmará as horas
E juntos estaremos nós...
Dois a dois...
Um a um...
UNO...
Klederson Bueno Bezerra da Silva (21/11/2004)
Sábado, Novembro 20, 2004
Descobri uma utilidade pro fotolog, inspiração :D hehehehe mas visitem o meu sempre hahahahhahaha www.fotolog.net/klederson
Criação de morte
Mesmo sem saber...
As dores hão de aparecer
Sob a mais fina névoa de um ser encantado
As asas que caem
De um anjo acordado
Envolvendo de pétalas todo um coração
Que angustiado pede clemência
Tortura, dor e demência
Numa súplica eterna de paz
Em goles súbitos
De um sangue incolor
Onde toda sua cor
Esvai-se por minha vida
E corre por entre as arvores
Com os duendes do teu castelo
Durmindo um sono profundo...
Mais profundo que sua própria mente...
Kléderson Bueno (20/11/2004)
Criação de morte
Mesmo sem saber...
As dores hão de aparecer
Sob a mais fina névoa de um ser encantado
As asas que caem
De um anjo acordado
Envolvendo de pétalas todo um coração
Que angustiado pede clemência
Tortura, dor e demência
Numa súplica eterna de paz
Em goles súbitos
De um sangue incolor
Onde toda sua cor
Esvai-se por minha vida
E corre por entre as arvores
Com os duendes do teu castelo
Durmindo um sono profundo...
Mais profundo que sua própria mente...
Kléderson Bueno (20/11/2004)
Existencial
Fazer-se entender
É mais do que a razão pode querer...
É menos do que eu posso ser
Onde tudo é apenas o que parece ser
E nem tudo é o que deveria parecer
Mas onde estaria a razão do existir?
Se assim fizesse coisas
De lógicas absurdas
E imaginários sem razão alguma
Longe de viver uma realidade comum
Ou ver a flor num jardim, numa garrafa de run
Dá-me esse espírito
Que nele se consuma meu sentido existencial
E dele nascerá uma nova ave
Capaz de curar o mundo
De mazelas escusas dos olhos alheios
(ou seriam os olhos que se finjem cegos?)
Na imaginação secreta
De sonhos inimaginaveis
E viajens que seriam apenas viajens
Se não fosse tua sublime presença
E aqui ela se perderia
Sem nenhuma razão de ser
Sem se fazer perceber
Fazer-se entender...
Pra que?
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (20/11/2004)
Fazer-se entender
É mais do que a razão pode querer...
É menos do que eu posso ser
Onde tudo é apenas o que parece ser
E nem tudo é o que deveria parecer
Mas onde estaria a razão do existir?
Se assim fizesse coisas
De lógicas absurdas
E imaginários sem razão alguma
Longe de viver uma realidade comum
Ou ver a flor num jardim, numa garrafa de run
Dá-me esse espírito
Que nele se consuma meu sentido existencial
E dele nascerá uma nova ave
Capaz de curar o mundo
De mazelas escusas dos olhos alheios
(ou seriam os olhos que se finjem cegos?)
Na imaginação secreta
De sonhos inimaginaveis
E viajens que seriam apenas viajens
Se não fosse tua sublime presença
E aqui ela se perderia
Sem nenhuma razão de ser
Sem se fazer perceber
Fazer-se entender...
Pra que?
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (20/11/2004)
Sentido de ser
O ser que se consome
Na pratica de um arder sem dor
Onde lhe negam até o sono
Onde o sonho
É seu amigo, e maior pavor
A realidade se esvai
E resta apenas um sopro de vida
Onde o tudo
Se preenche de nada
E o vazio faz-se obscuro
Vazando-lhe sons
De sabor infinito
Na inquietude da mente
Que insandecida povoa-lhe o coração
..
És em mim que arde esse sentimento
Que se confunde com a vontade de não ser
E o existir torna-se simplesmente caotico
Na teoria existencial da inexistencia total
De um circo sem palhaço
De onde tudo há de vir
E para onde deverá ir
Sem dor...
Sem dó...
Da piedade que lhe resta...
Guarde tudo para si
Pois é nessa alma falida
Que se encontarão as feridas
De viajar sem ser...
Aguardando apenas uma saida
Para um dia que vai chover
Numa esquina da vida te encontrarei
Talvez seja eu que peça esmola
Talvez seja você
Mas no fim das contas...
Nossas vidas sempre se encontrarão...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (20/11/2004)
O ser que se consome
Na pratica de um arder sem dor
Onde lhe negam até o sono
Onde o sonho
É seu amigo, e maior pavor
A realidade se esvai
E resta apenas um sopro de vida
Onde o tudo
Se preenche de nada
E o vazio faz-se obscuro
Vazando-lhe sons
De sabor infinito
Na inquietude da mente
Que insandecida povoa-lhe o coração
..
És em mim que arde esse sentimento
Que se confunde com a vontade de não ser
E o existir torna-se simplesmente caotico
Na teoria existencial da inexistencia total
De um circo sem palhaço
De onde tudo há de vir
E para onde deverá ir
Sem dor...
Sem dó...
Da piedade que lhe resta...
Guarde tudo para si
Pois é nessa alma falida
Que se encontarão as feridas
De viajar sem ser...
Aguardando apenas uma saida
Para um dia que vai chover
Numa esquina da vida te encontrarei
Talvez seja eu que peça esmola
Talvez seja você
Mas no fim das contas...
Nossas vidas sempre se encontrarão...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (20/11/2004)
Segunda-feira, Novembro 15, 2004
Serei eu a razão de toda essa metafísica louca?
Ou apenas faço eu parte
De toda essa insanidade coletiva
E onde tudo é por simplesmente ser
E a violencia das rosas
Simbolicamente mudam
A firmeza de um novo ser
A felicidade se faz por não parecer
Nem mostrar que se minguam
Nem dizer que podem ver
Dentro de cada coisa tua
O viver de uma nova liberdade
E o eu
Que só se consome na chama da libido
Encontra aqui a essencia da alma
Sob uma estranha calma
Que há de cessar...
Seria talvez eu
A razão de todo esse existencialismo?
Dessa coisa comedida, medida
Que se finge fiel
Quando já não quer ser
E grita o nome de um outro corpo
Que não o seu
Mas sim o meu
E dançamos juntos
Essa musica que toca em nossas mentes
Tudo ao redor gira
E o azul dessas nuvens na minha cabeça
Me enlouquecem
E por tresloucado que sou
Invado o sono da mais bela moça
Para povoar de paixão
As noites fria dela
E incendear o coração
De quem já por outro estava incendiado
E conquistar assim esse amor
Que no fundo da inconstância
Encontra firmeza na agua translucida
E finge não ser o que é
Sendo apenas agua...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (15/11/2004)
sob efeito de qse uma garrafa de absinto :D
Ou apenas faço eu parte
De toda essa insanidade coletiva
E onde tudo é por simplesmente ser
E a violencia das rosas
Simbolicamente mudam
A firmeza de um novo ser
A felicidade se faz por não parecer
Nem mostrar que se minguam
Nem dizer que podem ver
Dentro de cada coisa tua
O viver de uma nova liberdade
E o eu
Que só se consome na chama da libido
Encontra aqui a essencia da alma
Sob uma estranha calma
Que há de cessar...
Seria talvez eu
A razão de todo esse existencialismo?
Dessa coisa comedida, medida
Que se finge fiel
Quando já não quer ser
E grita o nome de um outro corpo
Que não o seu
Mas sim o meu
E dançamos juntos
Essa musica que toca em nossas mentes
Tudo ao redor gira
E o azul dessas nuvens na minha cabeça
Me enlouquecem
E por tresloucado que sou
Invado o sono da mais bela moça
Para povoar de paixão
As noites fria dela
E incendear o coração
De quem já por outro estava incendiado
E conquistar assim esse amor
Que no fundo da inconstância
Encontra firmeza na agua translucida
E finge não ser o que é
Sendo apenas agua...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (15/11/2004)
sob efeito de qse uma garrafa de absinto :D
Domingo, Novembro 14, 2004
Vamos fazer o feriado
pra que não haja um dia fim
E entender o que há de errado
Pra falar as vezes sim
E curtir o fim da vida
Que se inicia no entardecer
Vendo a mistura fatal de cores
Vendo o sol que vai adormecer...
Kléderson Bueno (14/11/2204)
pra que não haja um dia fim
E entender o que há de errado
Pra falar as vezes sim
E curtir o fim da vida
Que se inicia no entardecer
Vendo a mistura fatal de cores
Vendo o sol que vai adormecer...
Kléderson Bueno (14/11/2204)
Sábado, Novembro 13, 2004
Sob a serenidade da calma
Adormece a alma
Que um dia quis acordar
Sob as nevoas do novo amanhecer
De um império só seu
Sem limites ou fronteiras
Apenas dorme
Viver uma eternidade num beijo
Naquele beijo seu
Fingir ser forte
Para não ficar tão vulnerável
E pensar que foi tudo um sonho bom
Não disse que é certo
Nem que haverá uma nova aurora
Mas que os corpos estarão juntos
E as almas, uma só
Pois são partes que se completam
E apenas brilha o sol
Noites vazias sem tua presença aqui...
Vai
Encontra o teu ser
E volta pra mim
Vem ver que estou aqui
Para amar e ser amado
Como nunca sonhamos ser...
Numa dança de movimentos caóticos
Dum ser levantado
Caído sobre o proprio chão
Amanhecendo o anoitecer
Sob a cálida luz da lua
Pensando em você...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (13/11/2004)
Adormece a alma
Que um dia quis acordar
Sob as nevoas do novo amanhecer
De um império só seu
Sem limites ou fronteiras
Apenas dorme
Viver uma eternidade num beijo
Naquele beijo seu
Fingir ser forte
Para não ficar tão vulnerável
E pensar que foi tudo um sonho bom
Não disse que é certo
Nem que haverá uma nova aurora
Mas que os corpos estarão juntos
E as almas, uma só
Pois são partes que se completam
E apenas brilha o sol
Noites vazias sem tua presença aqui...
Vai
Encontra o teu ser
E volta pra mim
Vem ver que estou aqui
Para amar e ser amado
Como nunca sonhamos ser...
Numa dança de movimentos caóticos
Dum ser levantado
Caído sobre o proprio chão
Amanhecendo o anoitecer
Sob a cálida luz da lua
Pensando em você...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (13/11/2004)
A pessoa certa vai entender essa poesia... e quem sabe me desculpar por uma coisa tão boba.
O momento é verde
Sob a cor da lógica
Que sem nenhuma razão
Ou parte de lugar algum
Que se inspira na dedicação
De "ismos" e ideologias
Que vão e vem com a maré
E as ondas apenas riscam o mar de vida
As desculpas são sinceras
E que se pudesse ser feito de novo
Aconteceria melhor
Perdão por uma coisa tão boba
Que se torna cruel
Nas lágrimas vertidas escondido
No beijo que sinto
E não quero perder
Mas fazer-se-á uma nova história
E sem porquês hão de entardecer
As infintas rosas
Os ramos de flores ao te ver
Na noite escura
Sussurrar ao teu ouvido
Palavras pra entender
O sorriso lindo do seu rosto
E mais uma vez pedir desculpas
Por um momento que errei...
Kléderson Bueno (13/11/2004)
O momento é verde
Sob a cor da lógica
Que sem nenhuma razão
Ou parte de lugar algum
Que se inspira na dedicação
De "ismos" e ideologias
Que vão e vem com a maré
E as ondas apenas riscam o mar de vida
As desculpas são sinceras
E que se pudesse ser feito de novo
Aconteceria melhor
Perdão por uma coisa tão boba
Que se torna cruel
Nas lágrimas vertidas escondido
No beijo que sinto
E não quero perder
Mas fazer-se-á uma nova história
E sem porquês hão de entardecer
As infintas rosas
Os ramos de flores ao te ver
Na noite escura
Sussurrar ao teu ouvido
Palavras pra entender
O sorriso lindo do seu rosto
E mais uma vez pedir desculpas
Por um momento que errei...
Kléderson Bueno (13/11/2004)
Quarta-feira, Novembro 10, 2004
Busco nos olhos a essência
E nos obscuros dias,
A divina crença
De onde escusos valores
Hão de serem retratados
Como coisas banais
Em desejos carnais
Da carne ao ócio
Da beleza ao ópio
Dentre os mais pútricos carniçais
És tua toda pureza
Do ser apedrejado e morto
E tua também a beleza
Da solidão em que morro
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (10/11/2004)
E nos obscuros dias,
A divina crença
De onde escusos valores
Hão de serem retratados
Como coisas banais
Em desejos carnais
Da carne ao ócio
Da beleza ao ópio
Dentre os mais pútricos carniçais
És tua toda pureza
Do ser apedrejado e morto
E tua também a beleza
Da solidão em que morro
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (10/11/2004)
Busco ser forte
Para enfrentar a dor
Busco mil respostas
Para entender a vida
Para entender o amor
Entender o coração dela
Entender o mundo...
Mas quanto mais me questiono
Mais a vida me leva
Me derruba e me carrega
Como se eu não fosse dono de mim
E por aquelas esquinas eu vou sozinho
Sem saber aonde ir...
Tenho que esquece-la
E estou tentando fazer
Minto pra mim mesmo
Minto não a querer
Mas quem sabe assim tudo passe
E um dia sejamos amigos
Pois antes de qualquer coisa no mundo
Desejo a felicidade daquela
Que me é muito querida
E que ela finalmente se encontre
E seu mundo seja feliz
Assim como o meu será
Mesmo sem ela...
O meu um dia será...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (08/11/2004)
Para enfrentar a dor
Busco mil respostas
Para entender a vida
Para entender o amor
Entender o coração dela
Entender o mundo...
Mas quanto mais me questiono
Mais a vida me leva
Me derruba e me carrega
Como se eu não fosse dono de mim
E por aquelas esquinas eu vou sozinho
Sem saber aonde ir...
Tenho que esquece-la
E estou tentando fazer
Minto pra mim mesmo
Minto não a querer
Mas quem sabe assim tudo passe
E um dia sejamos amigos
Pois antes de qualquer coisa no mundo
Desejo a felicidade daquela
Que me é muito querida
E que ela finalmente se encontre
E seu mundo seja feliz
Assim como o meu será
Mesmo sem ela...
O meu um dia será...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (08/11/2004)
A exatidão das coisas
Encontra no nada
Toda sua plenitude
Onde um ser imperfeito
(como eu)
Busca no seio da Terra
Algo bom pra se amar
E vive na espera da guerra
Um lugar pra sonhar
Viver,
Mais do que saber ser
É sentir
E mais do que servir
Apreciar
As mais finitas coisas
Num mundo vil
Onde uma flor que brota
Traz a esperança...
Sutil...
De uma nova vida
Que pode ser vivida
Se experimentada a dois
Onde o tudo e o nada
Deixam para vir depois...
Um olhar doce
Na noite fria, se desperta
E entre o bailar das velas
Sob o frio vento das mazelas
Encontra uma nova chance
A esperança
De tentar ser feliz...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (10/11/2004)
Encontra no nada
Toda sua plenitude
Onde um ser imperfeito
(como eu)
Busca no seio da Terra
Algo bom pra se amar
E vive na espera da guerra
Um lugar pra sonhar
Viver,
Mais do que saber ser
É sentir
E mais do que servir
Apreciar
As mais finitas coisas
Num mundo vil
Onde uma flor que brota
Traz a esperança...
Sutil...
De uma nova vida
Que pode ser vivida
Se experimentada a dois
Onde o tudo e o nada
Deixam para vir depois...
Um olhar doce
Na noite fria, se desperta
E entre o bailar das velas
Sob o frio vento das mazelas
Encontra uma nova chance
A esperança
De tentar ser feliz...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (10/11/2004)
essa eh mais uma poesia baseada em alguma foto ou comentarios ou pensamentos nos fotologs da vida... Essa inspirada na foto/comentario da foto:
http://www.fotolog.net/luluuh/?pid=9301247
* O que fazer com espelhos?
Que refletem o que não queremos ver?
Nossos defeitos...
A falta de brilho
A angustia de um pobre ser...
Falido de idéias
Seco de ambições
Numa hipocrisia que cega
Desejos e ilusões
O poeta já morto
Cisma em querer dizer
Que a vida da mais
Do que podemos ter...
E nesse momento que nos enxergamos
Frente a um espelho
E analisamos
Que somos pele
Somos osso
E mais nada...
Kléderson Bueno (10/11/2004)
http://www.fotolog.net/luluuh/?pid=9301247
* O que fazer com espelhos?
Que refletem o que não queremos ver?
Nossos defeitos...
A falta de brilho
A angustia de um pobre ser...
Falido de idéias
Seco de ambições
Numa hipocrisia que cega
Desejos e ilusões
O poeta já morto
Cisma em querer dizer
Que a vida da mais
Do que podemos ter...
E nesse momento que nos enxergamos
Frente a um espelho
E analisamos
Que somos pele
Somos osso
E mais nada...
Kléderson Bueno (10/11/2004)
Quinta-feira, Novembro 04, 2004
Bush
O sangue corre pelo asfalto
Queimam as velas num saguão
E passam mais soldados...
Dessa vez são tiros
Que ecoam ao invés de vozes
E explosões povoam meus ouvidos
Onde o choro corroi minhas preces
E mais um corpo se estente pelo chão...
Carros, cordas, corpos, mortas...
Crianças estiram-se sobre as escadas
E no rastro do suplício em sangue
Ve-se a fotografia de um mcPalhaço
Doutrina do emburrecimento
De um mundo, da propria nação
Com um time próprio de assassinos
Esperando a proxima missão...
Mas a bolsa rende dividendos
Hoje foram as empresas armamentistas
Vendendo morte, como nunca
Fomos um estado, um país, um mundo...
Agora já não somos nada
E mais um corpo se estente pelo chão...
Na mente resta apenas o sentimento
O desespero e uma vã esperança
De um dia acordar sorrindo
Sem pesadelos, nem tanta dor...
Num mundo menos cruel
Onde não exista nem inferno nem céu
E a vida seja apenas... Vida...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (03/11/2004)
---\\---
** Todo imperio cai sim...
Um dia...
Infelizmente podemos não ver o fim
Ou ver O FIM
Esperamos por justiça
Enquanto lamentamos a escuridão
Juntamos corpos
Empilhamos destruição...
Tudo em prol do dinheiro
Corrupção da essência do ser
Tudo no arrebol de mais um dia
E no fim tudo vai escurecer
Mas cada dia é um dia
E quem sabe quem é o próximo a morrer?
Será o Cowboy?
Ou mais milhares de inocentes como eu e você?
E por mais um dia a criança chora
E estamos aqui nós
Aguardando o entardecer...
De uma nova era
De um novo tempo parar morrer...
Kléderson Bueno (04/11/2004)
O sangue corre pelo asfalto
Queimam as velas num saguão
E passam mais soldados...
Dessa vez são tiros
Que ecoam ao invés de vozes
E explosões povoam meus ouvidos
Onde o choro corroi minhas preces
E mais um corpo se estente pelo chão...
Carros, cordas, corpos, mortas...
Crianças estiram-se sobre as escadas
E no rastro do suplício em sangue
Ve-se a fotografia de um mcPalhaço
Doutrina do emburrecimento
De um mundo, da propria nação
Com um time próprio de assassinos
Esperando a proxima missão...
Mas a bolsa rende dividendos
Hoje foram as empresas armamentistas
Vendendo morte, como nunca
Fomos um estado, um país, um mundo...
Agora já não somos nada
E mais um corpo se estente pelo chão...
Na mente resta apenas o sentimento
O desespero e uma vã esperança
De um dia acordar sorrindo
Sem pesadelos, nem tanta dor...
Num mundo menos cruel
Onde não exista nem inferno nem céu
E a vida seja apenas... Vida...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (03/11/2004)
---\\---
** Todo imperio cai sim...
Um dia...
Infelizmente podemos não ver o fim
Ou ver O FIM
Esperamos por justiça
Enquanto lamentamos a escuridão
Juntamos corpos
Empilhamos destruição...
Tudo em prol do dinheiro
Corrupção da essência do ser
Tudo no arrebol de mais um dia
E no fim tudo vai escurecer
Mas cada dia é um dia
E quem sabe quem é o próximo a morrer?
Será o Cowboy?
Ou mais milhares de inocentes como eu e você?
E por mais um dia a criança chora
E estamos aqui nós
Aguardando o entardecer...
De uma nova era
De um novo tempo parar morrer...
Kléderson Bueno (04/11/2004)
Segunda-feira, Outubro 18, 2004
Poesia para fazer alguém feliz
As vezes
As coisas parecem não ter jeito
O mundo nos cerca
Sem solução...
Corremos
E encontramos um abismo abaixo de nós
Somos filhos do nada
Criados por vento
Caminhando por uma estrada
Sem destino...
Meu barco não tem mais vela
Estou a deriva nesse mar
Nesse mar de vida
E morte
Se te encontro
Faço-te meu porto seguro
Para encontrar felicidades
E fazer-te um pouco mais feliz...
Não quero te ver chorar
Pois tuas lágrimas doem
No meu coração
Não sinta pena de si mesma
Viva a vida
Busque felicidade...
Me encontre hoje
Podemos sair pra passear
Vamos naquele lugar tão belo
Onde os problemas se escondem
E tudo vira apenas luz...
Kléderson Bueno (18/10/2004)
As vezes
As coisas parecem não ter jeito
O mundo nos cerca
Sem solução...
Corremos
E encontramos um abismo abaixo de nós
Somos filhos do nada
Criados por vento
Caminhando por uma estrada
Sem destino...
Meu barco não tem mais vela
Estou a deriva nesse mar
Nesse mar de vida
E morte
Se te encontro
Faço-te meu porto seguro
Para encontrar felicidades
E fazer-te um pouco mais feliz...
Não quero te ver chorar
Pois tuas lágrimas doem
No meu coração
Não sinta pena de si mesma
Viva a vida
Busque felicidade...
Me encontre hoje
Podemos sair pra passear
Vamos naquele lugar tão belo
Onde os problemas se escondem
E tudo vira apenas luz...
Kléderson Bueno (18/10/2004)
Segunda-feira, Outubro 04, 2004
Promessa não cumpridas
Noites mal dormidas
E as lágrimas molham minhas mãos
Sei que não sou certo
Que sou feito de pão
E na mais leve gota
Extinguo-me nessa viajem
Sei que disse que era pra sempre
Mas o que eu queria
Era nunca ter dito
Nada...
Queria que fosse pra sempre sim
Mas juntos
Os dois
Um só
Meu erro foi querer saber demais
Amar demais
Ajudar demais
Fingir demais
Fingir estar sempre feliz
Engolir as lágrimas
E sempre que necessário
Fingir que nunca tive raiva
Fingir não ter sentimentos
Nunca fui perfeito
Passo longe de uma perfeição
Queria apenas que o mundo
Fosse mais direito
Que as coisas não fossem tão injustas
E que a dor fosse uma coisa enxuta
Saber um pouco mais
Sobre a felicidade
Saber se ela existe
Ou se alguem a teve
Se teve...
Muitas vezes pensei sentir
O que não era bem assim
Morrendo só
Sob a espuma e o pó
De mais uma noite
De sonhos dolorosos
De anseios rancorosos
De uma vida sem vida
Num corpo sem alma
Num mundo sem calma
Piedade ou bom senso
Sem amor
Sem ódio
So amando
Quem não queria ser amado
Molestando
As dores que me haviam grudado
Por todo corpo
Onde já não habita espírito
Somente grita
A dor...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Noites mal dormidas
E as lágrimas molham minhas mãos
Sei que não sou certo
Que sou feito de pão
E na mais leve gota
Extinguo-me nessa viajem
Sei que disse que era pra sempre
Mas o que eu queria
Era nunca ter dito
Nada...
Queria que fosse pra sempre sim
Mas juntos
Os dois
Um só
Meu erro foi querer saber demais
Amar demais
Ajudar demais
Fingir demais
Fingir estar sempre feliz
Engolir as lágrimas
E sempre que necessário
Fingir que nunca tive raiva
Fingir não ter sentimentos
Nunca fui perfeito
Passo longe de uma perfeição
Queria apenas que o mundo
Fosse mais direito
Que as coisas não fossem tão injustas
E que a dor fosse uma coisa enxuta
Saber um pouco mais
Sobre a felicidade
Saber se ela existe
Ou se alguem a teve
Se teve...
Muitas vezes pensei sentir
O que não era bem assim
Morrendo só
Sob a espuma e o pó
De mais uma noite
De sonhos dolorosos
De anseios rancorosos
De uma vida sem vida
Num corpo sem alma
Num mundo sem calma
Piedade ou bom senso
Sem amor
Sem ódio
So amando
Quem não queria ser amado
Molestando
As dores que me haviam grudado
Por todo corpo
Onde já não habita espírito
Somente grita
A dor...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Domingo, Outubro 03, 2004
Tristeza
Promessa não cumpridas
Noites mal dormidas
E as lágrimas molham minhas mãos
Sei que não sou certo
Que sou feito de pão
E na mais leve gota
Extinguo-me nessa viajem
Sei que disse que era pra sempre
Mas o que eu queria
Era nunca ter dito
Nada...
Queria que fosse pra sempre sim
Mas juntos
Os dois
Um só
Meu erro foi querer saber demais
Amar demais
Ajudar demais
Fingir demais
Fingir estar sempre feliz
Engolir as lágrimas
E sempre que necessário
Fingir que nunca tive raiva
Fingir não ter sentimentos
Nunca fui perfeito
Passo longe de uma perfeição
Queria apenas que o mundo
Fosse mais direito
Que as coisas não fossem tão injustas
E que a dor fosse uma coisa enxuta
Saber um pouco mais
Sobre a felicidade
Saber se ela existe
Ou se alguem a teve
Se teve...
Muitas vezes pensei sentir
O que não era bem assim
Morrendo só
Sob a espuma e o pó
De mais uma noite
De sonhos dolorosos
De anseios rancorosos
De uma vida sem vida
Num corpo sem alma
Num mundo sem calma
Piedade ou bom senso
Sem amor
Sem ódio
So amando
Quem não queria ser amado
Molestando
As dores que me haviam grudado
Por todo corpo
Onde já não habita espírito
Somente grita
A dor...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Noites mal dormidas
E as lágrimas molham minhas mãos
Sei que não sou certo
Que sou feito de pão
E na mais leve gota
Extinguo-me nessa viajem
Sei que disse que era pra sempre
Mas o que eu queria
Era nunca ter dito
Nada...
Queria que fosse pra sempre sim
Mas juntos
Os dois
Um só
Meu erro foi querer saber demais
Amar demais
Ajudar demais
Fingir demais
Fingir estar sempre feliz
Engolir as lágrimas
E sempre que necessário
Fingir que nunca tive raiva
Fingir não ter sentimentos
Nunca fui perfeito
Passo longe de uma perfeição
Queria apenas que o mundo
Fosse mais direito
Que as coisas não fossem tão injustas
E que a dor fosse uma coisa enxuta
Saber um pouco mais
Sobre a felicidade
Saber se ela existe
Ou se alguem a teve
Se teve...
Muitas vezes pensei sentir
O que não era bem assim
Morrendo só
Sob a espuma e o pó
De mais uma noite
De sonhos dolorosos
De anseios rancorosos
De uma vida sem vida
Num corpo sem alma
Num mundo sem calma
Piedade ou bom senso
Sem amor
Sem ódio
So amando
Quem não queria ser amado
Molestando
As dores que me haviam grudado
Por todo corpo
Onde já não habita espírito
Somente grita
A dor...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Promessa não cumpridas
Noites mal dormidas
E as lágrimas molham minhas mãos
Sei que não sou certo
Que sou feito de pão
E na mais leve gota
Extinguo-me nessa viajem
Sei que disse que era pra sempre
Mas o que eu queria
Era nunca ter dito
Nada...
Queria que fosse pra sempre sim
Mas juntos
Os dois
Um só
Meu erro foi querer saber demais
Amar demais
Ajudar demais
Fingir demais
Fingir estar sempre feliz
Engolir as lágrimas
E sempre que necessário
Fingir que nunca tive raiva
Fingir não ter sentimentos
Nunca fui perfeito
Passo longe de uma perfeição
Queria apenas que o mundo
Fosse mais direito
Que as coisas não fossem tão injustas
E que a dor fosse uma coisa enxuta
Saber um pouco mais
Sobre a felicidade
Saber se ela existe
Ou se alguem a teve
Se teve...
Muitas vezes pensei sentir
O que não era bem assim
Morrendo só
Sob a espuma e o pó
De mais uma noite
De sonhos dolorosos
De anseios rancorosos
De uma vida sem vida
Num corpo sem alma
Num mundo sem calma
Piedade ou bom senso
Sem amor
Sem ódio
So amando
Quem não queria ser amado
Molestando
As dores que me haviam grudado
Por todo corpo
Onde já não habita espírito
Somente grita
A dor...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Noites mal dormidas
E as lágrimas molham minhas mãos
Sei que não sou certo
Que sou feito de pão
E na mais leve gota
Extinguo-me nessa viajem
Sei que disse que era pra sempre
Mas o que eu queria
Era nunca ter dito
Nada...
Queria que fosse pra sempre sim
Mas juntos
Os dois
Um só
Meu erro foi querer saber demais
Amar demais
Ajudar demais
Fingir demais
Fingir estar sempre feliz
Engolir as lágrimas
E sempre que necessário
Fingir que nunca tive raiva
Fingir não ter sentimentos
Nunca fui perfeito
Passo longe de uma perfeição
Queria apenas que o mundo
Fosse mais direito
Que as coisas não fossem tão injustas
E que a dor fosse uma coisa enxuta
Saber um pouco mais
Sobre a felicidade
Saber se ela existe
Ou se alguem a teve
Se teve...
Muitas vezes pensei sentir
O que não era bem assim
Morrendo só
Sob a espuma e o pó
De mais uma noite
De sonhos dolorosos
De anseios rancorosos
De uma vida sem vida
Num corpo sem alma
Num mundo sem calma
Piedade ou bom senso
Sem amor
Sem ódio
So amando
Quem não queria ser amado
Molestando
As dores que me haviam grudado
Por todo corpo
Onde já não habita espírito
Somente grita
A dor...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Sentir
A dor que é
Viver assim
Seria melhor expirar
Toda esse vitae
Que, vermelho, viaja
Dentro do coração
Sangra a amarga lágrima
E me faz morrer
Sempre aos poucos...
Sem entender o que acontece..
Ou entendendo querendo esquecer
Parto eu sozinho
Para o fim da dor
Na plenitude da calma
Viver apenas na alma
Esquecendo o corpo aqui
Por vezes senti...
Que poderia mudar o mundo
E que as coisas poderiam ser felizes
Na harmonia entre todas as coisas
Desde o mais invisível pedaço
Esquecendo-se os laços
Viver bem...
Mas tolo é aquele que pensa assim
Sem ter alguem com quem dividir
Sem ter voce pra me acalmar
Sem ter voce pra me amar
A vida sempre foi uma roda viva
E dela chegou a vez de eu sair
Incerto, encontrar a morte
Certo, de que é a mais bela
De pureza singela
Que poderá me compreender
Na mais difícil das coisas
Não haverão mais açoitas
E poderei ser,
Talvez não feliz
Mas a dor pode não existir nunca mais
E se tudo der errado
Um destido quebrado
Na taça de cicuta
Hei de perecer
Da voz muda
Que finge calar
Sairá o grito
Que libertará minh`alma
Deste inferno lugar...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
A dor que é
Viver assim
Seria melhor expirar
Toda esse vitae
Que, vermelho, viaja
Dentro do coração
Sangra a amarga lágrima
E me faz morrer
Sempre aos poucos...
Sem entender o que acontece..
Ou entendendo querendo esquecer
Parto eu sozinho
Para o fim da dor
Na plenitude da calma
Viver apenas na alma
Esquecendo o corpo aqui
Por vezes senti...
Que poderia mudar o mundo
E que as coisas poderiam ser felizes
Na harmonia entre todas as coisas
Desde o mais invisível pedaço
Esquecendo-se os laços
Viver bem...
Mas tolo é aquele que pensa assim
Sem ter alguem com quem dividir
Sem ter voce pra me acalmar
Sem ter voce pra me amar
A vida sempre foi uma roda viva
E dela chegou a vez de eu sair
Incerto, encontrar a morte
Certo, de que é a mais bela
De pureza singela
Que poderá me compreender
Na mais difícil das coisas
Não haverão mais açoitas
E poderei ser,
Talvez não feliz
Mas a dor pode não existir nunca mais
E se tudo der errado
Um destido quebrado
Na taça de cicuta
Hei de perecer
Da voz muda
Que finge calar
Sairá o grito
Que libertará minh`alma
Deste inferno lugar...
Kléderson Bueno (03/10/2004)
Sexta-feira, Outubro 01, 2004
Se pudessemos mudar o mundo
Quem sabe um dia
Poderíamos mudar a nós mesmos
Nessa infinda dança
De ritmos e cores
Energia e calor
Corpos entrelaçados
Bocas grudadas...
E só nós...
Kléderson Bueno 01/10/2004
Quem sabe um dia
Poderíamos mudar a nós mesmos
Nessa infinda dança
De ritmos e cores
Energia e calor
Corpos entrelaçados
Bocas grudadas...
E só nós...
Kléderson Bueno 01/10/2004
Quarta-feira, Setembro 22, 2004
Alguem hoje me disse
O quão finita era a graça
Mostrou-me um novo céu
Onde só reinava a desgraça
E foi dessa tentativa
De unir-me ao infinito
Que tornei-me um só
Afim de reaver todas as coisas
Que jamais tive
E de perder todas as outras
As que eu conseguir obter
É por não pensar simples
Que torno me tão multiplo
E por não ser tão puro
Transfome-me em sólido
Fragil, uma rara peça de cristal
Tão inútil quanto a propria existência
Onde está ali para ser belo
Porém quebrado
É apenas o lixo
Que não espera agrado
Nem sonha em atender
As ânsias da alma
Nem mesmo compreender
O que diz a calma
Da leveza
Da beleza
De morrer...
Kléderson Bueno (22/09/2004)
O quão finita era a graça
Mostrou-me um novo céu
Onde só reinava a desgraça
E foi dessa tentativa
De unir-me ao infinito
Que tornei-me um só
Afim de reaver todas as coisas
Que jamais tive
E de perder todas as outras
As que eu conseguir obter
É por não pensar simples
Que torno me tão multiplo
E por não ser tão puro
Transfome-me em sólido
Fragil, uma rara peça de cristal
Tão inútil quanto a propria existência
Onde está ali para ser belo
Porém quebrado
É apenas o lixo
Que não espera agrado
Nem sonha em atender
As ânsias da alma
Nem mesmo compreender
O que diz a calma
Da leveza
Da beleza
De morrer...
Kléderson Bueno (22/09/2004)
Domingo, Setembro 19, 2004
Sorria...
Mais um pouco
Deixe as lágrimas
Secarem do seu rosto
E viva...
Lute
Pois é da luta que se obtem vitorias
E nas vitórias
Pequenas glórias
Que poderão nos confortar
Na hora do cansaço
Poderão nos levantar
Beije
E sinta o calor que emana
Da carne
Da fervura da boca humana
E sinta que nem sempre está só
Que não envelheceste
Apenas não tiraste o pó
Que paira sobre sua roupa
Numa dança louca
Quer sair
Se despir
Como numa musica leve
Que você se entregue
A mais uma risca de giz
Tentando... apenas
Ter um momento feliz...
Kléderson Bueno (18/09/2004)
Mais um pouco
Deixe as lágrimas
Secarem do seu rosto
E viva...
Lute
Pois é da luta que se obtem vitorias
E nas vitórias
Pequenas glórias
Que poderão nos confortar
Na hora do cansaço
Poderão nos levantar
Beije
E sinta o calor que emana
Da carne
Da fervura da boca humana
E sinta que nem sempre está só
Que não envelheceste
Apenas não tiraste o pó
Que paira sobre sua roupa
Numa dança louca
Quer sair
Se despir
Como numa musica leve
Que você se entregue
A mais uma risca de giz
Tentando... apenas
Ter um momento feliz...
Kléderson Bueno (18/09/2004)
Quinta-feira, Setembro 09, 2004
Estou só
Eu sei que é tolice
Querer alguém q muito te fez sofer
Eu seí que é burrice
Escrever isso para ninguem ler
Mas doi
Algo mais forte que eu
Muito... doi
A dor de perder um outro eu
A tristeza de perder alguém amado
E para os abutres ser deixado
Por não conseguir amar mais ninguém
Choro
Mas dizem que homem não chora
Porém não sinto nem gosto nem cor
Choro por que quero mesmo não querendo
E me odeio por isso assim
Me odeio por odiar amando
Me odeio por esquecer de mim
Me odeio por estar aguardando
Me odeio por não quero o fim
Não tenho esperança de nada
Apenas sou uma alma
Suja e desgastada
De tanto sofrer por quem não quer
Sei que não devia estar aqui
E partir seria bem melhor
Mas temo ficar longe de ti
Temo ficar perto... tudo é pior
Amo-te por que não consigo odiar-te
Odeio-me por que não consigo esquecer-te
Lembro de tudo
E TUDO me faz lembrar você
Desde a agua que escorre pelo meu rosto já molhado
Ou por um desenho, mesmo que borrado
Por um suspiro que dou
Sempre lembro de ti
Em tudo que vejo
No ar que eu respiro
Estou me sufocando
Pois já não tenho nada
Nem mesmo o ar é meu
Nem mesmo minha vida é minha
E escrevo com lágrimas esse poema
Não para que alguem tenha pena
Mas por que achei melhor assim
Por nas palavras o que estou sentindo
Pois já não me minto
Não estou mais sorrindo
E só quero
Um veneno ter
Algo que me leve rápido
E rezo para que num momento de lapso
Antes de morrer...
Eu não pense em nada...
Pois TUDO...
TUDO.............
Me faz lembrar você
Kléderson Bueno
Eu sei que é tolice
Querer alguém q muito te fez sofer
Eu seí que é burrice
Escrever isso para ninguem ler
Mas doi
Algo mais forte que eu
Muito... doi
A dor de perder um outro eu
A tristeza de perder alguém amado
E para os abutres ser deixado
Por não conseguir amar mais ninguém
Choro
Mas dizem que homem não chora
Porém não sinto nem gosto nem cor
Choro por que quero mesmo não querendo
E me odeio por isso assim
Me odeio por odiar amando
Me odeio por esquecer de mim
Me odeio por estar aguardando
Me odeio por não quero o fim
Não tenho esperança de nada
Apenas sou uma alma
Suja e desgastada
De tanto sofrer por quem não quer
Sei que não devia estar aqui
E partir seria bem melhor
Mas temo ficar longe de ti
Temo ficar perto... tudo é pior
Amo-te por que não consigo odiar-te
Odeio-me por que não consigo esquecer-te
Lembro de tudo
E TUDO me faz lembrar você
Desde a agua que escorre pelo meu rosto já molhado
Ou por um desenho, mesmo que borrado
Por um suspiro que dou
Sempre lembro de ti
Em tudo que vejo
No ar que eu respiro
Estou me sufocando
Pois já não tenho nada
Nem mesmo o ar é meu
Nem mesmo minha vida é minha
E escrevo com lágrimas esse poema
Não para que alguem tenha pena
Mas por que achei melhor assim
Por nas palavras o que estou sentindo
Pois já não me minto
Não estou mais sorrindo
E só quero
Um veneno ter
Algo que me leve rápido
E rezo para que num momento de lapso
Antes de morrer...
Eu não pense em nada...
Pois TUDO...
TUDO.............
Me faz lembrar você
Kléderson Bueno
Quarta-feira, Setembro 08, 2004
Perdi...
Tudo o que tinha
A felicidade veio
Me disse "oi"
E saiu correndo
Me roubando a vida
Roubando meu centro
Repito a toda hora
Que não sei o que sou
Nem o que quero
Apenas o que eu não quero
E o que eu não quero agora...
É dor...
Estou exausto
A voz pérfida da dor
Sussurra ao meu ouvido
Palavras de agonia
Um sentimento desumano
Moradores da mente
E corpo... INSANOS
Pedi ao meu carrasco
Uma execução imediata
Porém ele riu de mim
E tortura-me há séculos
E alegra-se com minha dor
Queria eu
Ter sido menos máscara
E mais humano
Menos amigo
E mais tirano
Eu que por vezes jurei amar
Sem nunca ter sido amado
Ai de mim
Lágrimas vermelhas
Me carreguem pra longe
Me entreguem ao diabo
Mas livrem-me dessa cruz
Livrem-me dessa angustia
Dessa sina sofrida
Dessas marcas nas costas
De tando levar pancada
Dizei-me o que for
Mas tirai-me daqui
Peço-te
Suplico-te
...
Mate-me
Kléderson Bueno (08/09/2004)
Tudo o que tinha
A felicidade veio
Me disse "oi"
E saiu correndo
Me roubando a vida
Roubando meu centro
Repito a toda hora
Que não sei o que sou
Nem o que quero
Apenas o que eu não quero
E o que eu não quero agora...
É dor...
Estou exausto
A voz pérfida da dor
Sussurra ao meu ouvido
Palavras de agonia
Um sentimento desumano
Moradores da mente
E corpo... INSANOS
Pedi ao meu carrasco
Uma execução imediata
Porém ele riu de mim
E tortura-me há séculos
E alegra-se com minha dor
Queria eu
Ter sido menos máscara
E mais humano
Menos amigo
E mais tirano
Eu que por vezes jurei amar
Sem nunca ter sido amado
Ai de mim
Lágrimas vermelhas
Me carreguem pra longe
Me entreguem ao diabo
Mas livrem-me dessa cruz
Livrem-me dessa angustia
Dessa sina sofrida
Dessas marcas nas costas
De tando levar pancada
Dizei-me o que for
Mas tirai-me daqui
Peço-te
Suplico-te
...
Mate-me
Kléderson Bueno (08/09/2004)
Segunda-feira, Setembro 06, 2004
Quando a noite cai
Vem o sonho a nos velar
Aproxima-se o fino véu
Que nos separa do desconhecido
E sentimos que tudo fica belo
Onde a vida se separa do real
E podemos ser felizes
Mesmo que por alguns instantes
Um beijo angelical
Nos leva a um mundo surreal
Onde a realidade se confunde com o ser
Onde a alma faz parte de um só ser
E tudo acontece como deveria acontecer
Assim fechando o ciclo de vida de morte
Ao adormecer
Sentimos a mão da morte que nos guarda
Assegurando sua posse
Ninguém nos ama mais que ela
Pois é a unica certeza que temos na vida
E de quem iremos encontrar
Ela estende sua mão
Nos tira o medo
A razão
A dor...
Suba
Faça esse último voo comigo
Abraçe-me e sinta o coração pulsar
Sinta esse amor que bate forte no peito
Amor que você quis recusar
Vamos
Pule comigo nesse abismo
Sintamos que não estamos tão sós
Pois temos a imensidão de todos os mundos e um pouco mais
Vivamos como se fossemos pó
Pois é dele que viemos
E a ele que iremos retornar
No sábio conhecimento de quem não diz nada
Atravessamos mais essa noite
Sonhamos mais uma vez
Sob o olhar calmo da morte
Que com suas mão cálidas nos defende
Nos aguarda
E nos ama...
Vem... ...
Kléderson Bueno (06/09/2004)
Vem o sonho a nos velar
Aproxima-se o fino véu
Que nos separa do desconhecido
E sentimos que tudo fica belo
Onde a vida se separa do real
E podemos ser felizes
Mesmo que por alguns instantes
Um beijo angelical
Nos leva a um mundo surreal
Onde a realidade se confunde com o ser
Onde a alma faz parte de um só ser
E tudo acontece como deveria acontecer
Assim fechando o ciclo de vida de morte
Ao adormecer
Sentimos a mão da morte que nos guarda
Assegurando sua posse
Ninguém nos ama mais que ela
Pois é a unica certeza que temos na vida
E de quem iremos encontrar
Ela estende sua mão
Nos tira o medo
A razão
A dor...
Suba
Faça esse último voo comigo
Abraçe-me e sinta o coração pulsar
Sinta esse amor que bate forte no peito
Amor que você quis recusar
Vamos
Pule comigo nesse abismo
Sintamos que não estamos tão sós
Pois temos a imensidão de todos os mundos e um pouco mais
Vivamos como se fossemos pó
Pois é dele que viemos
E a ele que iremos retornar
No sábio conhecimento de quem não diz nada
Atravessamos mais essa noite
Sonhamos mais uma vez
Sob o olhar calmo da morte
Que com suas mão cálidas nos defende
Nos aguarda
E nos ama...
Vem... ...
Kléderson Bueno (06/09/2004)
Domingo, Setembro 05, 2004
Fazendo um resumo das poesias que eu tenho feito nos ultimos tempos... as que valem a pena (eu acho)
Como o sangue
A vida se esvai
E como se fosse simples
Acordar e sentir a dor de nunca ter nascido
A criança chora
Pois agora está só
O sorriso já não marca a face
Resta apenas o choro e a dor
A tristeza é só mais uma amiga
E insiste em estar sempre presente
Um ser errôneo
Que nunca sabe o que faz
Cambaleia pelos cantos
Perdido
Buscando talvez se encontrar...
Agora esconde o rosto
Tem vergonha do ser que é
Já não ri de tudo na vida
A fotografia já não ve mais nada
E assim sua essência torna-se impura
Onde perduram os sentimentos de dor
Onde até as janelas, flores e rios
Fazem questão de zombar
Pois sabem que não existiu nem existirá...
Um ser tão pisado...
Tão Inferior
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
A tristeza é como o vinho
Instala-se sem que você perceba
Logo sua cabeça gira
E tudo mais é apenas cor
Doi, e é mais do que chorar
Sabe-se que dentro destroi o peito
Forçando-nos a gritar
O desespero é mudo
Os gritos só trazem dor
As velhas regam as flores
Onde o silêncio é ensurdecedor
Faz-se das velas um sinal
Do que realmente havia de vir
Ve-se nas telas um mortal
Que anseia logo padecer
E assim vai vivendo
Sem correr nem parar
E assim vai chovendo
Lagrimas de angustia
Que ja não podem ser guardadas
E não merecem ser lembradas
Vejo as mão rejuvenecidas
Mas estão velhas e esquecidas
Pois ninguém há de beijar
A pessoa amaldiçoada
Que está a lhes carregar...
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
Eu sei que a dor toca,
Tão vibrante quanto o som das arvores
Que balançam livremente
Sob o amargor do vinho
E bailam como se fossem fadas
Sob a flor e o espinho
Suba
Viaje comigo so mais uma vez
E diga que tudo isso é sonho...
Apenas um sonho,
Que não sou quem vejo agora
E que essa tristeza
Era apenas mais uma imaginação
Diga que esses versos são imaginários
E que nunca escrevi nada disso sequer
Diga-me que nunca fui poeta
E nunca liguei pro que seria
Mostre-me então o paraiso
Com uma doce voz
Que mesmo fria há de me satisfazer
Quero contigo,
Ó bela morte,
Adormecer...
Assim veremos os dois
Que vencemos a guerra
E que a tregua tão almejada
Por muitas vezes indesejada
Há de vir com os bons ventos
E como diria o poeta
"Como posso dizer o que serei,
Se nem mesmo sem quem sou..."
E em tão sabias palavras
Termino esse poema
De palavras vazias e pequenas
Como a alma de alguem que sonha
E com anseios apenas...
Busca findar a dor.
Kléderson Bueno (01/09/2004)
-----//------
Quando meu sorriso
Se desfez
Senti a alma vazia
Como se fosse a primeira vez
E como se fosse a primeira vez
Doeu tanto
Tentei lhe explicar
Mas ninguem me ouvia
Eu sei nada tem sentido
Preciso de alguém pra conversar
Alguem que talvez nem exista
E assim eu possa confiar
Não existo
Se existo não sou nada
Mesmo ainda sendo nada não vejo ninguem
E assim ninguem me ve
Parece um pouco mais que dor
Parece não existir paz
Em um ser que não se acha
Gira estando no mesmo lugar
Percebe que a vida é mais simples
Mas mesmo assim absorve a dor do mundo...
O mundo, que nada lhe fez
Alem da imensa solidão
E das súplicas por amor
Muito além da voz
E ainda mais do que qualquer coisa
Que me fizesse pensar
Pensar...
Estou tão cansado disso
A razão me trouxe a dor
E sem ambas não consigo viver
Estou fadado ao fracasso
Como ser...
Como poeta...
Como amante...
E no fim,
Restam as cinzas
Que esqueceram de jogar ao vento
Que continuam ali
Esperando você chegar...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (31/08/2004)
-----//------
As aparências,
Tantas vezes enganam
Que é facil confundir
A dor daqueles que amam
Como uma fina flor que desabrocha
Faz nascer no peito a angustia
Crescendo por entre daninhas o anseio
De ver-te minha em meu colo
Casualidade, talvez infamia
Da putricidade de todas as coisas
Dos sofrimentos de almas perdidas
Que encontram aqui refugio
Onde trazem-me a dor
Sem saber se aceito
E levam o amor
Que restou no meu peito
Kléderson Bueno (29/08/2004)
-----//------
Deite
Adormeça nos meus braços
Ouça o som que sai do meu peito
Como batidas em um ritual
Como um Banzo, se despedindo de quem faleceu
Um anjo caído
Com suas negras asas
Descansa sob a lápide cálida
Sob as profundas mágoas
De um dia ter acreditado
No amor incondicional
Por um tia ter escutado
O profano da voz infernal
Onde me sacia o cálice
De sangue que hei de tomar
E me padece a carne
Que a dor sempre vem beijar...
Vem e viaja comigo
Sinta o sangue correr
Veja as flores caindo
Onde o sol vai morrer
E essa noite é apenas nossa
Vamos por esse corredor
Que é só nosso
E vivo por onde eu posso
Vivo para morrer...
Kléderson Bueno (10/08/2004 20:15)
-----//------
Mentiras
A mentira dos olhos
Está na falsidade da alma
Onde a sina dos tolos
Reflete a imensidão da calma
Por consequência
É na face nua
Que a verdade crua
Encontra a essência
E por uma imensidão de sims e nãos
Encontram-se as mãos
Que hão de tapar os olhos
Para que a luz já não machuque
Para que eles nunca mais mintam...
Kléderson Bueno 19/08/2004
-----//------
A chuva bate na janela
O vento sopra e me faz tremer
Frio, o corpo toca
Sinto falta de você
Os dias estão mais escuros
Meu sol não quer mais brilhar
A face que outrora recebeu seus beijos
Agora so as lagrimas querem beijar
Fico pensando naquela frase
Que não consegui te dizer
E vendo que era impossível
Continuar com você
O toque de um anjo
Destroi meu coração
E como eles, não tenho mais alma
Nem coração
Me machuca a calma
Transforma-me em um novo ser
A dor forma a carne
A tristeza, meu interior
Já não sinto nem me engano
Não me iludo com o amor...
Kléderson Bueno (09/08/2004)
-----//------
Olhe pro céu
Tente lembrar
O que foi que eu fiz,
Onde que eu errei...
Como pude te fazer chorar?
Como não consegui te fazer me amar?
Juro que tentei
Quis acreditar
Que um dia seria bom
E tudo enfim
Ia estar em seu devido lugar
Não adiantam promessas
Nem reclamações
Vai doer sim
Posso aguentar...
E tentarei dexar de te amar
Kléderson (03/08/2004 22:40)
-----//------
Tá já chega né? Depois eu ponho mais alguma coisa... Isso é pra dizer que eu não estava postando aqui pois estava postando no fotolog ( www.fotolog.net/klederson ). Bom no mais é só... não me sinto muito bem então fiquem com as que já estão prontas... (Se alguem realmente lê isso aqui!) :(
Como o sangue
A vida se esvai
E como se fosse simples
Acordar e sentir a dor de nunca ter nascido
A criança chora
Pois agora está só
O sorriso já não marca a face
Resta apenas o choro e a dor
A tristeza é só mais uma amiga
E insiste em estar sempre presente
Um ser errôneo
Que nunca sabe o que faz
Cambaleia pelos cantos
Perdido
Buscando talvez se encontrar...
Agora esconde o rosto
Tem vergonha do ser que é
Já não ri de tudo na vida
A fotografia já não ve mais nada
E assim sua essência torna-se impura
Onde perduram os sentimentos de dor
Onde até as janelas, flores e rios
Fazem questão de zombar
Pois sabem que não existiu nem existirá...
Um ser tão pisado...
Tão Inferior
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
A tristeza é como o vinho
Instala-se sem que você perceba
Logo sua cabeça gira
E tudo mais é apenas cor
Doi, e é mais do que chorar
Sabe-se que dentro destroi o peito
Forçando-nos a gritar
O desespero é mudo
Os gritos só trazem dor
As velhas regam as flores
Onde o silêncio é ensurdecedor
Faz-se das velas um sinal
Do que realmente havia de vir
Ve-se nas telas um mortal
Que anseia logo padecer
E assim vai vivendo
Sem correr nem parar
E assim vai chovendo
Lagrimas de angustia
Que ja não podem ser guardadas
E não merecem ser lembradas
Vejo as mão rejuvenecidas
Mas estão velhas e esquecidas
Pois ninguém há de beijar
A pessoa amaldiçoada
Que está a lhes carregar...
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
Eu sei que a dor toca,
Tão vibrante quanto o som das arvores
Que balançam livremente
Sob o amargor do vinho
E bailam como se fossem fadas
Sob a flor e o espinho
Suba
Viaje comigo so mais uma vez
E diga que tudo isso é sonho...
Apenas um sonho,
Que não sou quem vejo agora
E que essa tristeza
Era apenas mais uma imaginação
Diga que esses versos são imaginários
E que nunca escrevi nada disso sequer
Diga-me que nunca fui poeta
E nunca liguei pro que seria
Mostre-me então o paraiso
Com uma doce voz
Que mesmo fria há de me satisfazer
Quero contigo,
Ó bela morte,
Adormecer...
Assim veremos os dois
Que vencemos a guerra
E que a tregua tão almejada
Por muitas vezes indesejada
Há de vir com os bons ventos
E como diria o poeta
"Como posso dizer o que serei,
Se nem mesmo sem quem sou..."
E em tão sabias palavras
Termino esse poema
De palavras vazias e pequenas
Como a alma de alguem que sonha
E com anseios apenas...
Busca findar a dor.
Kléderson Bueno (01/09/2004)
-----//------
Quando meu sorriso
Se desfez
Senti a alma vazia
Como se fosse a primeira vez
E como se fosse a primeira vez
Doeu tanto
Tentei lhe explicar
Mas ninguem me ouvia
Eu sei nada tem sentido
Preciso de alguém pra conversar
Alguem que talvez nem exista
E assim eu possa confiar
Não existo
Se existo não sou nada
Mesmo ainda sendo nada não vejo ninguem
E assim ninguem me ve
Parece um pouco mais que dor
Parece não existir paz
Em um ser que não se acha
Gira estando no mesmo lugar
Percebe que a vida é mais simples
Mas mesmo assim absorve a dor do mundo...
O mundo, que nada lhe fez
Alem da imensa solidão
E das súplicas por amor
Muito além da voz
E ainda mais do que qualquer coisa
Que me fizesse pensar
Pensar...
Estou tão cansado disso
A razão me trouxe a dor
E sem ambas não consigo viver
Estou fadado ao fracasso
Como ser...
Como poeta...
Como amante...
E no fim,
Restam as cinzas
Que esqueceram de jogar ao vento
Que continuam ali
Esperando você chegar...
Kléderson Bueno Bezerra da Silva (31/08/2004)
-----//------
As aparências,
Tantas vezes enganam
Que é facil confundir
A dor daqueles que amam
Como uma fina flor que desabrocha
Faz nascer no peito a angustia
Crescendo por entre daninhas o anseio
De ver-te minha em meu colo
Casualidade, talvez infamia
Da putricidade de todas as coisas
Dos sofrimentos de almas perdidas
Que encontram aqui refugio
Onde trazem-me a dor
Sem saber se aceito
E levam o amor
Que restou no meu peito
Kléderson Bueno (29/08/2004)
-----//------
Deite
Adormeça nos meus braços
Ouça o som que sai do meu peito
Como batidas em um ritual
Como um Banzo, se despedindo de quem faleceu
Um anjo caído
Com suas negras asas
Descansa sob a lápide cálida
Sob as profundas mágoas
De um dia ter acreditado
No amor incondicional
Por um tia ter escutado
O profano da voz infernal
Onde me sacia o cálice
De sangue que hei de tomar
E me padece a carne
Que a dor sempre vem beijar...
Vem e viaja comigo
Sinta o sangue correr
Veja as flores caindo
Onde o sol vai morrer
E essa noite é apenas nossa
Vamos por esse corredor
Que é só nosso
E vivo por onde eu posso
Vivo para morrer...
Kléderson Bueno (10/08/2004 20:15)
-----//------
Mentiras
A mentira dos olhos
Está na falsidade da alma
Onde a sina dos tolos
Reflete a imensidão da calma
Por consequência
É na face nua
Que a verdade crua
Encontra a essência
E por uma imensidão de sims e nãos
Encontram-se as mãos
Que hão de tapar os olhos
Para que a luz já não machuque
Para que eles nunca mais mintam...
Kléderson Bueno 19/08/2004
-----//------
A chuva bate na janela
O vento sopra e me faz tremer
Frio, o corpo toca
Sinto falta de você
Os dias estão mais escuros
Meu sol não quer mais brilhar
A face que outrora recebeu seus beijos
Agora so as lagrimas querem beijar
Fico pensando naquela frase
Que não consegui te dizer
E vendo que era impossível
Continuar com você
O toque de um anjo
Destroi meu coração
E como eles, não tenho mais alma
Nem coração
Me machuca a calma
Transforma-me em um novo ser
A dor forma a carne
A tristeza, meu interior
Já não sinto nem me engano
Não me iludo com o amor...
Kléderson Bueno (09/08/2004)
-----//------
Olhe pro céu
Tente lembrar
O que foi que eu fiz,
Onde que eu errei...
Como pude te fazer chorar?
Como não consegui te fazer me amar?
Juro que tentei
Quis acreditar
Que um dia seria bom
E tudo enfim
Ia estar em seu devido lugar
Não adiantam promessas
Nem reclamações
Vai doer sim
Posso aguentar...
E tentarei dexar de te amar
Kléderson (03/08/2004 22:40)
-----//------
Tá já chega né? Depois eu ponho mais alguma coisa... Isso é pra dizer que eu não estava postando aqui pois estava postando no fotolog ( www.fotolog.net/klederson ). Bom no mais é só... não me sinto muito bem então fiquem com as que já estão prontas... (Se alguem realmente lê isso aqui!) :(
Fazendo um resumo das poesias que eu tenho feito nos ultimos tempos... as que valem a pena (eu acho)
Como o sangue
A vida se esvai
E como se fosse simples
Acordar e sentir a dor de nunca ter nascido
A criança chora
Pois agora está só
O sorriso já não marca a face
Resta apenas o choro e a dor
A tristeza é só mais uma amiga
E insiste em estar sempre presente
Um ser errôneo
Que nunca sabe o que faz
Cambaleia pelos cantos
Perdido
Buscando talvez se encontrar...
Agora esconde o rosto
Tem vergonha do ser que é
Já não ri de tudo na vida
A fotografia já não ve mais nada
E assim sua essência torna-se impura
Onde perduram os sentimentos de dor
Onde até as janelas, flores e rios
Fazem questão de zombar
Pois sabem que não existiu nem existirá...
Um ser tão pisado...
Tão Inferior
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
A tristeza é como o vinho
Instala-se sem que você perceba
Logo sua cabeça gira
E tudo mais é apenas cor
Doi, e é mais do que chorar
Sabe-se que dentro destroi o peito
Forçando-nos a gritar
O desespero é mudo
Os gritos só trazem dor
As velhas regam as flores
Onde o silêncio é ensurdecedor
Faz-se das velas um sinal
Do que realmente havia de vir
Ve-se nas telas um mortal
Que anseia logo padecer
E assim vai vivendo
Sem correr nem parar
E assim vai chovendo
Lagrimas de angustia
Que ja não podem ser guardadas
E não merecem ser lembradas
Vejo as mão rejuvenecidas
Mas estão velhas e esquecidas
Pois ninguém há de beijar
A pessoa amaldiçoada
Que está a lhes carregar...
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
Como o sangue
A vida se esvai
E como se fosse simples
Acordar e sentir a dor de nunca ter nascido
A criança chora
Pois agora está só
O sorriso já não marca a face
Resta apenas o choro e a dor
A tristeza é só mais uma amiga
E insiste em estar sempre presente
Um ser errôneo
Que nunca sabe o que faz
Cambaleia pelos cantos
Perdido
Buscando talvez se encontrar...
Agora esconde o rosto
Tem vergonha do ser que é
Já não ri de tudo na vida
A fotografia já não ve mais nada
E assim sua essência torna-se impura
Onde perduram os sentimentos de dor
Onde até as janelas, flores e rios
Fazem questão de zombar
Pois sabem que não existiu nem existirá...
Um ser tão pisado...
Tão Inferior
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
A tristeza é como o vinho
Instala-se sem que você perceba
Logo sua cabeça gira
E tudo mais é apenas cor
Doi, e é mais do que chorar
Sabe-se que dentro destroi o peito
Forçando-nos a gritar
O desespero é mudo
Os gritos só trazem dor
As velhas regam as flores
Onde o silêncio é ensurdecedor
Faz-se das velas um sinal
Do que realmente havia de vir
Ve-se nas telas um mortal
Que anseia logo padecer
E assim vai vivendo
Sem correr nem parar
E assim vai chovendo
Lagrimas de angustia
Que ja não podem ser guardadas
E não merecem ser lembradas
Vejo as mão rejuvenecidas
Mas estão velhas e esquecidas
Pois ninguém há de beijar
A pessoa amaldiçoada
Que está a lhes carregar...
Kléderson Bueno (05/09/2004)
-----//------
Sábado, Setembro 04, 2004
As mágoas passadas nos fazem sofrer
As águas passadas nos mostram o envelhecer
E tudo que é bonito
Já é parte do passado
Resta apenas um grito
Um apelo, um estalo
O mundo sufoca a mente
Gente que come gente
Num antropofagismo insano
Adere-se a carne, aquele gosto profano
De ser bom quando não deveria ser
E chorar quando só deveria doer
A vida segue
Sem nenhum objetivo
Buscando apenas se encontrar
Nas lagrimas secas de mais um mendigo
Ou talvez de um maniaco depressivo
Alguem que procure algo que não conhece
Quem sabe algo que nunca perdeu
São com palavras desconexas
Que escrevo esse poema so meu
Para agradar a voz que fala
Em sussuros ao meu ouvido
E que um cheiro putrido exala
Sinto um frio que já vem vindo
É a morte que me acompanha
Já somos verdadeiros amigos
Com a solidão que perde e ganha
A ausência dos sorrisos...
Kléderson Bueno (04/09/2004)
As águas passadas nos mostram o envelhecer
E tudo que é bonito
Já é parte do passado
Resta apenas um grito
Um apelo, um estalo
O mundo sufoca a mente
Gente que come gente
Num antropofagismo insano
Adere-se a carne, aquele gosto profano
De ser bom quando não deveria ser
E chorar quando só deveria doer
A vida segue
Sem nenhum objetivo
Buscando apenas se encontrar
Nas lagrimas secas de mais um mendigo
Ou talvez de um maniaco depressivo
Alguem que procure algo que não conhece
Quem sabe algo que nunca perdeu
São com palavras desconexas
Que escrevo esse poema so meu
Para agradar a voz que fala
Em sussuros ao meu ouvido
E que um cheiro putrido exala
Sinto um frio que já vem vindo
É a morte que me acompanha
Já somos verdadeiros amigos
Com a solidão que perde e ganha
A ausência dos sorrisos...
Kléderson Bueno (04/09/2004)
Quarta-feira, Setembro 01, 2004
Ultimamente tenho deixado meu blog abandonado... é por falta de tempo mesmo, mas se alguem se interessar ainda continuo postando poesias (quase diariamente) no fotolog... mas vou voltar a postar aqui tb...
http://www.fotolog.net/klederson
Acid
http://www.fotolog.net/klederson
Acid
Domingo, Agosto 08, 2004
Um breve adeus...
Alguem diz se ja foi eficiente
As palavras rotas
De um coração demente
Que se faz por fingir nem ligar
E que se dá sem saber amar
Onde ninguém mais pode escolher
E jamais alguém há de acolher
Pobre ser repartido
Que por vezes falido
Resolveu morrer...
Klederson (08/08/2004 15:53)
Doce sonho
Quem falou que a vida é bela?
Se por vezes foi por ela
Que o homem se esqueceu
Sua essencia...
Na mais fina dormência
Em lágrimas estremeceu
Ao toque de um anjo
Padece o sonhador
E ao som de mil arranjos
Jaz em paz o sofredor
Sorrindo anda sem o medo
De morrer ou afundar
Sabe que breve chega
A hora de desencantar
Va breve sem anseios
Pois há de nutrir os fartos seios
Da morte que vem te buscar...
Klederson (08/08/2004 16:00)
Alguem diz se ja foi eficiente
As palavras rotas
De um coração demente
Que se faz por fingir nem ligar
E que se dá sem saber amar
Onde ninguém mais pode escolher
E jamais alguém há de acolher
Pobre ser repartido
Que por vezes falido
Resolveu morrer...
Klederson (08/08/2004 15:53)
Doce sonho
Quem falou que a vida é bela?
Se por vezes foi por ela
Que o homem se esqueceu
Sua essencia...
Na mais fina dormência
Em lágrimas estremeceu
Ao toque de um anjo
Padece o sonhador
E ao som de mil arranjos
Jaz em paz o sofredor
Sorrindo anda sem o medo
De morrer ou afundar
Sabe que breve chega
A hora de desencantar
Va breve sem anseios
Pois há de nutrir os fartos seios
Da morte que vem te buscar...
Klederson (08/08/2004 16:00)
Terça-feira, Agosto 03, 2004
Por que dizer que foi ilusão?
Foram bons momentos
Se me enganei foi por que quis
Se me enganaste foi por que gostaste
E mesmo assim,
Ainda foi bom...
Meus eternos segundos
Uma felicidade sem fim
E agora vou deixar
Que viva sem mim
E eu sem você
Vou tentar achar o meu lugar
Kléderson Bueno (03/08/2004 22:45)
Foram bons momentos
Se me enganei foi por que quis
Se me enganaste foi por que gostaste
E mesmo assim,
Ainda foi bom...
Meus eternos segundos
Uma felicidade sem fim
E agora vou deixar
Que viva sem mim
E eu sem você
Vou tentar achar o meu lugar
Kléderson Bueno (03/08/2004 22:45)
Olhe pro céu
Tente lembrar
O que foi que eu fiz,
Onde que eu errei...
Como pude te fazer chorar?
Como não consegui te fazer me amar?
Juro que tentei
Quis acreditar
Que um dia seria bom
E tudo enfim
Ia estar em seu devido lugar
Não adiantam promessas
Nem reclamações
Vai doer sim
Posso aguentar...
E tentarei dexar de te amar
Kléderson (03/08/2004 22:40)
Tente lembrar
O que foi que eu fiz,
Onde que eu errei...
Como pude te fazer chorar?
Como não consegui te fazer me amar?
Juro que tentei
Quis acreditar
Que um dia seria bom
E tudo enfim
Ia estar em seu devido lugar
Não adiantam promessas
Nem reclamações
Vai doer sim
Posso aguentar...
E tentarei dexar de te amar
Kléderson (03/08/2004 22:40)
Segunda-feira, Agosto 02, 2004
Nas mais doces curvas
Do teu ser, viajei
E por momentos infinitos
No teu corpo me encontrei
Boca seca, doce amargo
Da suave brisa que toca seus cabelos
E por mais que eu tente
Vai ser dificil superar
A intesa paxão
A dor de te amar
E cada vez que eu penso
Que será melhor assim
Choro e enlouqueço
Pois ainda é aceso
A chama no coração
De quem ainda te ama
Mesmo sabendo que se engana
Ao pensar que um dia podem voltar
Somos almas distantes
Que se cruzaram nos confins
Sou eu, ser errante
De magoas e afins
Que no interior dos seus laços
Encontrou os afagos
E nos beijos tão serenos
Encontrei-me tão pequeno
Que mal pude respirar
Quem dera morrer naquele momento
Pois era um fogo que estava ardendo
Porém sem me queimar
E já não sentia dor sedenta
Que me consome por amar...
Kléderson Bueno (02/08/2004 19:52)
Do teu ser, viajei
E por momentos infinitos
No teu corpo me encontrei
Boca seca, doce amargo
Da suave brisa que toca seus cabelos
E por mais que eu tente
Vai ser dificil superar
A intesa paxão
A dor de te amar
E cada vez que eu penso
Que será melhor assim
Choro e enlouqueço
Pois ainda é aceso
A chama no coração
De quem ainda te ama
Mesmo sabendo que se engana
Ao pensar que um dia podem voltar
Somos almas distantes
Que se cruzaram nos confins
Sou eu, ser errante
De magoas e afins
Que no interior dos seus laços
Encontrou os afagos
E nos beijos tão serenos
Encontrei-me tão pequeno
Que mal pude respirar
Quem dera morrer naquele momento
Pois era um fogo que estava ardendo
Porém sem me queimar
E já não sentia dor sedenta
Que me consome por amar...
Kléderson Bueno (02/08/2004 19:52)
É dor,
Que me consome e arde como tresloucada foice
Rasgando-me do verso a fina fronte
Da macia pele que paira sob o triste peito
Diante, a morte, do meu triste leito
Fazes de mim apenas dor e solidão
Transforma-me no mais triste ser
Que habita a terra
E mesmo sabendo que erra
Ainda deixa-me viver
Por pura zombaria
Pois quem mais divertiria
Alem de um pobre bagaço
Que da façe nem lembram-se os traços
E no peito, bate somente ardor
Do qual a carne,
Durará eternamente
Pois nem mesmo semente
Desse sangue irá brotar
E nem mesmo os vermes
Iriam se arriscar
A tocar tal amaldiçoado
Que por vezes foi surrado
Pela mao fria da dor
E por vezes enganado
Pelo fardo, da palavra... Amor....
Kléderson Bueno (02/08/2004 15:40)
Que me consome e arde como tresloucada foice
Rasgando-me do verso a fina fronte
Da macia pele que paira sob o triste peito
Diante, a morte, do meu triste leito
Fazes de mim apenas dor e solidão
Transforma-me no mais triste ser
Que habita a terra
E mesmo sabendo que erra
Ainda deixa-me viver
Por pura zombaria
Pois quem mais divertiria
Alem de um pobre bagaço
Que da façe nem lembram-se os traços
E no peito, bate somente ardor
Do qual a carne,
Durará eternamente
Pois nem mesmo semente
Desse sangue irá brotar
E nem mesmo os vermes
Iriam se arriscar
A tocar tal amaldiçoado
Que por vezes foi surrado
Pela mao fria da dor
E por vezes enganado
Pelo fardo, da palavra... Amor....
Kléderson Bueno (02/08/2004 15:40)
Hoje
Hoje acordei,
Torçendo pra tudo ser diferente
Pra que os tormentos da mente
Fossem apenas mais um sonho sofrido
Que nenhuma lagrima tivesse escorrido
Do coração que já nem bate
Por medo de ter mais dor
Que causa, por consequencia
Da tão louca eloquência
Da palavra amor...
Ai de mim,
Que nasci para ser sonho
E vivi por virar pesadelo
Nas onduras suaves daqueles finos cabelos
Encantei-me de tal forma
Onde restara apenas a sina
De uma abreviação de vida
Ao mais tardar de uma era
Que perdurou por segundos
Aqueles apertos agudos
No peito senti
Era ela,
Que saia do peito de leve
Porém dolorosamente
Levando alma, corpo e mente
Morri
Kléderson Bueno (02/08/2004 15:31)
Hoje acordei,
Torçendo pra tudo ser diferente
Pra que os tormentos da mente
Fossem apenas mais um sonho sofrido
Que nenhuma lagrima tivesse escorrido
Do coração que já nem bate
Por medo de ter mais dor
Que causa, por consequencia
Da tão louca eloquência
Da palavra amor...
Ai de mim,
Que nasci para ser sonho
E vivi por virar pesadelo
Nas onduras suaves daqueles finos cabelos
Encantei-me de tal forma
Onde restara apenas a sina
De uma abreviação de vida
Ao mais tardar de uma era
Que perdurou por segundos
Aqueles apertos agudos
No peito senti
Era ela,
Que saia do peito de leve
Porém dolorosamente
Levando alma, corpo e mente
Morri
Kléderson Bueno (02/08/2004 15:31)
Sexta-feira, Julho 30, 2004
Do alto via a fina camada de vida
Que pela via fria da veia
Em sangue negro se escorria
Pelas vielas de tão triste sina
Na calmaria de uma solidão avassaladora
Os calcários olhos me devoravam
Eram sentimentos por vezes experimentados
Que se fundiam em cores e sons
Onde tudo tomava forma
E a dor que ele sentia
Era tão profunda e tão vazia
Que fez pensar no que a alma orna
Ao ver o vitae que nela habitava
O sopro único de uma vida desgastada
Onde tudo que resta é o pó
De uma existência inválida
Guiada por mãos cálidas
Que lhe sentiam apenas, dó...
Por sobrepujar tão impuro espírito
Que renegava a graça do vinho
Que por sua vez se recusava a aceitar
Que aquela criatura
De karma falho, e tão imatura
Viesse por suas taças deleitar
O infame desejo
Que ardia aceso
De uma súplica perversa
O direito de viajar
Para esquecer que foi pérfido
O ser que permitiu tal inepto
Sobreviver mais do que devia
Que vai em paz a alma que jazia
No fundo daquele poço
Que deixou, com corda no pescoço
O corpo que tão triste lhe trazia
Klederson Bueno (30/07/2004 01:39)
Que pela via fria da veia
Em sangue negro se escorria
Pelas vielas de tão triste sina
Na calmaria de uma solidão avassaladora
Os calcários olhos me devoravam
Eram sentimentos por vezes experimentados
Que se fundiam em cores e sons
Onde tudo tomava forma
E a dor que ele sentia
Era tão profunda e tão vazia
Que fez pensar no que a alma orna
Ao ver o vitae que nela habitava
O sopro único de uma vida desgastada
Onde tudo que resta é o pó
De uma existência inválida
Guiada por mãos cálidas
Que lhe sentiam apenas, dó...
Por sobrepujar tão impuro espírito
Que renegava a graça do vinho
Que por sua vez se recusava a aceitar
Que aquela criatura
De karma falho, e tão imatura
Viesse por suas taças deleitar
O infame desejo
Que ardia aceso
De uma súplica perversa
O direito de viajar
Para esquecer que foi pérfido
O ser que permitiu tal inepto
Sobreviver mais do que devia
Que vai em paz a alma que jazia
No fundo daquele poço
Que deixou, com corda no pescoço
O corpo que tão triste lhe trazia
Klederson Bueno (30/07/2004 01:39)
Terça-feira, Julho 27, 2004
Vento
Ao sopro da mais leve brisa
Fez sentir na carne crua
A imensidão da dor que, nua
Buscava saciar a fome
E no mais tardar da fria noite
Ha de estourar o fino coração
Que por incontáveis vezes
Buscou na luz e so encontrou escuridão
Qual este que se diz calmo
Quando das mais ermas uvas faz o vinho
Que há de beber como se fosse sangue
E há de esvair-se como se fosse puro
E dançará ao som leve de uma sinfonia
Que anunciará aos trovões de uma tempestade
A dedicação de uma alma impura
Que por dor há de tornar-se seca
E de seca há de tornar-se fria
E de fria, ja que não lhe resta mais nada
Há de tornar-se tua...
Kléderson Bueno (27/07/2004 14:05)
Ao sopro da mais leve brisa
Fez sentir na carne crua
A imensidão da dor que, nua
Buscava saciar a fome
E no mais tardar da fria noite
Ha de estourar o fino coração
Que por incontáveis vezes
Buscou na luz e so encontrou escuridão
Qual este que se diz calmo
Quando das mais ermas uvas faz o vinho
Que há de beber como se fosse sangue
E há de esvair-se como se fosse puro
E dançará ao som leve de uma sinfonia
Que anunciará aos trovões de uma tempestade
A dedicação de uma alma impura
Que por dor há de tornar-se seca
E de seca há de tornar-se fria
E de fria, ja que não lhe resta mais nada
Há de tornar-se tua...
Kléderson Bueno (27/07/2004 14:05)
A dor que consome a alma
E faz rasgar a carne
Deixando escorrer toda a virtude de um ser
Negando a este toda a razão de alegria
De morte, de tristeza e de viver
Faz-se portando arma a arma fria
E o algoz o seu machado afia
Fazendo tremer a mais fina flor
Escorrendo o suor, que se transforma em dor
Feito a triste sina
Do sepulcro cálido em que jazia
Dizendo ser dor o motivo do amor
Tentando ver a tarde
No veneno que sangria
Das petalas daquela vida
Que por mais que tentasse
Era vão todo o esforço
Pois pro fundo do poço
Aquela mão lhe trazia...
Kléderson Bueno (27/07/2004 12:53)
E faz rasgar a carne
Deixando escorrer toda a virtude de um ser
Negando a este toda a razão de alegria
De morte, de tristeza e de viver
Faz-se portando arma a arma fria
E o algoz o seu machado afia
Fazendo tremer a mais fina flor
Escorrendo o suor, que se transforma em dor
Feito a triste sina
Do sepulcro cálido em que jazia
Dizendo ser dor o motivo do amor
Tentando ver a tarde
No veneno que sangria
Das petalas daquela vida
Que por mais que tentasse
Era vão todo o esforço
Pois pro fundo do poço
Aquela mão lhe trazia...
Kléderson Bueno (27/07/2004 12:53)
Sexta-feira, Julho 09, 2004
Essa poesia eu fiz pra minha namorada, pra que todos saibam que eu a amo!!!
Vivian
És tu
Que me encanta com gestos e palavras,
É a mais bela dentre todas as mortais
E eu, mesmo sendo deus, me redimo perante a ti
Por quão grande é minha franqueza
Se me dizes um sim
E por imenso desespero
Quando negas ao menos um não
Por ti arde assim a paixão
Que se consome no ardor do vinho
E se perpetua na doçura do teu olhar
Me leva, e estarei sempre contigo
Estando sempre comigo
E assim, minh’alma é tua
És bela sim
E invejas até a flor
Que descreves o sentimento que sinto
Amor...
Vivian
És tu
Que me encanta com gestos e palavras,
É a mais bela dentre todas as mortais
E eu, mesmo sendo deus, me redimo perante a ti
Por quão grande é minha franqueza
Se me dizes um sim
E por imenso desespero
Quando negas ao menos um não
Por ti arde assim a paixão
Que se consome no ardor do vinho
E se perpetua na doçura do teu olhar
Me leva, e estarei sempre contigo
Estando sempre comigo
E assim, minh’alma é tua
És bela sim
E invejas até a flor
Que descreves o sentimento que sinto
Amor...
Eu modifiquei um pouco essa poesia pra poder declamar no Sarau literario
Realidade
Filhos de um sistema falido
De uma hipocrisia que ronda nossos pensamentos
Vendo um mendigo sentando à calçada
Junto a uma lata vermelha, velha e amassada
Um verme passeia entre as crianças que brincam
E mais uma pessoa morre de fome
Um enorme letreiro dizendo “Jesus Cristo é o Senhor”
Meu? Seu? Senhor de quem?
Não suporto a idéia de alguém ser senhor de alguém
Assumo a posição mais neutra de um lado ou de outro
Encontro-me perdido
Amo-me odiando
Mais uma morte
Dessa vez um tiro acerta uma criança
Quatorze anos, peito estourado, sangue derramado
Sobre a escadaria descansam as lágrimas vermelhas
E lá em baixo o metrô sobre seus trilhos
Que levam e trazem sempre a lugar nenhum
Uma criança abandonada suplica por esmola...
Sob a calçada um jovem acende uma pedra,
Que ninguém sabe de onde vem,
E viaja sozinho pra compensar o desdém
Ascendendo ao seu mundinho feliz
Onde toda essa merda não passa de um pesadelo
Onde a vida já não mais é apenas medo
Gerida por burgueses
Capitalistas estúpidos...
Corruptos!!!
Corruptos!!!
Políticos malditos, se dizem benditos, mas somente ditos
Roubando a comida da boca de uma família que passa fome,
Do bolso do trabalhador, que é despejado de seu barraco
Aglomerando-se à outros, menos humano e mais macaco
Enquanto o alto do morro
Assiste ao mundo dominado pelo caos
E contempla mais um “boyzinho” que sobe o morro por seu “produto”
E lá fora somente as folhas secas caindo das arvores,
Somente o vento de outono...
Realidade
Filhos de um sistema falido
De uma hipocrisia que ronda nossos pensamentos
Vendo um mendigo sentando à calçada
Junto a uma lata vermelha, velha e amassada
Um verme passeia entre as crianças que brincam
E mais uma pessoa morre de fome
Um enorme letreiro dizendo “Jesus Cristo é o Senhor”
Meu? Seu? Senhor de quem?
Não suporto a idéia de alguém ser senhor de alguém
Assumo a posição mais neutra de um lado ou de outro
Encontro-me perdido
Amo-me odiando
Mais uma morte
Dessa vez um tiro acerta uma criança
Quatorze anos, peito estourado, sangue derramado
Sobre a escadaria descansam as lágrimas vermelhas
E lá em baixo o metrô sobre seus trilhos
Que levam e trazem sempre a lugar nenhum
Uma criança abandonada suplica por esmola...
Sob a calçada um jovem acende uma pedra,
Que ninguém sabe de onde vem,
E viaja sozinho pra compensar o desdém
Ascendendo ao seu mundinho feliz
Onde toda essa merda não passa de um pesadelo
Onde a vida já não mais é apenas medo
Gerida por burgueses
Capitalistas estúpidos...
Corruptos!!!
Corruptos!!!
Políticos malditos, se dizem benditos, mas somente ditos
Roubando a comida da boca de uma família que passa fome,
Do bolso do trabalhador, que é despejado de seu barraco
Aglomerando-se à outros, menos humano e mais macaco
Enquanto o alto do morro
Assiste ao mundo dominado pelo caos
E contempla mais um “boyzinho” que sobe o morro por seu “produto”
E lá fora somente as folhas secas caindo das arvores,
Somente o vento de outono...
Sábado, Julho 03, 2004
Pra que mentir que se ama?
Quando na noite fria...
Quando mais se precisa
A solidão desengana
E esgana na mais tosca face
Quanto mais se esgasse
A dor...
Minha alma anseia por perdão
Minha boca pede o beijos
Do sim e do não
Tentando encontrar no seio
A vontade de viver de novo
E saber que por ser vivo
É que amamos o povo
E que todo o povo faz parte de mim
Quanto mais busco
Mais sinto a vida esvair-se
E quanto mais anseio
Busco no seio nu
A saudade
E a vontade de te encontrar assim
Há tempos que nao te vejo
Nua no meu colo
Enquanto te esgolo
Te parto duas
E enquanto estas nua
Te faço enoitecer...
Klederson Bueno (muito bebado nesse momento!)
Quando na noite fria...
Quando mais se precisa
A solidão desengana
E esgana na mais tosca face
Quanto mais se esgasse
A dor...
Minha alma anseia por perdão
Minha boca pede o beijos
Do sim e do não
Tentando encontrar no seio
A vontade de viver de novo
E saber que por ser vivo
É que amamos o povo
E que todo o povo faz parte de mim
Quanto mais busco
Mais sinto a vida esvair-se
E quanto mais anseio
Busco no seio nu
A saudade
E a vontade de te encontrar assim
Há tempos que nao te vejo
Nua no meu colo
Enquanto te esgolo
Te parto duas
E enquanto estas nua
Te faço enoitecer...
Klederson Bueno (muito bebado nesse momento!)
Domingo, Janeiro 11, 2004
Quando se está triste e sente lá no fundo, o limiar entre a dor e a saudade, sabe que a felicidade, que nunca chega, zomba e fere o coração, mesmo que não seja amante, consome tudo e resta somente:
Dor I
Quando se fez cantar a dor
Trevas sobre a minha cova
Escuridão de meu amor
Chega então minha hora
-
Suave brisa não traz
Leva pouco, sempre tudo
Mata lenta, e aqui jaz
Decrépto e só, mudo...
-
Quando as palavras me tocou
Mostrou-me que ainda sofro
Doi o desdém seu, já que sou
Alma caída, o troco
-
Do nada que resta a mim
Felicidade já torta
Não sabe se vem enfim
Ou se beijo a face morta
Kléderson Bueno
11/01/2004
Dor I
Quando se fez cantar a dor
Trevas sobre a minha cova
Escuridão de meu amor
Chega então minha hora
-
Suave brisa não traz
Leva pouco, sempre tudo
Mata lenta, e aqui jaz
Decrépto e só, mudo...
-
Quando as palavras me tocou
Mostrou-me que ainda sofro
Doi o desdém seu, já que sou
Alma caída, o troco
-
Do nada que resta a mim
Felicidade já torta
Não sabe se vem enfim
Ou se beijo a face morta
Kléderson Bueno
11/01/2004
Sábado, Abril 26, 2003
Imagino teu corpo
Envolvendo meu corpo
Fazendo de nossas curvas um só caminho,
Por onde nossos corpos caminharão
Até o máximo prazer.
(By: Plug) :) há 3 anos hehehehee cantor de churrascaria :P
Portifólio by plug: Poesia utilizada na caça indiscriminada às criaturas homo sapiens do sexo feminino
Plug: "Uso há 3 anos e sempre funciono! :)"
Envolvendo meu corpo
Fazendo de nossas curvas um só caminho,
Por onde nossos corpos caminharão
Até o máximo prazer.
(By: Plug) :) há 3 anos hehehehee cantor de churrascaria :P
Portifólio by plug: Poesia utilizada na caça indiscriminada às criaturas homo sapiens do sexo feminino
Plug: "Uso há 3 anos e sempre funciono! :)"
Sob tua pele macia eu passeio incessantemente
Sob cada curva tua, sinto o prazer de ter voce
Sob seus afagos mais calorosos ficamos mais a vontade
E finalmente somos um só
Voce me abraça e diz que quer me amar
Voce enlouquece e diz pra eu te beijar
Sob meu colo voce padece
Foi apenas mais uma noite pra te amar...
(Klederson - Hoje ainda)
HuA!!! VIU SO PLUG!! :) fiko legal ate !! heehehe a minha fico mais legal la la la!! :PP
Sob cada curva tua, sinto o prazer de ter voce
Sob seus afagos mais calorosos ficamos mais a vontade
E finalmente somos um só
Voce me abraça e diz que quer me amar
Voce enlouquece e diz pra eu te beijar
Sob meu colo voce padece
Foi apenas mais uma noite pra te amar...
(Klederson - Hoje ainda)
HuA!!! VIU SO PLUG!! :) fiko legal ate !! heehehe a minha fico mais legal la la la!! :PP
Sentir tua pele quente sob todo o meu corpo
Sentir o sabor doce dos teus labios
E sob o céu nú estamos sós...
As estrelas são testemunhas dessa noite de amor
E somente elas podem revelar toda a intensidade de uma paixao
Que consome tudo o que encontra em mim
Sempre que lembra de ti
E sempre sonho com esse dia
O dia em que estaremos sós
O dia em que voce sera somente minha
E eu serei somente seu...
(Kléderson - Hoje sei la q dia eh)
Sentir o sabor doce dos teus labios
E sob o céu nú estamos sós...
As estrelas são testemunhas dessa noite de amor
E somente elas podem revelar toda a intensidade de uma paixao
Que consome tudo o que encontra em mim
Sempre que lembra de ti
E sempre sonho com esse dia
O dia em que estaremos sós
O dia em que voce sera somente minha
E eu serei somente seu...
(Kléderson - Hoje sei la q dia eh)
Domingo, Abril 20, 2003
Eu...
Sou tantas pessoas
Sou o cara que filma tudo e acha tudo lindo
Sou a mulher frustrada que nao tem família
Sou o filme que passa na TV de madrugada
Sou a ultima sessão do cinema
Sou quem jamais imaginei ser
Sou tantos que já nem me lembro
Sou a voz que canta pra você dormir
Sou os labios que você gosta de beijar
Sou a unha que arrou o rosto do presidente
Sou a mao que acaricia o animal
Sou a dor que sentimos quando perdemos alguem querido
Sou a flor que nasce na pedra fria
Sou a rocha sem cor sem forma sem cheiro e nem nome
Sou um homem perdido no escuro
Sou alguém que procura uma mulher pra amar
Sou aquilo tudo que você sonhou
Sou todos os defeitos
Sou um ser humano comum
Sou simplesmente
Eu...
(Kléderson - 19/04/2003)
Sou tantas pessoas
Sou o cara que filma tudo e acha tudo lindo
Sou a mulher frustrada que nao tem família
Sou o filme que passa na TV de madrugada
Sou a ultima sessão do cinema
Sou quem jamais imaginei ser
Sou tantos que já nem me lembro
Sou a voz que canta pra você dormir
Sou os labios que você gosta de beijar
Sou a unha que arrou o rosto do presidente
Sou a mao que acaricia o animal
Sou a dor que sentimos quando perdemos alguem querido
Sou a flor que nasce na pedra fria
Sou a rocha sem cor sem forma sem cheiro e nem nome
Sou um homem perdido no escuro
Sou alguém que procura uma mulher pra amar
Sou aquilo tudo que você sonhou
Sou todos os defeitos
Sou um ser humano comum
Sou simplesmente
Eu...
(Kléderson - 19/04/2003)
Sexta-feira, Abril 18, 2003
:) Zóia eu ae!! :) hehehehe e ae putz !! acho q ninguém deve visitar essa joça mas de qualquer forma n tenho nada melhor pra fazer mesmo! To com sono! E minha semana santa promete... Ser uma droga!! Eu tava estudando hoje, saco viu!! um feriado e eu em ksa estudando!! Vê se pode mas tudo bem eh a vida ano q vem piora! :)) heheheh bom vou estudar mais um pco agora apesar do sono, tia Jaque se vc tiver vendo isso ake: "Fica triste nao viu!! Ce arruma ôtro namorado rapidim :P" hehehehehe. Ana... ana... :P
F.U.I.
F.U.I.
Talvez mais uma vez
Teus olhos cativam
Teu jeito me apaixona
Tua voz me encanta
Destaca-se entre as tantas
Jeito de menina
Corpo de mulher
Vinha, minha sina
Venha se realmente me quer
As flores conspiram contra ti
Tentam imitar teu perfume
Doce cheiro igual esse jamais senti
E pássaros a cantar anunciam
Passeiam os peixes aos cardumes
Vejo que muitos te cobiçam
Tenho sorte então
Tenho você pelo menos por essa noite
Tenho sua pele junto a minha
De sua boca posso provar o suave sabor de amar
Tão só
Temos um mundo inteiro a nossa volta
E sequer notamos ja foi o sol
Só uma coisa me revolta
Não poder te ter aqui agora...
Minha, e somente..
Minha
(Kléderson - 17/04/2003)
Teus olhos cativam
Teu jeito me apaixona
Tua voz me encanta
Destaca-se entre as tantas
Jeito de menina
Corpo de mulher
Vinha, minha sina
Venha se realmente me quer
As flores conspiram contra ti
Tentam imitar teu perfume
Doce cheiro igual esse jamais senti
E pássaros a cantar anunciam
Passeiam os peixes aos cardumes
Vejo que muitos te cobiçam
Tenho sorte então
Tenho você pelo menos por essa noite
Tenho sua pele junto a minha
De sua boca posso provar o suave sabor de amar
Tão só
Temos um mundo inteiro a nossa volta
E sequer notamos ja foi o sol
Só uma coisa me revolta
Não poder te ter aqui agora...
Minha, e somente..
Minha
(Kléderson - 17/04/2003)
Realidade parte 2
Ninguem me perguntou se eu queria nascer
Mas me obrigam a continuar a viver
Vejo uma senhora atropelada na estrada
Olhos esbugalhados, cabeça decepada
Confunde-se com o asfalto e um suor vermelho...
Um dia desses sei que chego lá
Um dia desses encontrar o que?
Sei lá!
Sob o sol as plantas crescem la fora
E aqui dentro resta somente a semente
Que o frio retirou o poder de germinar
Boca seca, coração acelerado
Bang!
Mais um assasinado
Mais um número
Humilhante viver em um mundo onde somos apenas estatísticas
Humilhante viver em um país onde pessoas morrem por falta de comida
E no nordeste mais uma criança desnutrida
Criança triste e feliz, vitima da vida
Antes não nascer
Do que crescer para sofrer
Como dizia o poeta antes morrer tentando do que nao ter tentado
Talvez isso funcione em outro lugar
Aqui não!
Aqui somos todos um só
Somos todos escravos de corruptos
Escravos de nós mesmos
Escravos
Escravos!
E o negro lado da vida que não quer se dissipar
Vai levando
Vai levando...
E vamos deixando a vida nos levar...
(Kléderson - 17/04/2003)
Ninguem me perguntou se eu queria nascer
Mas me obrigam a continuar a viver
Vejo uma senhora atropelada na estrada
Olhos esbugalhados, cabeça decepada
Confunde-se com o asfalto e um suor vermelho...
Um dia desses sei que chego lá
Um dia desses encontrar o que?
Sei lá!
Sob o sol as plantas crescem la fora
E aqui dentro resta somente a semente
Que o frio retirou o poder de germinar
Boca seca, coração acelerado
Bang!
Mais um assasinado
Mais um número
Humilhante viver em um mundo onde somos apenas estatísticas
Humilhante viver em um país onde pessoas morrem por falta de comida
E no nordeste mais uma criança desnutrida
Criança triste e feliz, vitima da vida
Antes não nascer
Do que crescer para sofrer
Como dizia o poeta antes morrer tentando do que nao ter tentado
Talvez isso funcione em outro lugar
Aqui não!
Aqui somos todos um só
Somos todos escravos de corruptos
Escravos de nós mesmos
Escravos
Escravos!
E o negro lado da vida que não quer se dissipar
Vai levando
Vai levando...
E vamos deixando a vida nos levar...
(Kléderson - 17/04/2003)
Quarta-feira, Abril 16, 2003
Falaê!!! To na área! Bom é isso ae to com um pco de sono mas acho q ainda vou garantir um tempinho na net! :)
Talvez outro dia
Não fique triste
Talvez tenha sido melhor assim
Talvez exista no mundo alguem que goste de mim
Alguém para me amar
Alguém que não vai me enganar
A força da verdade
Onde vivo uma vida sem amor
Perdendo o poder de perder
Escrevendo mais uma poesia
Frustrado com mais um dia como o anterior
Vivo em um lugar onde a minha liberdade é controlada
Vivo, ou talvez sobrevivo
Triste, riste
Riste e viste
O rosto de alguém
Que escreveu em sua cripta
"Finalmente algo diferente!"
(Kléderson - 16/04/2003)
Estrada
Sempre pensei que fosse só tristeza
Mas percebi que também existe o sofrimento
Encontrei no meio do caminho a felicidade
Mas essa estava muito apressada
E infelizmente não pôde ficar
Andei milhas e milhas atrás de uma companhia
Eis que encontro uma senhora sentada a beira da estrada
Com nome de Solidão, ela disse que provavelmente seria
A unica companhia para mim na estrada da vida...
Hoje admito que ela estava certa
Ela me acompanha em todos os cantos
E mesmo entre a maior das multidões
Eis que encontra-se em um canto
A Solidão e eu...
(Kléderson - 16/04/2003)
Realidade
Filhos de um sistema falido
De uma hipocrisia que ronda nossos pensamentos
Um mendigo sentado à calçada
Uma lata velha amassada próximo ao poste
Um verme passeia por entre crianças que brincam
E mais uma pessoa morre de fome
Um enorme letreiro dizendo "Jesus é o Senhor"
Senhor de quem? Meu? Seu?
Não suporto a idéia de alguem ser senhor de alguem
Assumo a posição mais neutra do lado daquele outro
Encontro-me perdido
Amo-me odiando
Mais uma morte
Mas dessa vez foi um tiro que atingiu o peito de uma criança
Quatorze anos em sangue derramado sobre a escadaria
E lá em baixo o metrô passa rápido sobre seus trilhos
Uma criança abandonada suplica por esmola
A madame faz cara de medo e apressa o passo
Um jovem sob a calçada acende uma pedra
E assim parte em viajem para seu mundinho feliz
Onde toda essa merda não passa de um pesadelo
Corruptos!!!
Corruptos!!!
Políticos malditos, se dizem benditos, mas somente ditos
Roubando a comida da boca de uma família que passa fome
Do bolso do trabalhador que está sendo despejado de seu barraco
Enquanto o traficante assiste de cima do morro
Assiste um mundo cada vez mais dominado pelo caos
E contempla mais um boyzinho que sobe o morro pra comprar seu "produto"
E la fora somente as folhas secas caindo das árvores com o vento de outono...
(Kléderson - 16/04/2003)
Talvez outro dia
Não fique triste
Talvez tenha sido melhor assim
Talvez exista no mundo alguem que goste de mim
Alguém para me amar
Alguém que não vai me enganar
A força da verdade
Onde vivo uma vida sem amor
Perdendo o poder de perder
Escrevendo mais uma poesia
Frustrado com mais um dia como o anterior
Vivo em um lugar onde a minha liberdade é controlada
Vivo, ou talvez sobrevivo
Triste, riste
Riste e viste
O rosto de alguém
Que escreveu em sua cripta
"Finalmente algo diferente!"
(Kléderson - 16/04/2003)
Estrada
Sempre pensei que fosse só tristeza
Mas percebi que também existe o sofrimento
Encontrei no meio do caminho a felicidade
Mas essa estava muito apressada
E infelizmente não pôde ficar
Andei milhas e milhas atrás de uma companhia
Eis que encontro uma senhora sentada a beira da estrada
Com nome de Solidão, ela disse que provavelmente seria
A unica companhia para mim na estrada da vida...
Hoje admito que ela estava certa
Ela me acompanha em todos os cantos
E mesmo entre a maior das multidões
Eis que encontra-se em um canto
A Solidão e eu...
(Kléderson - 16/04/2003)
Realidade
Filhos de um sistema falido
De uma hipocrisia que ronda nossos pensamentos
Um mendigo sentado à calçada
Uma lata velha amassada próximo ao poste
Um verme passeia por entre crianças que brincam
E mais uma pessoa morre de fome
Um enorme letreiro dizendo "Jesus é o Senhor"
Senhor de quem? Meu? Seu?
Não suporto a idéia de alguem ser senhor de alguem
Assumo a posição mais neutra do lado daquele outro
Encontro-me perdido
Amo-me odiando
Mais uma morte
Mas dessa vez foi um tiro que atingiu o peito de uma criança
Quatorze anos em sangue derramado sobre a escadaria
E lá em baixo o metrô passa rápido sobre seus trilhos
Uma criança abandonada suplica por esmola
A madame faz cara de medo e apressa o passo
Um jovem sob a calçada acende uma pedra
E assim parte em viajem para seu mundinho feliz
Onde toda essa merda não passa de um pesadelo
Corruptos!!!
Corruptos!!!
Políticos malditos, se dizem benditos, mas somente ditos
Roubando a comida da boca de uma família que passa fome
Do bolso do trabalhador que está sendo despejado de seu barraco
Enquanto o traficante assiste de cima do morro
Assiste um mundo cada vez mais dominado pelo caos
E contempla mais um boyzinho que sobe o morro pra comprar seu "produto"
E la fora somente as folhas secas caindo das árvores com o vento de outono...
(Kléderson - 16/04/2003)
Sábado, Abril 12, 2003
Ana
E como se fosse simples
Amar na madrugada
Como se nao fosse belo te beijar assim
Sorriso doce, jeito de criança
Nao imaginava gostar de você assim
Todo o meu contrário
E eu soletrava triste
A solidão na noite atravessada
E eu pensava ser
Talvez um triste fim
Mas mostrou-me o mundo
E acalentada viste
O quão doce sonho
Era estarmos estar ali
E sempre rindo me dizia coisas
Coisas talvez ditas somente a mim
E entao doce,
Talvez uma alma
Com nome Ana Paula
Ja me tinha ali...
(Kléderson - 12/04/2003)
Pra uma certa Ana Paula, que um dia eu ainda vou rever ( se nao levar um bolo claro )
Beijos Ana... espero que goste
E como se fosse simples
Amar na madrugada
Como se nao fosse belo te beijar assim
Sorriso doce, jeito de criança
Nao imaginava gostar de você assim
Todo o meu contrário
E eu soletrava triste
A solidão na noite atravessada
E eu pensava ser
Talvez um triste fim
Mas mostrou-me o mundo
E acalentada viste
O quão doce sonho
Era estarmos estar ali
E sempre rindo me dizia coisas
Coisas talvez ditas somente a mim
E entao doce,
Talvez uma alma
Com nome Ana Paula
Ja me tinha ali...
(Kléderson - 12/04/2003)
Pra uma certa Ana Paula, que um dia eu ainda vou rever ( se nao levar um bolo claro )
Beijos Ana... espero que goste
... ... ...
A sensação de te ter é simplesmente indescritível
E quando eu penso em perder você me desolo
Não suporto a ideia de te amar assim
Meus sentimentos se confundem cada vez mais
E assim sigo teus passos
Silencioso como so eu sei
Atento a cada movimento
O suave balançar dos teus cabelos
O leve sopro do vento no seu rosto
Seu vestido ao vento
Atento a cada movimento
Vendo sempre assim
Como esquecer você se já estás em mim?
Sonho então com uma noite so minha e sua
Sonho, e somente sonho, pois jamais vou te ter...
Vivendo sempre assim...
(Kléderson - 12/04/2003)
A sensação de te ter é simplesmente indescritível
E quando eu penso em perder você me desolo
Não suporto a ideia de te amar assim
Meus sentimentos se confundem cada vez mais
E assim sigo teus passos
Silencioso como so eu sei
Atento a cada movimento
O suave balançar dos teus cabelos
O leve sopro do vento no seu rosto
Seu vestido ao vento
Atento a cada movimento
Vendo sempre assim
Como esquecer você se já estás em mim?
Sonho então com uma noite so minha e sua
Sonho, e somente sonho, pois jamais vou te ter...
Vivendo sempre assim...
(Kléderson - 12/04/2003)
Enfim...
Enfim posso te ver
E agora estou, ajoelhado em frente a ti
Quero agora amar você como jamais amei
Veajarnos teus lábios como jamais sonhei
Ver no teu rosto a felicidade que tenho no meu
Sentir-me amado e em estado de graça
Flutuar nos sentidos e sentir-me mais vivo
Enfim posso te ver
Encontrar-te sempre foi minha ânsia
Amar-te sempre foi a minha sina
Agora encontro-me "em fronte a te"
E sinto-me a mais feliz das criaturas
E agora, aquela sensação cruel de vazio não me ronda mais
Na plenitude da tua face sinto-me mais feliz
No calor do teu corpo aqueço minha longa jornada de solidão
E, ao som de tua bela voz
Adormeço todos os meus sentidos
Restando somente um...
Enfim posso te ver
E agora estou, ajoelhado em frente a ti
Quero agora amar você como jamais amei
Veajarnos teus lábios como jamais sonhei
Ver no teu rosto a felicidade que tenho no meu
Sentir-me amado e em estado de graça
Flutuar nos sentidos e sentir-me mais vivo
Enfim posso te ver
Encontrar-te sempre foi minha ânsia
Amar-te sempre foi a minha sina
Agora encontro-me "em fronte a te"
E sinto-me a mais feliz das criaturas
E agora, aquela sensação cruel de vazio não me ronda mais
Na plenitude da tua face sinto-me mais feliz
No calor do teu corpo aqueço minha longa jornada de solidão
E, ao som de tua bela voz
Adormeço todos os meus sentidos
Restando somente um...


