Pra que pensar tanto nisso?
O mundo gira tão rápido
Todos esses rostos
Toda essa vida...
Onde estão indo?
Para nenhum lugar
Ou para todos eles
O sofrimento já faz parte
Cotidiano maldito
Andando sempre em circulos
A mente nos mente, engana
Ela já não sabe se te quer
Ou se despede-se
Você nem sabe se liga
Ou se simplesmente ignora
Mas uma coisa é certa
De qualquer forma dói...
Ceder ou não é uma questão de sonhos...
Ela já não sabe se ri ou te ignora
Não tem mais o dicernimento da dor e do amor
Está tudo junto...
Então junte-se a nós...
Beijos e tchau!
Fim
Kléderson Bueno
terça-feira, maio 30, 2006
quarta-feira, maio 17, 2006
J. Partner
Como explicar
De tal forma estabanada
A criatura, o ser
Que fora tão influenciada
E de menos a mais não se faz frustrada
Mesmo querendo
De tal forma... ardendo
Em ares tão juvenais
Palavras tão triviais
Jamais justificariam
O que nunca explicariam
A essência desse ser
Tão inconsequente
De tal forma demente
Torna-se ar e vê
De tanto imaginar
Torna a desejar
Transformar-se em vida
O que já não quer viver
Na figura de menina
De vezes tão mulher
Tal coisa pequenina
Que faz sempre mal-me-quer
As beiras dessa estrada
Um pouco estragada
Consegue de um simples riso
Tornar tão legítimo
O que nunca deveria ser...
Kléderson Bueno 17/05/2006
De tal forma estabanada
A criatura, o ser
Que fora tão influenciada
E de menos a mais não se faz frustrada
Mesmo querendo
De tal forma... ardendo
Em ares tão juvenais
Palavras tão triviais
Jamais justificariam
O que nunca explicariam
A essência desse ser
Tão inconsequente
De tal forma demente
Torna-se ar e vê
De tanto imaginar
Torna a desejar
Transformar-se em vida
O que já não quer viver
Na figura de menina
De vezes tão mulher
Tal coisa pequenina
Que faz sempre mal-me-quer
As beiras dessa estrada
Um pouco estragada
Consegue de um simples riso
Tornar tão legítimo
O que nunca deveria ser...
Kléderson Bueno 17/05/2006
terça-feira, maio 09, 2006
Oposite
I`m right
I`m wrong
Imagine all things i can do
imagine all thinsgs we can play...
All things we already play
The others we didny try
Oh my!!! Oh my!!
Never try me! never try this way
All way we can do
All things we can ... WHO????
whatever...
Once more
Again and again
I love you and you let me that pain!
I`m wrong
Imagine all things i can do
imagine all thinsgs we can play...
All things we already play
The others we didny try
Oh my!!! Oh my!!
Never try me! never try this way
All way we can do
All things we can ... WHO????
whatever...
Once more
Again and again
I love you and you let me that pain!
sexta-feira, maio 05, 2006
Apathy
Leave this place
And let die
Hear all voices in your head
Saing:
- Die, die, die...
Every day
Every fucking day
Waiting for something
What never comes
What you dont know
Run again, as fast you can
Put out this bullet
Carved in your head
Get out, get out...
And try another time
You have no chance
If you dont change your mind
Stay a little while
And whatch your own dead...
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
And let die
Hear all voices in your head
Saing:
- Die, die, die...
Every day
Every fucking day
Waiting for something
What never comes
What you dont know
Run again, as fast you can
Put out this bullet
Carved in your head
Get out, get out...
And try another time
You have no chance
If you dont change your mind
Stay a little while
And whatch your own dead...
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
No fim de tudo
Você está aí
Esperando por algo
Esperando acontecer...
Olhando por essa janela quebrada
O que os olhos nao podem ver
Ouça ao seu redor
Os sons mudos do mundo
Nesse silêncio ensurdecedor, a morte
Tão próxima que é possivel sentir seu cheiro
Sinta essa vibração que sai do seu peito
É o medo, é o medo
Seu coraçao acelera a cada segundo
À voz tremula que te instiga
- Viva! Viva!
E você se recusa a entender
No fim de tudo é só você e esse sofá
Numa dança única de apatia e solião
Enquanto seu peito sobe e desce
Nesse torpor tão seu
Nesse egoísmo único
Da vida que você nunca viveu.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
Esperando por algo
Esperando acontecer...
Olhando por essa janela quebrada
O que os olhos nao podem ver
Ouça ao seu redor
Os sons mudos do mundo
Nesse silêncio ensurdecedor, a morte
Tão próxima que é possivel sentir seu cheiro
Sinta essa vibração que sai do seu peito
É o medo, é o medo
Seu coraçao acelera a cada segundo
À voz tremula que te instiga
- Viva! Viva!
E você se recusa a entender
No fim de tudo é só você e esse sofá
Numa dança única de apatia e solião
Enquanto seu peito sobe e desce
Nesse torpor tão seu
Nesse egoísmo único
Da vida que você nunca viveu.
(Kléderson Bueno 23/04/2006)
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